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Homem da equipe de 'Convenção das Bruxas', filme com Anne Hathaway, é esfaqueado em set

G1 - Cinema - 19 Junho, 2019 - 19:14

Segundo comunicado da polícia, ele levou um golpe de faca no pescoço, foi levado ao hospital mais próximo e o agressor foi preso. Anne Hathaway Danny Moloshok/Invision/AP Um homem da equipe de "Convenção das Bruxas", filme estrelado por Anne Hathaway, foi esfaqueado no set de filmagens da Warner Bros perto de Watford, na Inglaterra. Segundo comunicado da polícia, ele levou um golpe de faca no pescoço, foi levado ao hospital mais próximo e o agressor foi preso. Investigações estão sendo feitas para descobrir mais detalhes do ataque. O filme tem previsão de estreia para 2020 e a Warner disse que se tratada um caso de polícia e não vai comentar.
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Rubens Ewald Filho popularizou crítica de cinema em mais de 50 anos de carreira

G1 - Cinema - 19 Junho, 2019 - 19:06

Jornalista morreu aos 74 anos nesta quarta-feira (19). Além de ser crítico, ele foi autor de novelas, atuou em filmes e escreveu livros. Rubens Ewald Filho posa no tapete vermelho do Festival de Gramado Fabio Winter / Pressphoto Rubens Ewald Filho foi o grande responsável por popularizar o papel de crítico, ao falar de maneira mais técnica sobre filmes em vários canais da TV. Após começar a carreira no jornal “A Tribuna”, de Santos, em 1967, passou por Globo, SBT, Record e Cultura. Nascido em Santos, litoral de São Paulo, em 7 de março de 1945, ele morreu em São Paulo nesta quarta-feira (19), aos 74 anos. Na TV por assinatura, comentou filmes na HBO, Telecine e TNT, sua emissora mais recente. No canal, participava da transmissão das maiores premiações, incluindo o Oscar. Em mais de 50 anos de carreira, também passou por "Veja" e "Folha de S.Paulo". Morre crítico de cinema Rubens Ewald Filho Seu primeiro trabalho como autor de novelas foi “Éramos seis”, adaptação para a TV Tupi do romance homônimo de Maria José Dupré em 1977. Escreveu a novela com Sílvio de Abreu. No ano seguinte, mudou-se para a TV Globo e escreveu “Gina”, outra adaptação de Maria José Dupré. Também foi o autor de "Drácula, Uma História de Amor", "Iaiá Garcia", “Casa de Pensão”, entre outras. Como ator, participou dos filmes "Amor Estranho Amor", “A casa das tentações”, "Independência ou Morte", “As gatinhas” e “A herança”. Rubens também escreveu os roteiros de "A árvore dos sexos" (1977) e "Elas são do baralho" (1977), filmes dirigidos por Silvio de Abreu. Publicou diversos livros sobre cinema, com destaque para “Dicionário dos cineastas”, “Os cem melhores filmes do século 20”, “O Oscar e eu” e “ O cinema vai à mesa”. Rubens também atuou como consultor em projetos como o Pólo de Cinema de Paulínia (SP). Considerado um dos maiores críticos de cinema do país, Ewald Filho dizia ter assistido a mais de 37 mil filmes e comentava anualmente a premiação do Oscar desde 1985. Apaixonado por teatro, também dirigiu peças como “Querido mundo”, com texto de Miguel Falabella”, e “Doce Veneno”.
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Rubens Ewald Filho: Veja a repercussão da morte do crítico de cinema

G1 - Cinema - 19 Junho, 2019 - 18:48

Ele tinha 74 anos e estava internado no Samaritano há quase um mês após sofrer desmaio seguido de queda em escada rolante. Rubens Ewald Filho Cleiton Thiele/Pressphoto A morte do crítico de cinema Rubens Ewald Filho foi lamentada por artistas e personalidades nesta quarta-feira (19) nas redes sociais. O jornalista morreu nesta quarta em São Paulo aos 74 anos. Considerado um dos maiores especialistas em cinema, Rubens Ewald Filho estava internado estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Samaritano, em Higienópolis, na região Central. Veja a repercussão: José de Abreu, ator: Initial plugin text Roberto Freire, político e ex-ministro da Cultura: Initial plugin text Lídice da Mata, senadora: Initial plugin text
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Rubens Ewald Filho morre em SP aos 74 anos

G1 - Cinema - 19 Junho, 2019 - 18:13

Considerado um dos maiores especialistas em cinema, crítico estava internado no Samaritano há quase um mês após sofrer desmaio seguido de queda em escada rolante. Morre, aos 74 anos, o crítico de cinema Rubens Ewald Filho O jornalista e crítico de cinema Rubens Ewald Filho morreu nesta quarta-feira (19) em São Paulo aos 74 anos. Considerado um dos maiores especialistas em cinema, Rubens Ewald Filho estava internado estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Samaritano, em Higienópolis, na região Central de São Paulo. Ewald Filho foi internado no dia 23 de maio após sofrer um desmaio seguido de uma queda de escada rolante. Ele passou por um tratamento cardiológico e das fraturas decorrentes da queda, mas não resistiu. Nascido em Santos, Rubens Ewald Filho assistiu a mais de 37 mil filmes. Começou a carreira no jornal “A Tribuna”, de Santos, em 1967.  Em mais de 50 anos de carreira, passou por alguns dos maiores veículos de comunicação e emissoras de TV no país. Seu primeiro trabalho como autor de novelas foi “Éramos seis”, adaptação para a TV Tupi do romance homônimo de Maria José Dupré em 1977. Escreveu a novela com Sílvio de Abreu. No ano seguinte, mudou-se para a TV Globo e escreveu “Gina”, outra adaptação de Maria José Dupré. Também é autor de "Drácula, Uma História de Amor", "Iaiá Garcia" e “Casa de Pensão”, entre outras. Como ator, participou dos filmes "Amor Estranho Amor", “A casa das tentações”, "Independência ou Morte", “As gatinhas” e “A herança”.  Ele foi grande responsável por popularizar o papel de crítico, ao falar de maneira mais técnica sobre filmes em vários canais da TV. Trabalhou na Globo, SBT, Record e Cultura. Na TV por assinatura, comentou filmes na HBO, Telecine e TNT, sua emissora mais recente. No canal, participava da transmissão das maiores premiações, incluindo o Oscar. Além da crítica, escreveu livros como "Dicionário de cineastas" e atuou como consultor em projetos como o Pólo de Cinema de Paulínia (SP), entre outros. Rubens escreveu os roteiros de "A árvore dos sexos" (1977) e "Elas são do baralho" (1977), filmes dirigidos por Abreu. Todo seu conhecimento sobre cinema Rubens Ewald Filho deixou registrado também em livros como "Dicionário de Cineastas", "Cinema com Rubens Ewald Filho", "Os 100 Maiores Cineastas", "O Oscar e eu" e "Os 100 Melhores Filmes do Século 20". Rubens Ewald Filho Cleiton Thiele/Pressphoto Crítico de cinema Rubens Ewald Filho Reprodução/TV Tribuna Rubens Ewald Filho Gustavo Magnusson Rubens Ewald Filho no 43º Festival de Cinema de Gramado Paula Menezes G1 RS
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Disney anuncia 'Soul' para 2020 e descreve nova animação da Pixar como uma jornada para descobrir respostas para questões da vida

