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Diretores de 'Bacurau' celebram premiação de filmes nordestinos em Cannes

G1 - Cinema - 25 Maio, 2019 - 18:07

Em vídeo enviado ao G1, cineastas comemoram prêmio da produção pernambucana e do filme 'A vida invisível de Eurídice Gusmão', de Karim Aïnouz. Diretores de 'Bacurau' comemoram conquista do Prêmio do Júri em Cannes Comemorando o Prêmio do Júri recebido no Festival de Cannes por "Bacurau", os diretores Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles ressaltaram a importância de produções do Nordeste ganharem destaque internacional. "São três nordestinos ganhando prêmio no Festival de Cannes este ano”, diz Kleber, em referência, também, à premiação de "A vida invisível de Eurídice Gusmão", do cearense Karim Aïnouz na mostra Um Certo Olhar. Em um vídeo enviado ao G1, os cineastas ressaltam a alegria de comemorar a conquista com os conterrâneos. "É uma alegria muito grande falar aqui com vocês. A gente sente muito orgulho de ser recifense, pernambucano. Isso me emociona, sabe? Eu vibro muito com a nossa cultura, sempre vibramos, eu e Kleber", diz Dornelles. (Veja vídeo acima) Equipe de 'Bacurau' passa por tapete vermelho do Festival de Cannes 2019 Reuters/Stephane Mahe “É um filme sobre o Nordeste, um filme sobre o Brasil, é um filme sobre educação, sobre história e estou muito feliz que esse filme nasceu aqui no Festival de Cannes e agora está começando a correr o mundo”, afirma Kleber. “Vamos cuidar mais uns dos outros e respeitar a cultura, a educação, a ciência e o conhecimento”, completa Dornelles. De acordo com Kleber, na próxima semana, eles embarcam para a Austrália para divulgar o longa, selecionado para o Festival de Sydney. “Esse é o resultado de dez anos de trabalho com Bacurau. O filme estreou no dia 15 aqui no Festival de Cannes e foi muito bem recebido pela imprensa internacional e hoje a gente saiu com o prêmio do Júri. [...] Acho que é um momento muito bom para o cinema brasileiro”, afirma Kleber Mendonça Filho. Na premiação principal de Cannes, são distribuídos sete prêmios. O mais importante é a Palma de Ouro, ganhado neste ano pelo coreano "Parasite". Além dele, há o Grand Prix, o Prêmio do Júri e as categorias de direção, roteiro, ator e atriz. Cena de 'Bacurau', de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles Divulgação Sobre o que é 'Bacurau'? Com Sônia Braga no elenco, o diretor Kleber Mendonça Filho voltou a concorrer à Palma de Ouro no Festival de Cannes, na França, depois de "Aquarius" (2016). O filme retrata um pequeno povoado do sertão que sofre com a morte de Dona Carmelita, uma mulher muito querida. Dias depois, os moradores percebem que a comunidade não está mais nos mapas. Pela primeira vez, Juliano Dornelles divide com Kleber Mendonça Filho a autoria e direção do longa, uma coprodução Brasil-França gravada no Sertão do Seridó, divisa do Rio Grande do Norte com a Paraíba. (Veja teaser abaixo) Veja teaser exclusivo do filme Bacurau Congratulações Em nota, o governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB) parabenizou os cineastas pernambucanos. "Mais uma vez, eles mostraram ao mundo a sensibilidade e a qualidade das nossas produções", disse. "No início do mês, tive o prazer de receber os dois e a produtora Emilie Lesclaux em meu gabinete e fiquei muito feliz em ver tanto entusiamo e determinação para seguir enfrentando as dificuldades impostas, no atual momento, a quem produz cultura no nosso país. Tenho certeza que essa vitória fortalecerá ainda mais essa luta", afirma o texto.
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'Parasite', da Coreia do Sul, ganha a Palma de Ouro no Festival de Cannes

