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Crí­ticos dizem: "Código da Vinci, blah!"

Não li o livro, porque eu não tenho mais muita paciência para literatura barata. Me pareceu ser divertido, mas já que o filme estava sendo feito, e eu ainda tenho muita paciência para cinema barato, resolvi esperar para ver na tela. Os crí­ticos franceses estão achando o filme totalmente "E daí­?":

Yahoo wrote:
"The Da Vinci Code" drew lukewarm praise, shrugs of indifference, some jeering laughter and a few derisive jabs Tuesday from arguably the world's toughest movie crowd: critics at the Cannes Film Festival.

Link

Sexta-feira dou meu parecer.

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Lady in the Water, o novo Shyamalan

Saiu um trailer novo.

Eu sou da turma que detestou Sinais, mas achou A Vila até que razoável, no final das contas. Li uma sinopse totalmente cheia de spoilers desse novo Shyamalan, e acho que talvez seja um bom filme. Provavelmente não vai ter nenhuma reviravolta no final.

Sem dar spoiler nenhum, creio que é possí­vel afirmar com alguma segurança que o filme vai lembrar um pouco alguns filmes de fantasia/ficção cientí­fica dos anos 80, como Cocoon, A Lenda e Batteries Not Included, mas não terá nada a ver com aliení­genas, e certamente terá pouco ou nenhum humor. O que me anima: Paul Giamatti, Bryce Dallas Howard e fotografia. O que me desanima: Shyamalan. O perigo: ser um filme absurdamente constrangedor. Mas estarei lá.

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[LOST] Segundo Abrams, final da segunda temporada de Lost será um dos melhores já vistos

Abrams says Lost finale will thrill
By Colin Mahan - TV.com
May 8, 2006 at 02:23:00 PM | more stories by this author

Creator of show says the season-two finale will be the best finale ever.

Lost will end big. JJ Abrams, the cocreator of ABC's hit series Lost, told SciFi.com that the finale for the show's second season, which airs on May 24, will be the one of the greatest finales in TV history.

Abrams has been away from the show directing the new Tom Cruise action picture Mission: Impossible III. He says that while he was away, cocreator Damon Lindelof fashioned a Lost ending that surprised and excited him.

"The ending of this year in Lost blows the ending of last season out of the water," he said.

In the Lost first-season finale, the castaways were finally able to open the hatch they had found half buried in the ground. They discovered an undergound facility that housed food, weapons, an enigmatic 16mm film, and a mysterious countdown that had to be reset every 100 minutes or else...something bad might happen (viewers have yet to find out what, as the castaways man shifts to reset it).

Abrams hints that in the new finale, questions are answered and loose ends tied up.

"It's an incredible finale. You'll see what happens, but I can tell you that a lot of it has been there and been building from the beginning of this season. It's not out of the blue, but what happens at the very end of this year, for me, it's the greatest finale I have ever heard."

Last week on Lost, previously stalwart character Michael killed two of the main characters. The episode also featured the kick-off of "The Lost Experience," a massive game featuring online and TV elements. In the upcoming weeks, viewers will find out what happened to Michael while he was gone trying to rescue his sone Walt, and Jack and Sayid discover something offshore that leads them to believe they can fight back against The Others.

If Abrams is right, Comic Book Guy on the The Simpsons might say, "Best. Finale. Ever."

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Veja: reacionária, imoral e querendo sangue

Eu de vez em quando recebo uns exemplares da revista Veja, gratuitamente, em casa...eles aparentemente acham que isso vai me incentivar a assinar a revista.

HAHAHAHAHAHA!

Sempre achei a Veja uma merda, como praticamente qualquer revista semanal de notí­cias brasileira. Leio no dentista, quando recebo esses exemplares, na casa de amigos, etc., mas francamente, sinto vergonha de ser pego lendo. Preferia que me pegassem lendo a Brazil Sex Magazine, a revista pornô mais rasteira do Brasil, do que a Veja. E olha que eu leio a Folha habitualmente, outro veí­culo totalmente escroto de notí­cias. Infelizmente, sou só eu que sinto vergonha, porque as pessoas ao meu redor lêem esse LIXO sem o menor pudor.