G1 - Cinema - 19 Junho, 2019 - 14:39

Estúdio nao divulgou detalhes do projeto, mas segundo a revista Variety, a direção ficará a cargo de Pete Docter ('Up – Altas Aventuras' e 'Divertida Mente'). "Soul", próxima animação da Pixar, ganha data de lançamento Reprodução/Twitter A Disney iniciou uma contagem regressiva para a chegada de mais uma animação original da Pixar. Em seu Twitter, o estúdio divulgou a data e o nome de mais um projeto. "Soul" será lançado em 19 de junho de 2020. “Daqui a um ano, a Pixar vai te levar para uma jornada das ruas de Nova York até reinos cósmicos para descobrir as respostas das mais importantes questões da vida”, descreve o breve comunicado. Apesar de já ter data de lançamento, a animação conta com poucos detalhes. Segundo a revista Variety, um breve teaser do filme cita: “Você já se questionou de onde vem suas paixões, seus sonhos e seus interesses? O que é isso que faz você ser... você?”. Entre as informações confirmadas está o nome do diretor Pete Docter (“Up – Altas Aventuras” e “Divertida Mente”), além de Dana Murray (“Lou”) na produção. O elenco responsável pela dublagem ainda não foi anunciado. Initial plugin text
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'Yesterday', comédia com canções dos Beatles, ganha aprovação de Paul McCartney e Ringo Starr

G1 - Cinema - 19 Junho, 2019 - 12:03

Filme de Danny Boyle imagina mundo sem músicas dos Beatles. Assista ao trailer. Assista ao trailer de 'Yesterday' Você consegue imaginar um mundo sem os Beatles? Esse é o cenário em que o diretor britânico Danny Boyle pede para o público acreditar em seu novo filme, "Yesterday". A estreia no Brasil está marcada para 29 de agosto. A comédia, que chega aos cinemas na próxima semana, conta a história do músico britânico Jack, que acorda após um acidente de trânsito e se descobre em uma linha do tempo alternativa, na qual apenas ele consegue se lembrar da banda dos anos 1960. Boyle, que ganhou um Oscar pelo filme "Quem Quer Ser um Milionário?", de 2008, disse que a banda permitiu o uso das músicas no filme apesar de ser um enredo em que "eles são apagados da consciência mundial". "Acho que eles [Beatles] amariam a ideia - o quão peculiar a ideia era. Ela apela ao senso de humor deles, acredito", disse Boyle no tapete vermelho da pré-estreia do filme em Londres, na terça-feira (18). Cartaz do filme 'Yesterday' Divulgação "Isso é tão típico do senso de humor deles --e de sua coragem também--, porque eles são experimentadores. Então acho que eles gostam do fato de que é um pouco fora da curva". Boyle disse que Ringo Starr e a viúva de George Harrison assistiram ao filme e enviaram recados de apoio. Sobre Paul McCartney, Boyle disse: "Não acho que Paul tenha visto o filme, mas ele viu o trailer e disse 'Oh, isso parece funcionar!'". Boyle afirmou que também escreveu a Yoko Ono, viúva de John Lennon. Ed Sheeran, cantor e compositor britânico, também participa do filme, interpretando si mesmo, como pessoa que ajuda Jack, interpretado pelo ator Himesh Patel, a recriar alguns dos maiores sucessos da banda, o que faz a carreira do jovem decolar. O elenco tem Lily James, Kate McKinnon e James Cordem, e o roteiro foi escrito por Richard Curtis, responsável por "Simplesmente Amor".
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Tom Hanks fala de 'Toy Story 4' e seu personagem Woody: 'É bom exemplo de viver em meritocracia'