G1 - Cinema - 25 Maio, 2019 - 15:21

Filme do diretor Bong Joon-ho levou prêmio maior do evento francês. O diretor coreano Bong Joon-ho recebe a Palma de Ouro por 'Parasite' no Festival de Cannes 2019 Valery Hache/AFP O filme da Coreia do Sul "Parasite", de Bong Joon-ho, ganhou a Palma de Ouro do Festival de Cannes 2019, o principal prêmio da 72ª edição do evento. Apresentado na terça-feira (21) à noite - e calorosamente aplaudido - "Parasite" conta a história de uma família de desempregados, a de Ki-taek (interpretado por Song Kang-ho), que vivem em um escuro e sórdido apartamento no subsolo, onde convivem com baratas. O filme ainda não tem título em português ou data confirmada de estreia no Brasil. Com a história, Bong Joon-ho, de 49 anos, deixa para trás o universo fantástico e os grandes orçamentos internacionais de seus dois últimos filmes, "Expresso do Amanhã" e "Okja" - filme que gerou polêmica sobre a possibilidade ou não de títulos da Netflix competirem na mostra oficial. Kleber Mendonça Filho recebe o Prêmio do Júri do Festival de Cannes 2019, na França Reuters Prêmio para o Brasil O filme brasileiro "Bacurau" foi o ganhador do Prêmio do Júri, terceira categoria mais importante, empatado com o francês "Les Misérables". Já o segundo mais relevante, o Grande Prêmio, foi para o senegalês "Atlantique", filme sobre um complicado triângulo amoroso em Dacar, capital do país. Antonio Banderas ganhou como melhor ator por "Dor e glória", de Pedro Almodóvar. Já melhor atriz foi para a britânica Emily Beecham, por "Little Joe". Os irmãos Jean Pierre e Luc Dardenne foram os ganhadores como melhores diretores, com "Le jeune Ahmed". Melhor roteiro ficou com Céline Sciamma, com "Portrait de la jeune fille en feu". O diretor israelense Elia Suleiman ganhou uma menção honrosa do júri com o filme "It must be heave".
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Filme brasileiro 'Bacurau' vence Prêmio do Júri no Festival de Cannes

G1 - Cinema - 25 Maio, 2019 - 15:05

Produção de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles empatou com francês 'Les Misérables' na categoria, terceira mais importante do evento francês. Kleber Mendonça Filho recebe o Prêmio do Júri do Festival de Cannes 2019, na França Reuters O filme brasileiro "Bacurau" ganhou o Prêmio do Júri no Festival de Cannes neste sábado (25), em empate com o drama francês "Les Misérables". É a primeira vez que o Brasil ganha na categoria, terceira mais importante da competição oficial do evento francês. "Trabalhamos para a cultura no Brasil e o que precisamos é de seu apoio", afirmou o diretor Kleber Mendonça Filho ao receber o prêmio, segundo a agência de notícias France Presse. Ele divide a direção do filme com Juliano Dornelles, que foi seu diretor de arte em "Aquarius" (2016). 'Bacurau' recebe prêmio do júri no Festival de Cannes Na premiação principal de Cannes, são distribuídos sete prêmios. O mais importante é a Palma de Ouro, ganhado neste ano pelo coreano "Parasite". Além dele, há o Grand Prix, o Prêmio do Júri e as categorias de direção, roteiro, ator e atriz. O Prêmio do Júri é entregue desde 1946. Em 2019, o júri do festival é presidido pelo diretor mexicano Alejandro González Iñárritu. Sobre o que é 'Bacurau'? Veja teaser do filme Bacurau Com Sônia Braga no elenco, o diretor Kleber Mendonça Filho volta a concorrer à Palma de Ouro no Festival de Cannes, na França, depois de "Aquarius" (2016). O filme retrata um pequeno povoado do sertão que sofre com a morte de Dona Carmelita, uma mulher muito querida. Dias depois, os moradores percebem que a comunidade não está mais nos mapas. Pela primeira vez, Juliano Dornelles divide com Kleber Mendonça Filho a autoria e direção do longa, uma coprodução Brasil-França gravada no Sertão do Seridó, divisa do Rio Grande do Norte com a Paraíba. Outro brasileiro premiado Karim Ainouz, diretor de 'A Vida Invisivel de Euridice Gusmao', recebe o prêmio da mostra Um Certo Olhar em Cannes 2019 Reuters Na sexta-feira (24), outro filme brasileiro foi premiado em Cannes. "A vida invisível de Eurídice Gusmão", dirigido por Karim Aïnouz, foi o vencedor da mostra Um Certo Olhar. A produção deu ao Brasil seu primeiro prêmio principal da competição paralela do evento. Brasil em Cannes O Brasil já saiu vitorioso de Cannes em outras categorias: A maior vitória foi ao levar a Palma de Ouro em 1962, com "O pagador de promessas", de Anselmo Duarte Em 1969, Glauber Rocha levou como Melhor Diretor por "O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro" Atrizes levaram na categoria interpretação feminina duas vezes, em 1986 (Fernanda Torres , por "Eu sei que vou te amar") e em 2008 (Sandra Coverloni, por "Linha de passe") Juliano Dornelles e Kleber Mendonça Filho recebem o Prêmio do Júri do Festival de Cannes 2019, na França Reuters Juliano Dornelles e Kleber Mendonça Filho recebem o Prêmio do Júri do Festival de Cannes 2019, na França Reuters
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Como o júri do Festival de Cannes escolhe seus vencedores?