A revista já era terrí­vel, mas ultimamente tem passado do limite. A capa anterior, com o Garotinho pintado de diabo e com substantivos pouco honrosos do lado é totalmente absurda. Além de difamatória, é imoral. E veja bem, por mim o Garotinho poderia muito bem ter um encontro fatal (existe outro?) com Chuck Norris depois de ser sodomizado pelo Ténia de Irreversí­vel. Mas sob um ponto de vista moral (e legal), aquilo lá é insustentável. Não dá, não dá, e não dá.

Essa capa de hoje, com o Lula tomando um pé na bunda, também. A leitura principal não é o pé na bunda que o Lula está tomando da Bolí­via. É o pé na bunda que a Veja quer que seus leitores dêem no Lula por meio das urnas mais tarde esse ano. Desde quando revista séria faz campanha (como a Veja fez no referendo, por sinal, de forma mais explí­cita ainda)? E uma campanha tão grosseira, vulgar e sem classe? Novamente: tenho achado o governo Lula lastimável. Mas cadê a ética jornalí­stica? Não existe, na Veja.

Infelizmente o problema não é só na capa. Dentro, as coisas pioram. No meio de trocentas peças publicitárias, uma mais FíšTIL do que a outra, matérias totalmente horrí­veis e nervosinhas obre corrupção cujas fontes são totalmente questionáveis, em um tom Cidade Alerta. A Veja quer sangue, execuções em praça pública, linchamentos, etc.

Na página 78, uma matéria sobre crianças que não falam, e "podem ser ví­timas de um distúrbio pouco conhecido: o mutismo seletivo". Essa é uma daquelas matérias alarmistas para famí­lias de classe média...o moleque não fala um dia porque está meio chateado, daí­ os pais marcam uma consulta no psicólogo, ficam apavorados, etc. Na página 80, uma matéria sobre jornais digitais, para aqueles que ficam maravilhados com as maravilhas do futuro próximo que não se concretizará, e entram em seguida na Internet para ver se conseguem comprar um gadget chique para fazer inveja ao colega do escritório. Deprimente.

Mais adiante, página 87, uma matéria sobre a Abril...Roberto Civita é mostrado ao lado de um sul-africano que representa um grupo que vai comprar 30% da Abril. Jóia isso, capital estrangeiro apropriando-se de parcela considerável de uma das gigantes da mí­dia brasileira. O tom da matéria é entusiasmado, com Roberto Civita dando faniquitos de alegria.

Pulei a matéria de capa. Na página 104, a seção Gente, mais fútil e nojenta que qualquer exemplar da Caras. Sem chance. Parei de ler por aqui. Mas dei uma olhada na seção de cartas, que reflete o clima reacionário e violento da revista. Me deu um certo pavor. O pior é que as pessoas com que eu lido diariamente são todas assim. Tenho vontade de me matar. A parte cultural eu tive medo de sequer folhear, mas não consegui evitar olhar o tí­tulo da resenha de Missão Impossí­vel 3 feita pela Isabela Boscov. Ela gostou. E eu me senti humilhado e degradado por não ter resistido a espiada.

 

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Missão Impossí­vel 3

Este tópico havia sido escrito pelo Guybrush antes do filme entrar em cartaz. Como ele já está em circuito, é hora de discutirmos se as primeiras crí­ticas estavam certas, se houve excesso de hype, e se o filho do Tom Cruise realmente é o Anticristo.

---

Só pra lembrar, quando fiz minha lista de filmes mais esperados para 2006, no começo do ano, esse M:I3 tava entre os cinco mais da minha lista. Deposito uma baita confiança no J.J. Abrams a acho que essa continuação tem tudo pra ser FODA.

Já sairam duas crí­ticas, muito positivas (peguei-as pelo Rotten Tomatoes):

Review 1: "Injecting fresh blood and energy into the franchise via stronger plot, more suitable villain (terrifically played by Philip Seymour Hoffman), and larger ensemble, TV's Abrams makes a splashy debut proving he's just as gifted big-screen director."

Review 2: "Exciting, kinetic and intelligent, J.J. Abrams theatrical debut is as good as anything he's produced on television. And that's saying something for the man who brought us Alias and Lost."