G1 - Cinema - 19 Junho, 2019 - 12:02

Ele falou da trajetória de liderança do cowboy na franquia que volta aos cinemas nesta semana. Tom Hanks em 2012 Chris Carlson/AP Tom Hanks dá voz ao boneco Woody em "Toy Story", cujo quarto filme estreia nesta quinta (20), disse nesta quarta-feira que o sucesso desta popular série da Pixar se deve ao "elemento mágico que existe em brinquedos que ganham vida, algo que todo mundo quer acreditar". G1 JÁ VIU: 'Toy Story 4' "Os brinquedos (em 'Toy Story') têm uma vida interior, combinada com histórias e aventuras fantásticas que estão em todos os nossos sonhos e, além disso, refletem todas as mudanças que enfrentamos quando nos tornamos adultos", afirmou. 'Toy Story 4' ganha novo trailer; ASSISTA Hanks destacou que por trás dos filmes da franquia "não há bruxaria, nem poção mágica, nem venenos, são brinquedos que ganham vida e enfrentam os problemas que têm, e essa é a chave do sucesso". O ator elogiou "Toy Story 4", com personagens femininos fortes e líderes: "As experiências que Betty (uma boneca porcelana) teve lhe permitem estar no comando. É inteligente, como deve ser. Woody, que é honesto, tem experiência suficiente para saber que não sabe nada e que a candidata natural para liderar é Betty e não tem nenhum problema de ego ou de status". O cowboy Woody, acrescentou, pode ser "um bom exemplo de viver em uma meritocracia e que os inteligentes liderem o caminho". Ducky, Bunny, Buzz, Woody e Bo Peep em 'Toy Story 4' Divulgação Depois de ter participado em filmes como "O Resgate do Soldado Ryan" e produzido as séries "The Pacific" e "Band of Brothers", Hanks voltará à II Guerra Mundial em "Greyhound" e "In The Garden Of Beasts", esse sobre o primeiro embaixador americano na Alemanha nazista. "Meu interesse específico pela II Guerra Mundial é uma questão de geração, porque meus pais e cuidadores viveram nesse tempo", contou Hanks. Em qualquer projeto de gênero histórico, "a maior responsabilidade é não alterar os dados por questões de roteiro, você tem que se ater aos fatos". Hanks contou que volta várias vezes às produções históricas porque gosta de pensar no que faria se ele estivesse "nessas circunstâncias". "Mas no final não se sabe", disse. Mais do que uma história qualquer Toy Story 4 Reprodução Os produtores Jonas Rivera e Mark Nielsen explicaram nesta quarta-feira em entrevista coletiva que "Toy Story 4" é uma continuação e tem o mesmo ritmo do terceiro filme, mas "ampliando o arco narrativo do personagem de Woody". Especificamente, o principal desafio para o diretor, Josh Cooley, foi a própria história: "Não queríamos que fosse uma história a mais". A possibilidade de um novo filme da saga flutuou no ambiente da entrevista coletiva: "Se fosse o final da série ficaria satisfeito, mas é verdade que todos os filmes deixam aberta a possibilidade de continuação com algum dos personagens". Vai ter 'Toy Story 5'? No entanto, os produtores garantem que não têm planos para "Toy Story 5", ao que um divertido Tom Hanks respondeu: "Certamente uma criança que assistir 'Toy Story 4' dirá daqui a 20 anos que tem uma história nova e então será filmada". Durante a entrevista coletiva, ele se mostrou muito expressivo, cômico e inclusive fez vozes, às vezes imitando Keanu Reaves, às vezes se fazendo de malvado. Ele disse que para ele foi importante ter começado sua carreira em uma companhia de teatro com um repertório de várias obras clássicas, entre as quais havia dramas e comédias, algo que posteriormente marcou sua trajetória cinematográfica. "Sejam dramas ou comédias, em ambos os casos sabíamos que éramos fiéis à natureza humana e eu fiz filmes sérios e cômicos; e não se leva mais a sério o drama do que a comédia, mas se tenta fazê-lo bem e que seja real", explicou.
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'Turma da Mônica: Laços' mantém espírito do gibi para ser o melhor filme infantil brasileiro; G1 já viu

G1 - Cinema - 19 Junho, 2019 - 06:00

Excelente adaptação de personagens de Mauricio de Sousa estreia no dia 27. Elenco inspirado de protagonistas diverte e emociona. É difícil de acreditar que foram precisos cerca de 60 anos desde a primeira tirinha publicada para que os personagens de Mauricio de Sousa ganhassem uma adaptação com atores para o cinema. "Turma da Mônica: Laços" estreia no dia 27 como um belo retrato do espírito dos gibis do quadrinista – e como o melhor filme genuinamente infantil feito no Brasil. A afirmação parece um pouco exagerada, porém é justa. O gênero no país até teve alguns bons momentos, mas carece de clássicos, o que facilita a concorrência. "Laços" é doce, inocente, respeita a essência dos personagens criados há tanto tempo e com certeza irá entreter a criançada enquanto emociona os pais (que muito provavelmente cresceram lendo os quadrinhos). E a escalação inspirada dos jovens atores responsáveis por dar vida a Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali somada a uma fotografia belíssima ajudam o espectador a ignorar os pequenos defeitos pelo caminho. Assista ao trailer de "Turma da Mônica - Laços" Cala, cadê o Floquinho? Para quem não conhece, o filme foca num quarteto de crianças, que moram no mesmo bairro, naquela fase da infância na qual a amizade se confunde muitas vezes com brigas e disputas. Após mais um plano infalível descoberto e mais uma surra nas mãos – e coelhinho de pelúcia – da pequena Mônica (Giulia Benite), Cebolinha (Kevin Vechiatto) precisa da ajuda da galera para encontrar seu cão, Floquinho, raptado por um vilão misterioso. Nessa jornada ao lado de Cascão (Gabriel Moreira) e de Magali (Laura Rauseo), os jovens se aventuram por uma floresta e enfrentam valentões da rua de cima e seus próprios medos. A história é uma adaptação direta da graphic novel de mesmo nome lançada pelos irmãos Lu e Vitor Cafaggi em 2013, parte da linha que entrega os personagens de Mauricio para outros autores, a Graphic MSP. Há algumas novidades no roteiro, como inspirada participação do Louco (Rodrigo Santoro) ou o resgate final, mas o sentimento de força na união está lá. Giulia Benite, Laura Rauseo, Kevin Vechiatto e Gabriel Moreira em cena de 'Turma da Mônica: Laços' Divulgação/Serendipity Inc O equilíbrio entre a obra, uma interpretação um pouco mais moderna da turma, e o espírito dos gibis é o grande trunfo do filme dirigido por Daniel Rezende ("Bingo: O rei das manhãs"). Em "Laços", o tom de aventura infantil com inspiração em "Os Goonies" (1985), já destacado no lançamento do original, ganha bom contraste com a inocência de certas cenas, como o golpe arquitetado por Cebolinha logo na abertura. Disfarçado com um sobretudo e em cima de um caixote de madeira, a ideia do garoto poderia parecer um pouco boba para um filme, mas parece saída tão diretamente dos quadrinhos e feita com tanta honestidade que funciona. Gabriel Moreira, Giulia Benite, Kevin Vechiatto e Laura Rauseo em cena de 'Turma da Mônica: Laços' Divulgação/Serendipity Inc Em carne e osso A adaptação não daria certo sem os atores certos para dar vida aos personagens. Giulia, Kevin, Gabriel e Laura provam que a busca de seis meses valeu a pena. Uma história completamente focada no quarteto, com longos trechos sem qualquer interação com adultos, dependia de atuações naturais. Eles entregam. Mais do que isso, apresentam encarnações convincentes de uma turma que fez parte da infância de muita gente. O maior defeito de "Laços" é a participação reduzida de Cascão e de Magali. As constantes disputas do outro par pela liderança diminui sua importância e impede que suas complexidades realmente apareçam. Por outro lado, as brigas também rendem o melhor momento da trama, na qual os protagonistas abandonam suas personalidades "quadrinescas" e deixam aflorar um lado humano de verdade. A bela cena deve render alguns tostões aos fabricantes de lenços de papel. O jeito então é torcer para que o desenvolvimento maior do resto do grupo seja um dos focos de uma eventual continuação. Material não falta, já que são 60 anos de gibis e outros dois capítulos escritos pelos Cafaggi. Considerando as lágrimas nos olhos de Mauricio ao final da pré-estreia, vontade não falta. Giulia Benite, Laura Rauseo, Gabriel Moreira e Kevin Vechiatto em cena de 'Turma da Mônica: Laços' Divulgação/Serendipity Inc
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Mauricio de Souza se emociona após assistir pré-estreia de 'Turma da Mônica – Laços'

G1 - Cinema - 18 Junho, 2019 - 10:29

Mauro Souza, filho do cartunista, mostrou a reação do pai após a exibição do longa no cinema. Maurício de Souza se emociona após assistir pré-estreia de 'Turma da Mônica – Laços' Mauricio de Souza não segurou as lágrimas ao assistir a pré-estreia do filme “Turma da Mônica – Laços”. O registro foi feito por Mauro Souza, filho do cartunista, e publicado nas redes sociais. Mauro publicou alguns vídeos em seu Instagram mostrando a reação do público e do pai ao final da exibição, que aconteceu em São Paulo, no domingo (16). Nos vídeos, Mauro comentou que estava todo mundo chorando e mostrou o pai bastante emocionado. “Turma da Mônica – Laços” estreia nos cinemas em 27 de junho. O elenco, apresentado em setembro de 2017, é composto por Kevin Vechiatto (Cebolinha); Gabriel Moreira (Cascão); Giulia Barreto (Mônica) e Laura Rauseo (Magali). Mauro Souza com o pai, Mauricio de Souza Reprodução/Instagram
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'Aladdin' retorna ao topo da bilheteria nacional e soma R$ 65 milhões desde a estreia

G1 - Cinema - 17 Junho, 2019 - 14:00

Líder na última semana, 'X-Men: Fênix Negra' cai para a terceira posição. ‘MIB: Homens de Preto - Internacional’ estreia em segundo lugar. Naomi Scott e Mena Massoud em cena de 'Aladdin' Divulgação Na última semana, “Aladdin” perdeu a liderança da bilheteria nacional para “X-Men: Fênix Negra”, mas já retomou a posição. Em sua quarta semana de exibição, a versão com atores da animação de 1992 voltou ao topo do ranking, segundo dados da Comscore. Neste final de semana, “Aladdin” arrecadou R$ 6,9 milhões. Desde sua estreia, o longa já soma R$ 65,4 milhões. Antes líder, “X-Men: Fênix Negra” caiu para a terceira posição do ranking referente ao período de 13 a 16 de junho e arrecadou R$ 6,7 milhões. “MIB: Homens de Preto – Internacional”, que estreou nas salas de cinema esta semana, ficou com a segunda posição com R$ 6,7 milhões em bilheteria. Assista ao novo trailer de Aladdin Veja, abaixo, o ranking de bilheteria do último fim de semana no Brasil: "Aladdin": R$ 6,9 milhões "MIB: Homens de preto - Internacional": R$ 6,7 milhões "X-Men: Fênix Negra": R$ 4,8 milhões "Patrulha Canina: Super Filhotes": R$ 1,8 milhões "Rocketman": R$ 1,7 milhões "Vingadores: Ultimato": R$ 692,5 mil "Dor e Glória": R$ 692 mil "Juntos Para Sempre": R$ 457 mil "Festival Varilux de Cinema Frances" (2019): R$ 425 mil "Obsessão": R$ 363 mil
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Assinatura falsa de George Clooney faz dois italianos serem presos na Tailândia

G1 - Cinema - 17 Junho, 2019 - 10:09

Eles tinham convencido em 2010 vários investidores que o ator americano tinha permitido utilizar seu nome para criar uma marca de roupas. Geroge Clooney fala durante lançamento da série "Ardil 22" REUTERS/Lucy Nicholson Dois italianos acusados de falsificar a assinatura de George Clooney foram detidos na cidade de Pattaya, na Tailândia, para onde haviam fugido, segundo informaram nesta segunda-feira fontes policiais. Francesco Galdelli, de 58 anos, e Vanja Goffi, de 45 anos, foram detidos no sábado em uma operação conjunta entre as autoridades tailandesas e italianas, declarou à Agência Efe Arun Wachirasrisukunya, subdiretor do Departamento de Supressão contra o Crime. O casal, que era procurado pela Interpol, estava escondido na Tailândia desde 2014, após fugirem da Itália, onde tinham sido condenados a oito anos de prisão por diversos crimes de fraude. Os detidos tinham convencido em 2010 vários investidores que o ator americano tinha permitido utilizar seu nome para criar uma marca de roupas, algo que o próprio Clooney negou no tribunal de Milão onde aconteceu o julgamento. Segundo a polícia, os italianos roubaram cerca de 40 milhões de bahts tailandeses (aproximadamente R$ 5 milhões). As autoridades da Tailândia devem entregar à Itália os suspeitos, que viviam de maneira ilegal no país asiático, para que cumpram sua pena, segundo disse à Efe o oficial Chitdecha Songkham.
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'MIB: Homens de Preto - Internacional' decepciona em estreia nos EUA com US$ 28 milhões em bilheteria