YES!!!!!!!

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Nova barra de formatação

Pessoal, temos uma nova barra de edição, que pode ser vista logo abaixo do campo de entrada para texto. Duas coisas:

  • se alguém usa assinatura, e ela estiver sendo exibida de forma estranha, por favor a atualize em sua página pessoal;
  • caso vocês tenham algum problema com a barra de formatação, por favor avisem neste tópico aqui.

A administração agradece!

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Psychonauts

Definindo Psychonauts com quatro letras: "arte". É o tipo de jogo que faria Roger Ebert comer o próprio chapéu. Eu comprei esse jogo quase junto com o meu Playstation 2 (há um ano atrás), mas tinha largado de lado sem dar a mí­nima bola (pecado mortal). É que rolou meio que um preconceito da minha parte: primeiro, por ser um plataformer, gênero que tem sido a mesma coisa há uns dez anos (apesar de ter exemplares mais recentes bem legais, como Conker e Viewtful Joe). Segundo, por ser um plataformer do Tim Schafer. Não me entendam mal, sou fã de carteirinha do Schafer. Veterano dos adventures, criou ou participou da criação de alguns dos melhores jogos de todos os tempos (co-criador dos Monkey Island 1 e 2 e Day of the Tentacle e criador do Full Throttle e Grim Fandango). Só não punha fé que ele fosse dar certo numa mudança tão radical de gênero (jogos de plataforma são famosos por pouca história e muita ação).



Só que eu estava totalmente enganado. Tim Schafer conseguiu a façanha de quebrar todas as regras do gênero, e ainda assim fazer um jogo totalmente padrão. Tipo, é um jogo de plataforma, mas não é. É muito mais. É uma experiência audio-visual (principalmente visual) em forma de jogo. Psychonauts é a história maluca de um guri, Razputin, que vai participar de um acampamento de verão com outros garotos. No entanto, não é um acampamento qualquer - é um acampamento para jovens paranormais, com o objetivo de formar futuros super-espiões psí­quicos (os Pyschonauts do tí­tulo). Raz é um garoto que fugiu de casa (um circo), onde seu paí­ negava seu dom e criticava outros psí­quicos e tem que provar no acampamento, no prazo de um dia, que é capaz de ser um Pyschonaut.



É claro que alguma coisa horrivelmente errada vai acontecer (não vou estragar a surpresa), e Raz vai ser o responsável por salvar o dia (e o mundo). Mas o mais legal do jogo é o modo que as fases se desenrolam. Basicamente, o jogo se divide em dois: o mundo real (o acampamento) e o subconsciente (de várias pessoas). Quando você entra na cabeça de algum personagem, passa a ver o mundo distorcido pela personalidade do mesmo, e é aí­ que vem a explosão de criativadade do jogo. Tome Boyd, por exemplo. O porteiro do así­lio, perseguido e humilhado, que sofre uma estranha mania de perseguição envolvendo uma complexa conspiração sobre "O Leiteiro". O interior da cabeça do Boyd é uma vizinhança americana padrão, mas completamente distorcida, onde as ruas fazem loops de torcer o pescoço, e agentes secretos esquisitos se disfarçam de cidadões com uma medonha voz robótica ("HELLO - FELLOW - ROAD CREW WORKER. I AM A ROAD CREW WORKER. PLEASE JOIN ME."). É difí­cil explicar, é ver pra crer, mas dá vontade de chorar de tão bacana que é a fase.



Outra fase muito legal, é quando você entra na cabeça de um peixe mutante monstrouso, que acabou de te atacar. O peixe tem um chip no cerebro que causa o seu comportamento agressivo, mas no fundo morre de pavor de humanos. Na cabeça do bichão, você é um gigante (o terrivel GOOGLATOR, nome por causa dos óculos do Raz) numa cidade de peixinhos, destruindo tudo e causando o ataque desesperado da marinha deles.



Além disso, você tem que ficar esperto em achar as bagagens emocionais (umas malinhas e bolsas que ficam chorando) e as memórias reprimidas de cada individuo, para ganhar pontos e evoluir seus poderes.