G1 - Cinema - 17 Junho, 2019 - 08:16

Valor arrecadado representa cerca de metade do que os filmes anteriores da sequência de ficção científica obtiveram durante o primeiro fim de semana em cartaz. Tessa Thompson e Liam Neeson em cena de 'MIB: Homens de Preto - Internacional' Divulgação "MIB: Homens de Preto - Internacional" se tornou a mais recente sequência ignorada pelos frequentadores de cinema na América do Norte, segundo dados da revista Variety. "MIB", da Sony, liderou as vendas de ingressos nas bilheterias de fim de semana nos EUA, com US$ 28,5 milhões (cerca de R$ 108 milhões), mas ainda assim ficou bem abaixo das expectativas. Esses números representam cerca de metade do que os filmes anteriores da sequência de ficção científica arrecadaram durante o primeiro fim de semana em cartaz. Os três filmes anteriores de "Men in Black" estrearam com mais de US$ 50 milhões (R$ 194 milhões). G1 já viu: Novo 'MIB: Homens de Preto' não repete magia do 1º filme mesmo com atores carismáticos O filme, estrelado por Tessa Thompson e Chris Hemsworth, não deve atingir o mesmo patamar dos filmes originais estrelados por Will Smith e Tommy Lee Jones. Os analistas previam um fim de semana de estreia acima de US$ 30 milhões (R$ 116 milhões). Dirigido por F. Gary Gray, a sequência tem Thompson e Hemsworth como agentes que protegem a Terra de uma série de ataques alienígenas. "MIB: Homens de Preto - Internacional" está agora apostando em espectadores no exterior para tornar a aventura de ação um sucesso. A Sony co-financiou o filme com a Hemisphere e a Tencent, gastando US$ 110 milhões (cerca de R$ 426 milhões) na produção, cerca de metade do que custou "MIB 3". Críticos elogiaram a química entre Hemsworth e Thompson, que primeiro dividiram a tela em "Thor: Ragnarok", mas as análises foram pouco inspiradoras para a sequência, que vem sete anos após o filme anterior e 25 anos após o primeiro. Assista ao trailer de 'MIB: Homens de Preto – Internacional'
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'Doutor sono': trailer de sequência de 'O iluminado', com Ewan McGregor, é divulgado; assista

G1 - Cinema - 14 Junho, 2019 - 13:54
História de 'Doutor Sono' parte do trauma de Danny, filho de Jack Torrance. Previsão de lançamento é 7 de novembro. Assista ao trailer de "Doutor Sono" Foi divulgado nesta sexta-feira (14) o trailer do filme "Doutor sono", sequência de "O iluminado". Veja acima. Ewan McGregor é o escolhido para interpretar o protagonista Danny Torrance na adaptação do romance, sequência do clássico de terror de Stephen King. A informação foi divulgada pela revista "Variety" em 2018. Também estão no elenco do thriller sobrenatural Rebecca Ferguson (“Missão: Impossível” e “O Rei do Show”) e a atriz Kyliegh Curran, que faz sua estreia nos cinemas. Carl Lumbly, Zahn McClarnon, Emily Alyn Lind, Bruce Greenwood, Jocelin Donahue, Alex Essoe e Cliff Curtis completam o time de atores. Mike Flanagan, de "Ouija: Origem do mal" (2016), é o diretor. Ele também é responsável pelo roteiro. Conforme divulgado, “Doutor Sono” continua a história de Danny Torrance, 40 anos após sua assustadora estadia no Hotel Overlook, de "O Iluminado". Ainda marcado pelo trauma que sofreu quando criança, Dan lutou ao longo dos anos para encontrar alguma aparência de paz, que é destrupida quando ele encontra Abra, uma adolescente corajosa com um dom extra-sensorial, conhecido como "Brilho". Ao reconhecer instintivamente que Dan compartilha seu poder, Abra o procura, desesperada para que ele a ajude contra a impiedosa Rose Cartola e seus seguidores do grupo Verdadeiro Nó, que se alimentam do Brilho de inocentes visando a imortalidade. Ao formarem uma improvável aliança, Dan e Abra se envolvem em uma brutal batalha de vida ou morte com Rose. A inocência de Abra e a maneira destemida que ela abraça seu Brilho fazem com que Dan use seus próprios poderes como nunca, enquanto enfrenta seus medos e desperta os fantasmas do passado. "Doutor Sono" tem previsão de lançamento para 7 de novembro.
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Carla Diaz interpretará Suzane von Richthofen no filme 'A menina que matou os pais'

G1 - Cinema - 14 Junho, 2019 - 10:51

Trama se concentrará no contexto dos assassinatos de Manfred e Marísia von Richthofen, em um dos casos policiais mais lembrados do Brasil. Data de estreia ainda não foi divulgada. Carla Diaz em foto publicada no Instagram e Suzane von Richthofen durante saída temporária da prisão, no Dia dos Pais em 2018 Reprodução/Instagram e Luara Leimig/TV Vanguarda Carla Diaz foi a atriz escolhida para interpretar Suzane von Richthofen no filme que contará a história de um dos mais lembrados casos policiais do Brasil, confirmou o diretor Mauricio Eça. "A menina que matou os pais" ainda não teve a data de estreia divulgada. Carla iniciou a carreira ainda criança. Ficou conhecida ao viver a personagem Khadija da novela "O clone" (TV Globo), exibida entre 2001 e 2002. Seu último trabalho na TV foi uma participação em "Espelho da vida" (TV Globo), em 2018. Outros nomes do elenco do filme ainda não foram divulgados. Segundo Eça - cujo currículo inclui o clipe de "Diário de um detento", dos Racionais MC's, e dois filmes da franquia infantil "Carrossel" -, "A menina que matou os pais" se concentrará no contexto dos assassinatos de Manfred e Marísia von Richthofen, pais de Suzane, em outubro de 2002. "A história todo o mundo conhece. O que as pessoas não conhecem é o que precedeu a história", disse em entrevista ao G1, em julho do ano passado. Ele define a produção como um "thriller psicológico de suspense" e promete "detalhes e discussões nunca antes debatidos sobre o caso". Reprodução de foto da família Richthofen. Da esquerda para a direita: Suzane von Richthofen, o irmão Andreas Albert von Richthofen e os pais Marísia von Richthofene e Manfred Albert von Richthofen Sérgio Castro/Estadão Conteúdo/Arquivo O crime O casal Richthofen foi morto a pauladas enquanto dormia. O crime foi cometido pelos irmãos Daniel e Cristian Cravinhos, à época namorado e cunhado de Suzane. Ela foi condenada a 39 anos de prisão por ter sido considerada mentora da ação e cumpre pena em Tremembé (SP). Daniel já cumpre pena no regime aberto. Cristian estava no mesmo regime, mas foi preso em 2018 por posse ilegal de munição após se envolver em uma confusão em um bar de Sorocaba (SP). A pesquisa para reconstituição da história no filme durou cerca de seis meses e analisou arquivos públicos do julgamento, desde o assassinato até a condenação. O roteiro é da criminóloga Ilana Casoy, autora dos livros "O quinto mandamento" (Arx, 2006), que reconstitui o assassinato, e "Casos de família" (Darkside, 2016), sobre a morte dos Richthofen e de Isabella Nardoni. O escritor de literatura policial Raphael Montes também assina.
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Pedro Almodóvar receberá Leão de Ouro em homenagem à carreira no Festival de Veneza