Ach, se eu fosse ficar falando sobre tudo que é legal no jogo ficaria horas e horas digitando aqui. Faltou mencionar os gráficos, que se não são tecnicamente perfeitos, são a coisa mais visualmente criativa vista num jogo em muito, muito tempo (desde... Grim Fandango?)



Enfim, uma OBRA-PRIMA, um jogo ESPETACULAR, que só não é PERFEITO por causa de um pedaço particularmente frustrante na última fase. Mesmo assim, é um jogo quase que obrigátorio. Pena que pouca gente jogou (foi um fracasso de vendas).



Nota: 9,7



Screenshots:

- Subconsciente do Boyd

- O terrí­vel GOOGLATOR ataca!

- Subconsciente de um dos agentes, um cara extremamente lógico e sistemático.

- Mente de um doidão no hospí­cio, que acha que é o Napoleão Bonaparte. Note que o cenário é um jogo de tabuleiro, reproduzindo a batalha de Waterloo

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Nova versão do site rodando

Estamos oficialmente usando o Drupal 4.7, que saiu ontem e por isso ficamos uma hora fora do ar.

Pros próximos dias teremos surpresas de verdade por aqui. Depois detalho mais, mas vocês vão gostar.

Como sempre, se acharem bugs, avisem.

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Novo do Red Hot Chili Peppers vaza na internet e Flea não gosta

Vazou hoje o Stadium Arcadium, pouco mais de uma semana antes do lançamento. Lucro para os RHCP, né?



Ainda não escutei. Cuidado, tem um monte de fakes por aí­.



O baixista Flea não gostou, conforme citação abaixo.

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Excessos da era da informação

Quando escrevi esse post no meu blog a respeito da produção do (í  época) vindouro Batman Begins, o mote era a divulgação da primeira foto com o uniforme do morcegão. Eu resumia o que já se sabia sobre o filme e terminava com esse comentário:



"Estou tentando, sem muito sucesso, não ler cada linha que sai publicada sobre o novo filme. Talvez o ideal seja esquecer de tudo isso e só acordar para o fato em 2005. Mas tá difí­cil".



Dito e feito. Li um monte de matérias, vi todas as fotos, vi os trailers, e o preview de 10 minutos que passou nos intervalos de Smallville e foi divulgado pelo Movie-List.



Resultado: fiquei sabendo tanto sobre o filme que posso dizer que isso estragou um pouco a experiência de vê-lo, inteiro, na tela grande. Um filme que reputo como o melhor dessa nova leva (fora Homem Aranha 2) teve bem menos impacto do que eu pensava.



O preview é que foi mais "cruel", pois ele tem várias cenas inteiras, e o principal, entrega toda a ambiência do filme -- pelo menos da primeira metade, que é essencial.



Penso nisso quando leio no meu leitor de feeds duas manchetes do Omelete:



"Assista a um clipe cheio de ação de X-Men: O confronto final"



"Superman - O retorno: Veja uma cena e conheça detalhes do iminente trailer"



Quer dizer, quanto mais esse esquema blockbuster-a-todo-preço-senão-o-filme-é-um-fracasso dominar, quanto mais os estúdios apostarem tudo no primeiro final de semana de exibição, mais teremos esse buzz todo em torno dos filmes, com previews e overdose de informação.



Agora já estão fazendo resenha de trailer! Pra que que eu vou querer saber antes o que tem nele? Se ele próprio já é um preview do filme?



Estou tentando me afastar dessa overdose de informação sobre esses dois novos blockbusters, e por isso não cliquei nos links do Omelete e nem na cena não-finalizada sobre os Sentinelas que o Smartt linkou aqui. Fico pensando o quanto seria chato se eu já tivesse visto os tripods de Guerra dos Mundos antes de assistir o filme.



Nem sempre esse ditado, "informação é poder", está correto.

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A Lula e a Baleia

Mas que excelente filme...Durante muito tempo, houve boatos de que ele seria indicado ao Oscar, mas acabou levando apenas uma indicação para roteiro original (e perdeu). De fato, merecia ter sido indicado para filme. É melhor que Crash, Capote e Munique, e não faz feio em comparação a Brokeback Mountain e Good Night, and Good Luck.



Muita gente comparou A Lula e a Baleia aos filmes do Wes Anderson, talvez porque o Noah Baumbach, diretor e roteirista, tenha sido um dos co-roteiristas de The Life Aquatic, e porque o Wes Anderson é produtor de Lula. Essa comparação, entretanto, não é nada pertinente, pois o filme é bem diferente das coisas que o Anderson costuma fazer. Parece uma versão mais virulenta e menos deslumbrada de Wonder Years, ambientada nos anos 80.



A Lula e a Baleia é baseado na própria famí­lia de Baumbach, e narra a história do divórcio dos pais dele. Eu fico imaginando como o irmão e os pais de Baumbach devem ter reagido ao filme...o pai, particularmente, que é retratado como o maior babaca do universo (Baumbach agradece a ele nos créditos finais, então provavelmente eles ainda se conversam). Por falar em babaquice, fazia tempo que eu não me sentia tão constrangido pela total falta de noção de um grupo de personagens. Algumas cenas são torturantes e dão vontade de cobrir os olhos e esquecer do que se ouviu, ou de entrar na tela e bater nos personagens. Menos na Laura Linney, é claro (eu e o Fabio Negro somos membros fundacionais do fã clube brasileiro da Laura Linney).



O papel do Jeff Daniels era pra ter sido interpretado pelo Bill Murray, que de última hora saiu para fazer Broken Flowers. Acho que não foi uma boa decisão do Murray, apesar de Broken Flowers ser um filme legal. Mas acabou sendo melhor para o filme, não imagino ele fazendo esse papel melhor do que o Daniels, que está perfeito. Assim como o resto do elenco.



Não há muito o que reclamar de A Lula e a Baleia. Algumas cenas não funcionam muito bem, mas em um cálculo bem preciso, o filme tem 9 excelentes cenas para cada uma que não dá certo. A reclamação que eu faço é exclusivamente em relação í  legendagem brasileira, que é tétrica de ruim, e provavelmente foi feita por uma pessoa pudica ao ponto de ser doente. Traduzir "cunt" por "vagina" seria apenas lamentável, se não fosse essencial para a cena em questão sequer fazer sentido. Pena que esse não é o único erro...

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Nintendo chuta o pau da barraca: o novo nome do Revolution

Depois de chutar o pau da barraca com um dos controles mais inovadores na história dos videogames, a Nintendo dá seu recado com o nome novo (e definitivo) do Nintendo Revolution. E o recado é "Que se danem vocês. Vamos fazer tudo do nosso jeito":



NINTENDO...



Wii



http://revolution.nintendo.com/



Mais informações sobre o console aqui.

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Segundo Noel Gallagher, o Radiohead é mais importante que o Oasis

Taí­ uma coisa TOTALMENTE inesperada de se ouvir.



Noel Gallagher: Radiohead more important than Oasis



This quote from Britain's Maxim magazine was a bit of a surprise. Turns out Noel Gallagher thinks Radiohead are now more important than Oasis.



The Oasis guitarist has conceded the albums released by Radiohead have surpassed anything his group have released. Noel also believes Coldplay could yet match the achievements of him and brother Liam.



Noel Gallagher said: "I think I could have said, without any argument, till the year 2000 Oasis were the most important British band since The Beatles. But I think Radiohead have been important and I think Coldplay may yet turn out to be important but not so much now."



The acclaimed songwriter, and self-confessed Beatles obsessive, insists the best band since the Fab Four are legendary punk group the Sex Pistols.



He added to Britain's Maxim magazine: "The most important band since The Beatles, really, was the Sex Pistols. Oasis are the most important band since the Pistols!"



Fonte: ateaseweb

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Who watches the Watchmen?

Acabei de ler agora, e vou ser obrigado í  aderir ao clichê: Watchmen, é mesmo, sem sombra de dúvidas, um dos melhores trabalhos de ficção de todos os tempos. Não só entre os quadrinhos, mas comparado a qualquer mí­dia escrita. Não poderia dizer agora se é mesmo a melhor graphic novel da história, por que "Cavaleiro das Trevas" e "Marvels" ainda tem um lugar especial no meu coração, but...