G1 - Cinema - 14 Junho, 2019 - 09:49

Segundo organização do evento na Itália, diretor é considerado o 'maior e mais influente' cineasta espanhol desde Luis Buñuel. Antonio Banderas e o diretor espanhol Pedro Almodóvar apresentam 'La piel que habito' no Festival de Cannes em 2016 AP Pedro Almodóvar receberá o Leão de Ouro em homenagem à sua carreira na 76ª edição do Festival de Cinema de Veneza, de acordo com o anúncio divulgado nesta sexta-feira pelos organizadores do evento, a ser realizado entre 28 de agosto e 7 de setembro. A decisão foi tomada pelo Conselho Administrativo da Bienal de Veneza, do qual faz parte o festival de cinema, já que o diretor é considerado o "maior e mais influente" cineasta espanhol desde Luis Buñuel. O diretor de "Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos" (1988) e de "Tudo Sobre Minha Mãe" (1999) aceitou o reconhecimento e se mostrou "muito emocionado e honrado" por este prêmio. Almodóvar afirmou ter "belíssimas lembranças" do festival, um dos eventos de cinema mais importantes do mundo e onde justamente aconteceu sua estreia internacional com "Maus Hábitos"(1983). "Era a primeira vez que um de meus filmes viajava para fora da Espanha, foi meu batismo internacional e uma experiência maravilhosa. (...) O Leão se transformará no meu animal de estimação, junto aos dois gatos com os quais convivo. Obrigada do fundo do meu coração", disse o cineasta. O diretor da mostra, Alberto Barbera, disse que Almodóvar "não é só o maior e mais influente diretor espanhol desde Buñuel, mas o autor que foi capaz de oferecer um retrato mais articulado, controverso e provocador da Espanha pós-franquista". "Os temas de transgressão, desejo e identidade são o terreno de seus trabalhos, impregnados de um humor corrosivo e dotado de um esplendor visual que confere inéditos brilhos à estética 'camp' e 'pop art' à qual se refere explicitamente", destacou Barbera. O diretor do Festival de Veneza ressaltou a capacidade do cineasta espanhol de falar do mal do amor, do abandono e da incoerência do desejo em seus filmes, o que o situa entre o melodrama e a comédia, mas sobretudo de retratar personagens femininos "incrivelmente originais". Veneza também entregará um Leão de Ouro honorário à atriz britânica Julie Andrews, intérprete de papéis inesquecíveis como Mary Poppins (1964).
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Cuba Gooding Jr é denunciado por tocar nádegas de mulher sem o consentimento dela

G1 - Cinema - 14 Junho, 2019 - 09:48

Defesa do ganhador do Oscar diz que vídeo ainda não divulgado 'mostra o que realmente aconteceu'. Ator nega acusação. O cantor de soul Cuba Gooding, pai do ator Cuba Gooding Jr., em foto de 18 de agosto de 1999 Chris Brandis Cuba Gooding Jr foi denunciado nesta quinta-feira à justiça de Nova York por toques não consentidos em uma mulher em um bar de Manhattan no fim de semana. O advogado do ator, Mark Heller, disse que seu cliente vai se declarar inocente. "Gooding não agiu de forma inapropriada de nenhum modo. Nada no vídeo pode ser considerado ambíguo", disse Heller, sem detalhar a que vídeo se referia. Cuba Gooding Jr negou a acusação em declaração ao site de notícias sobre celebridades TMZ, que o entrevistou na terça-feira no aeroporto de Los Angeles. "Confio no sistema", disse o ator. "Há uma gravação que mostra o que realmente aconteceu". Os toques sem consentimento são um delito menor, punido com no máximo um ano de prisão, segundo a lei estadual de Nova York. Um porta-voz da polícia confirmou que o ator, de 51 anos, se entregou às autoridades, mas não quis comentar a acusação. Segundo veículos americanos, uma mulher denunciou o ator depois que ele apalpou seus seios em um bar de Manhattan no domingo à noite. Vários veículos americanos afirmam, além disso, que outra mulher apresentou na segunda-feira uma denúncia contra ele por fatos ocorridos em março de 2008. Ela afirma que Cuba Gooding Jr, vencedor do Oscar de melhor ator coadjuvante em 1997, tocou suas nádegas em uma discoteca de Manhattan.
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Tessa Thompson, do novo 'MIB', lança 3º filme em 2019 como 'a cara da diversidade': 'É poderoso'