...foi melhor do que eu esperava. BEM melhor. E bem diferente do que eu imaginava, também.



E vou ser obrigado a fazer coro com aqueles que vão contra a idéia de uma adaptação cinematográfica: realmente, não tem como fazer. É impossí­vel. Por vários motivos. Pra citar alguns:



- Watchmen nasceu para ser quadrinhos. Algumas coisas, com o "quadrinho dentro do quadrinho", a "Black Freighter" perderia um pouco do impacto (aliais, até mesmo essa historia da Black Freighter é muito foda).



- Cada quadro da história em si, já tem uma quantidade ABSURDA de informação. Várias coisinhas, vários pequenos detalhes. Cada coisa faz falta. Some isso í  doze capí­tulos de histórias complexas, e se você quisesse uma adaptção fiel, teriamos aí­ um filme de pelo menos umas nove horas.



- A narrativa visual é belí­ssima. O jeito como as coisas acontecem, quadro í  quadro, dá gosto de ver, e funciona que é uma beleza. Para citar um momento especí­fico, quando Dr. Manhattan está em marte, filosofando e o tempo vai alternando entre passado, presente e futuro. Aquilo, na telona, dificilmente funcionaria tão bem quanto nos quadrinhos.



- Os extras, aqueles pequenos textos que tem no final dos capí­tulos, como trechos do livro "Under the Hood", do primeiro Nite Owl, complementam incrivelmente a história e ajudam demais a dar profundidade aos personagens - coisa que não poderia ser transposta em filme, de maneira alguma.



Valeu cada centavo. Fazia tempo que não lia algo tão marcante assim.



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Locke personagem versus Locke pensador educacional

Senhores,

Estou na casa de meu irmão e ele comentou que existiu um filósofo pedagógico chamado John Locke, cujas idéias se parecem muito com o comportamento do personagem na série.

Entre outras coisas, o filósofo defende a tese que nós temos que gostar do lugar onde estamos, e temos que fazer o possí­vel para tornar aquele lugar bom para nós.

Interessante, não? Se quiserem saber mais, cliquem aqui.

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Acionem os seus formulários!

Como, creio eu, nem todos tiveram a oportunidade de ler em um outro tópico que eu nem me lembro direito qual era, que existe uma nova opção para comunicação entre usuários via formulários, estou postando este tópico para avisar todo mundo o seguinte:



Agora é possí­vel mandar uma mensagem para a conta de email de qualquer usuário, desde que ele tenha habilitado a opção em suas preferências pessoais. O email do destinatário não é exibido, apenas o do remetente da mensagem, que será enviada para o email indicado pelo destinatário em suas opções aqui no Joio.



Para isso tudo funcionar, é preciso que o destinatário tenha habilitado a opção, cujo acesso fica na barra da esquerda, sob "Minha conta".

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Seleção oficial de Cannes 2006

Foi anunciada hoje. Como destaques, os novos de Almodóvar, Sofia Coppola, Ken Loach, Iñarritu e Guillermo Del Toro.




  • Volver - Pedro Almodóvar (Espanha)

  • Red Road - Andrea Arnold (Reino Unido)

  • La Raison du Plus Faible - Lucas Belvaux (Bélgica)

  • Indigenes - Rachid Bouchareb (Argélia)

  • Iklimler - Nuri Bilge Ceylan (Turquia)

  • Marie Antoinette - Sofia Coppola (Estados Unidos)

  • Juventude em Marcha - Pedro Costa (Portugal)

  • El Laberinto del Fauno - Guillermo Del Toro (México)

  • Babel - Alejandro Gonzalez Iñarritu (México)

  • Laitakaupungin Valot - Aki Kaurismaki (Finlândia)

  • Southland Tales - Richard Kelly (Estados Unidos)

  • Fast Food Nation - Richard Linklater (Estados Unidos)

  • The Wind That Shakes the Barley - Ken Loach (Reino Unido)

  • Summer Palace - Lou Ye (China)

  • Il Caimano - Nanni Moretti (Itália)

  • L'Amico di Famiglia - Paolo Sorrentino (Itália)

  • Flandres - Bruno Dumont (França)

  • Selon Charlie - Nicole Garcia (França)

  • Quand J´etais Chanteur - Xavier Giannoli (França)




Um bom site para acompanhar o festival é o Cinemascópio, que tem estado presente em todas as últimas edições.