G1 - Cinema - 14 Junho, 2019 - 06:00

Primeiro papel como protagonista em uma grande franquia estabelece de vez atriz como um dos principais nomes de sua geração. Tessa Thompson fala sobre representatividade, música e cabras Demorou um pouco, mas Tessa Thompson finalmente está recebendo o reconhecimento que merece. Apesar de ser uma das atrizes mais ocupadas e talentosas da nova geração em Hollywood, ela estrela seu primeiro grande filme como protagonista somente agora. "MIB: Homens de Preto - Internacional", lançado no Brasil nesta quinta-feira (13), a americana de 35 anos faz sua estreia como protagonista de uma franquia reconhecida. Em entrevistas ao G1 durante passagem pelo país, ela fala sobre a importância de ser "a cara da diversidade" nas produções que integra. Assista ao vídeo acima. "É muito poderoso poder ver você [representada nos cinemas]. Acho que parte do motivo pelo qual nunca imaginei que poderia estar em um filme como esse é porque eu nunca vi", conta. "Acho que é muito legal que uma geração inteira de jovens mulheres consigam se ver." Para a filha de um pai negro e uma mãe branca de família mexicana, isso é ainda mais pessoal. "Eu não tenho escolha, né? Você me coloca em um projeto e de repente eu sou a cara da diversidade nele." Tessa Thompson e Chris Hemsworth em cena de 'MIB: Homens de Preto - Internacional' Divulgação Uma deusa, uma cantora, uma mulher de preto "MIB: Internacional" já é a terceira produção a estrear no país em 2019 com Thompson no elenco. Antes de vestir o terno e os óculos escuros, ela foi uma deusa nórdica em "Vingadores: Ultimato" e a cantora casada com o protagonista de "Creed II", tudo no mesmo ano. Somadas, as duas bilheterias chegam a quase US$ 3 bilhões ao redor do mundo. Se isso não fosse o bastante, ela ainda aparece como uma das personagens centrais de "Westworld", uma das maiores séries da HBO, cuja terceira temporada estreia em 2020. Em "Ultimato", ela volta ao papel de Valquíria, o qual interpretou pela primeira vez em 2017 em um filme para o qual jamais pensou que seria escalada. Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Tessa Thompson e Tom Hiddleston em cena de 'Thor: Ragnarok' Divulgação/Marvel "Quando consegui o papel em 'Thor: Ragnarok' eu fiquei doida, porque nunca pensei que poderia estar em um filme de quadrinhos", conta ela. "Havia muito poucos exemplos, especialmente de mulheres negras e pardas, dentro desse gênero." Para ela, o universo cinematográfico da Marvel representa uma mudança nesse status, ou pelo menos um começo. "O legal da época em que estamos trabalhando agora é que há muitas mulheres de cor que não se sentem representadas por mim. E então há Danai [Gurira], há Lupita [Nyong'o], há Letitia [Wright] e essa é a verdade. É preciso que haja muitas de nós, não apenas algumas exceções." Os esforços da atriz não ficam limitados ao trabalho em frente às câmeras. Com a colega e amiga Brie Larson ("Capitã Marvel") e a fundadora da Iniciativa de Inclusão Annenberg, Stacy Smith, Thompson começou uma organização para aumentar a representatividade na mídia. A ideia é aumentar a participação de mulheres e outras minorias na indústria. Brie Larson, que vive a Capitã Marvel, e Tessa Thompson, a Valquíria de 'Vingadores', brincaram no Twitter que suas personagens poderiam formar um casal fofo Getty Images via BBC De um caso frio à galáxia O primeiro papel de Thompson na televisão aconteceu em 2005, em uma participação de um episódio na série "Cold Case". Depois de personagens em "Veronica Mars", "Grey's Anatomy", "Heroes", e produções menores no cinema, sua estabilidade em Hollywood só chegou mesmo quase dez anos depois. Dá pra dizer que 2014 e 2015 foram os anos de sua revelação, quando estrelou filmes como "Cara gente branca", "Selma: Uma luta pela igualdade" e "Creed: Nascido para lutar". Com atuações elogiadas e um papel que roubou a cena em "Ragnarok", ela repete a parceria com Chris Hemsworth no novo "Homens de Preto". No recomeço da franquia sobre uma organização que combate ameaças alienígenas, ela interpreta a novata M, que deve trabalhar com o agente H (Hemsworth) para impedir o mais novo fim do mundo, enquanto lidam com um provável espião na agência. "A verdade é que ela é muito esperta. Francamente, ela sabe mais que ele e é mais preparada do que ele, porque ela tem que ser", conta. "Ele é tipo esse agente estrela impulsivo e ela tem que trabalhar dez vezes mais duro que ele. E isso é meio que verdade para mulheres em geral ainda. Tessa Thompson e Chris Hemsworth em cena de 'MIB: Homens de Preto - Internacional' Divulgação Cantora sem nome O que algumas pessoas não sabem é que a atriz também é uma cantora e compositora. Além de ser uma ex-integrante da banda de R&B e soul Caught a Ghost, ela também escreveu todas as músicas apresentadas por sua personagem, Bianca, nos dois "Creed". Apesar de toda essa experiência com o microfone, ela garante que nunca vai lançar um disco. Pelo menos não com o próprio nome. "Adoro que muitas pessoas nem sabem que eu estou cantando as músicas da Bianca. Elas acham que é outra pessoa ou que eu estou sendo dublada", afirma. "Gosto que posso escrever algo e, se as pessoas criticarem, estão criticando esta outra pessoa que não sou eu. Então, se eu fosse algum dia lançar algo, o faria em algum outro nome. E faria meu máximo para esconder o fato de que sou eu." Sylvester Stallone, Michael B. Jordan e Tessa Thompson em cena de 'Creed II' Divulgação Cabra Tessa "Eu gosto de cabras". É assim que Thompson começa a contar a história de como se tornou base – ou alvo – de um perfil no Twitter que compara fotos suas com algumas do simpático animal. Initial plugin text O amor começou por causa de seus pais, que moram perto de uma criação de cabras. "Eu nem sei de quem elas são. Mas eu ia lá às vezes e passava tempo com elas. Então eu percebi que realmente gosto de cabras. Gosto de curtir com elas." No entanto, as comparações só aconteceram durante as gravações de "Aniquilação" (2018), ficção científica do qual fez parte ao lado de Natalie Portman. Após ver uma foto sua tirada pela produção, daquelas usadas entre gravações para garantir a continuidade, a atriz percebeu a semelhança. "Eu estava apenas sentada lá, no meio do campo, próximo de Londres. Eu olhei pra essa foto, e então percebi", conta. "Olhei para uma foto de uma cabra no meu celular, porque gosto muito de cabras, e pensei 'eu pareço tanto com essa cabra'. Então eu contei isso em alguma entrevista ou algo assim e esse perfil começou no Twitter. E minha vida nunca mais foi a mesma." Initial plugin text
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'Toy Story 4' tem Woody em desfecho inesperado, mais cômico que emocionante; G1 já viu

G1 - Cinema - 13 Junho, 2019 - 13:00

Roteiro se esforça para encontrar na boneca Bo Peep justificativa para existência de novo filme. Ela volta como andarilha de espírito livre, em trama que realça personagens femininas. Todas as lágrimas já foram gastas. Depois de um terceiro filme dramático, "Toy Story 4" - que estreia na próxima quinta-feira (20) com certa desconfiança (o anterior já não parecia uma conclusão?) - faz mais rir do que chorar. Isso não é um problema. A franquia, que em 1995 revolucionou o modo de fazer animação, soube se reinventar para chegar com frescor a 2019. Um novo diretor (Josh Cooley, estreante em longas), novos brinquedos e novas ideias ajudaram. 'Toy Story 4' ganha novo trailer; ASSISTA A atualização é mais evidente nas personagens femininas. Bo Peep (Annie Potts, na dublagem original), a boneca de porcelana que nos três primeiros filmes não foi muito mais que o crush de Woody (Tom Hanks), vira protagonista numa versão guerreira destemida. Seu espírito livre dá o tom da nova história. O roteiro se esforça para encontrar no mistério que rondava o destino da boneca uma justificativa para a existência do quarto filme. Ele, então, volta nove anos para explicar que ela se perdera da turma ao ser esnobada por sua criança, Molly, irmã de Andy, passando a uma vida de andarilha. Bo Peep, boneca de porcelana cujo destino era um mistério, volta como guerreira destemida em "Toy Story" Divulgação Claro que há razões econômicas envolvidas. "Toy Story 3" (2010) foi um fenômeno, arrecadou mais de US$ 1 bilhão no mundo todo e virou a segunda maior bilheteria da história da Pixar (perde apenas para "Os Incríveis 2", de 2018). No ano passado, a Disney, dona do estúdio, inaugurou em seus parques em Orlando (EUA) uma área dedicada à franquia - onde o G1 assistiu ao filme. Por tudo isso, não surpreende o desejo de aproveitar a popularidade da saga em mais uma produção, mesmo que não haja mais tanto a explorar. O dilema de Woody Na história, o reencontro de Bo e Woody é o início de uma conclusão inesperada para o caubói, cujo sentido da existência sempre foi viver os mais malucos perrengues para nunca perder de vista seu Andy. Mas o dilema de Woody vai além do amor renascido pela bonequinha - que agora, com seu ar imponente, parece não lhe dar muita trela. Na relação com a nova dona, Bonnie, ele também perdeu posições. A ruivinha Jessie (Joan Cusack) corre à sua frente com o cavalo Bullseye, em mais um realce feminino. O quadro se agrava com a chegada de Garfinho (Tony Hale), um artesanato capenga feito por Bonnie que ganha vida por ser tratado por ela como um brinquedo. Mais do que isso: seu brinquedo favorito. Novo personagem da franquia, Garfinho é um artesanato que não se vê como um brinquedo Divulgação O problema é que Garfinho se sente um lixo, literalmente. E a reflexão sobre o que faz de um brinquedo, de fato, um brinquedo rende alguns dos momentos mais engraçados da trama. Suas tentativas constantes de fuga movimentam o enredo, levando os personagens aonde têm que estar. Outras novidades hilárias incluem o galanteador Duke (Keanu Reeves) e a dupla de ursinhos de pelúcia inescrupulosos Ducky (Keegan-Michael Key) e Bunny (Jordan Peele). Elas equilibram com piadas novas o humor já gasto de personagens como Rex (Wallace Shawn) e Cabeça de Batata (Don Rickles). Buzz Lightyear e os novos personagens Ducky e Bunny Divulgação E fez bem a inclusão de um novo diretor. Na Pixar, a experiência mais importante de Cooley até agora havia sido participar do roteiro de "Divertida mente" (2015). Dá para notar a influência desse trabalho no novo "Toy Story", com personagens mais complexos, que trafegam em uma saga meio indefinida e são atrapalhados mais pelas besteiras que fazem do que por um vilão cruel (até há uma vilã, mas ela desperta mais pena que raiva). Ainda não está claro se o quarto filme é a derradeira brincadeira de "Toy Story" - quase sempre, tudo pode mudar a depender do resultado nas bilheterias. Mas é, sim, o fim de uma era para Woody, o brinquedo que nunca desiste do seu dono. E acredite: será menos sofrido do que você pensa.
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'MIB: Internacional', 'Dor e Glória' e 'Obsessão' chegam aos cinemas; veja trailers

G1 - Cinema - 13 Junho, 2019 - 06:00
Entre as estreias tem recomeço da franquia de invasão alienígena, filme semibiográfico de Pedro Almodóvar e suspense com Isabelle Huppert. Esta semana tem invasão alienígena nos cinemas com a estreia de "MIB: Homens de preto - Internacional". Tem também o 21º longa do diretor espanhol Pedro Almodóvar, drama semibiográfico com Antonio Banderas. "Obsessão", sobre uma psicopata que persegue jovens garotas, é o lançamento que vai agradar fãs de terror e suspense. 'MIB: Homens de preto - Internacional' Assista ao trailer de 'MIB: Homens de Preto – Internacional' O quarto filme da franquia é também um recomeço da série no cinema. Carismáticos, Chris Hemsworth e Tessa Thompson formam a nova dupla de agentes, responsável por combater a invasão alienígena e acabar com um traidor na agência. Tessa, a agente novata, teve uma experiência extraterrestre quando pequena e a memória não foi apagada. Com ela, filme de ação e comédia ganha uma cara mais feminista. 'Dor e Glória' Trailer de 'Dor e Glória' Para quem gosta de um filme mais artístico, tem "Dor e Glória", o novo longa do diretor espanhol Pedro Almodóvar. Ele fecha a trilogia sobre desejo e ficção com "A lei do desejo", de 1987, e "Má educação", de 2004. Antonio Banderas, um dos queridinhos de Almodóvar, é o protagonista do filme e vive um diretor de cinema em crise com suas produções, dores no corpo inteiro e depressão. Não por acaso. O diretor espanhol confessou que "Dor e gloria” é seu filme mais biográfico. 'Obsessão' Trailer de 'Obsessão' "Obsessão" é um suspense diferente, bom para fãs de terror. O filme acompanha uma viúva solitária e simpática, vivida pela francesa Isabelle Huppert. Ela se converte em psicopata e persegue uma garçonete meiga, que ainda sofre a perda da mãe, interpretada por Chloe Grace Moretz. O longa mistura terror e comédia e é dirigido por Neil Jordan, de "Traídos pelo Desejo" e "Entrevista com o Vampiro".
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