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Você acha que os administradores tem feito um bom trabalho no site?

Eles são verdadeiros herois da Internet!
59% (10 votos)
Eles fazem um bom trabalho.
18% (3 votos)
Eles fazem um trabalho razoável.
6% (1 voto)
Eles precisam se mobilizar mais.
12% (2 votos)
Eles são a incompetência em pessoa!
6% (1 voto)
Total de votos: 17
Foto de Blain

Site rodando na versão 4.7 RC3

Pessoal,

Atualizei o site e habilitei todos os recursos que foram possí­veis. De tudo o que o tinhamos antes, perdemos temporariamente a barra com í­cones de edição (quicktags) e a opção "marcar tudo como lido".

Estou estudando os fontes de ambos, já que eles estão na versão 4.6 e precisam de ajustes para se adaptar a versão 4.7 do site. Em mais uns dias isso estará resolvido.

O foco agora é listar problemas no site. Muitos já constam da "issue list" do Drupal, por isso eu sempre posicionarei vocês se o bug está sendo corrigido pelos criadores e em casos especiais, eu cuidarei pessoalmente das correções.



Já encontrei alguns recursos interessantes na 4.7, mas vou liberá-los aos poucos, pra não correr riscos.



[EDITADO] - Agora as sessões inativas expiram ao se fechar o browser. Lembro que algumas pessoas reclamaram que o site permanecia logado mesmo ao se fechar o browser.



[EDITADO] - Vocês ainda tem interesse no uso de BBCODE no lugar de tags HTML? Se tiverem, desligo tudo envolvendo HTML e habilito BBCODE no site. E mais cedo ou mais tarde teremos uma barrinha para facilitar a edição.



[EDITADO] - BBCode ativado. Por enquanto as instruções de uso estão em inglês e podem ser encontradas no link "BBCode tags" abaixo da caixa de texto.

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Produção de "Simpsons" veta piada sobre Cientologia

*medo* - mais cedo ou mais tarde, os Cientologistas vão dominar o mundo. Espero que eu não viva para ver isso...



Scientologist cartoon diva Cartwright cowed The Simpsons



Posted in Scientology at 7:43 am by Rick Ross



Apparently Isaac Hayes isn’t the only Scientologist that has done voiceover for comedy cartoon characters that can’t take a joke and has no sense of humor when it comes to their controversial religion.



Cartoon diva Cartwright

Nancy Cartwright, the voice for Bart Simpson on the TV show The Simpsons, seemingly suffers from the same malady as Hayes reports 7 Days.



Perhaps inspired by the creators of South Park, who ridiculed Scientology so successfully, some of The Simpsons writers wanted to have a little fun too.



The proposed line to be spoken by Bart went something like this, “Mormonism? That’s the second freakiest religion in America!”



One guess who must be the first “freakiest”?



Cartwright certainly got the joke, but she didn’t like it, so the show dumped it according to insiders.



So even a purported allusion to Scientology got the axe at the Fox show.



“That’s ridiculous…Scripts change all the time as shows are prepared, and what goes into a show and what doesn’t go into a show is based on what’s funny, and that is it, her publicist.



Notice though that Cartwright’s spokesperson doesn’t flatly deny the report altogether.



Dad and Bart Simpson

Hollywood Scientologists and their publicists like to parse their language when responding to accusations that star power was somehow used to censor things within the entertainment industry.



Like South Park the longer running cartoon show The Simpsons has at times made fun of religion, but Scientologists seem to be very thin skinned when it comes to their own “sacred cow.”



However, unlike Isaac Hayes, Nancy Cartwright isn’t threatening anyone at Fox with a walkout.



The 58-year-old voiceover queen earns a reported $360,000 per episode, which means she takes in $8 million per season.



And besides, unlike Hayes, it appears Cartwright the cartoon diva cowed the show over her “sacred cow.”



Fonte: Cult News

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