G1 - Cinema - 25 Maio, 2019 - 11:46

Premiação revela seus ganhadores neste sábado (25) na França. Festival de Cannes começa nesta terça-feira (14) Joel C Ryan/Invision/AP O júri do Festival de Cannes, presidido este ano pelo diretor mexicano Alejandro González Iñárritu, vai se trancar neste sábado (25) em uma mansão protegida pela polícia, cuja localização é desconhecida, para decidir os vencedores. De acordo com o regulamento do Festival, o júri deve "obrigatoriamente" entregar sete prêmios: Palma de Ouro, Grand Prix, Prêmio do Júri e as distinções de direção, roteiro e interpretação feminina e masculina. LEIA MAIS: 'A vida invisível de Eurídice Gusmão' vence mostra Um Certo Olhar em Cannes A lista de prêmios só pode contar com um prêmio ex aequo, mas esta modalidade não pode ser aplicada à Palma de Ouro. No geral, um filme só pode receber um prêmio, exceto o prêmio de Melhor Roteiro e do Júri que podem ser associados a um prêmio de interpretação, com prévia autorização do presidente do Festival, Pierre Lescure. Dentro destas disposições, o júri tem certa liberdade, como foi o caso em 2013 com a Palma de Ouro para o filme "Azul é a cor mais quente", compartilhado entre seu diretor, Abdellatif Kechiche, e suas duas protagonistas, Léa Seydoux e Adèle Exarchopoulos. Uma champanheira serve de urna: os membros do júri depositam um pequeno papel dobrado em quatro. As decisões são tomadas por maioria absoluta nas duas primeiras rodadas e por maioria relativa nas seguintes. Lescure e o delegado geral do Festival, Thierry Frémaux, assistem às deliberações, mas não fazem parte da votação. Assim que possível, os responsáveis pelo Festival telefonam aos produtores para dar as notícias, boas ou más. "Minhas mensagens não podem ser mais lacônicas", diz Frémaux em seu livro "Seleção Oficial: Diário". "'O filme não ganhou nada, me desculpe', 'O filme ganhou alguma coisa, a equipe tem que voltar'". "Em geral, (os perdedores) me respondem 'de novo?' (...) Aos laureados sou obrigado a não divulgar" o prêmio obtido. A cerimônia de premiação começa às 14h15 (horário de Brasília) no histórico Palácio dos Festivais.
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'Sonic - O Filme' é adiado para 2020 para mudanças visuais do personagem após críticas

G1 - Cinema - 24 Maio, 2019 - 17:33

'Vamos levar um tempo para deixar o Sonic direito', afirmou diretor. Produção tinha estreia prevista para novembro de 2019, mas ficou para fevereiro de 2020. Trailer de 'Sonic' é divulgado nesta terça (30) e divide opiniões sobre o visual do ouriço azul Divulgação O lançamento de "Sonic - O Filme" vai ser adiado em cerca de três meses para a realização de mudanças no visual do herói, que foi criticado pelos fãs. O anúncio foi feito pelo diretor, Jeff Fowler, em sua conta no Twitter. Com isso, a nova data prevista para a estreia ficou para 14 de fevereiro de 2020 nos Estados Unidos. "Vamos levar um tempo para deixar o Sonic direito", escreveu o cineasta estreante. Em seguida, ele uma hashtag para brincar que "nenhum artista de efeitos especiais foi machucado durante a gravação deste filme". Initial plugin text Algumas pessoas se preocupavam que as equipes de computação gráfica, usada para criar o personagem dos games, sofressem com longas horas de trabalho para realizar as modificações anunciadas. Que Sonic é esse Grande parte dos fãs da série de games estreladas pelo ouriço velocista criticaram o visual do herói depois da publicação do trailer. Na época, Fowler agradeceu o apoio e as críticas e anunciou que mudanças seriam feitas. A data original de lançamento era o dia 15 de novembro. "Sonic" é uma comédia de aventura baseada do game do ousado porco-espinho azul e mostra as aventuras do personagem pelo mundo ao lado de seu recém-descoberto melhor amigo Tom Wachowski (James Marsden). Sonic (dublado por Ben Schwartz) e Tom unem forças para tentar parar o vilão Dr. Robotnik, papel de Jim Carey. Sonic surgiu em 1991, como uma resposta da Sega para Mario, personagem da Nintendo. O game vendeu mais de 360 milhões de cópias, em diversas plataformas, desde então.
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'A vida invisível de Eurídice Gusmão' vence mostra Um Certo Olhar em Cannes

G1 - Cinema - 24 Maio, 2019 - 16:07

Filme do brasileiro Karim Aïnouz é primeiro brasileiro a levar prêmio maior da competição paralela à oficial do festival. Elenco tem Fernanda Montenegro e Carol Duarte. As atrizes Flavia Gusmao, Barbara Santos, Carol Duarte e Julia Stockler com o diretor Karim Ainouz e o ator Gregorio Duvivier em Cannes Joel C Ryan/Invision/AP O filme brasileiro "A vida invisível de Eurídice Gusmão" foi o vencedor da mostra Um Certo Olhar, do Festival de Cannes, nesta sexta-feira (24). Com isso, a produção dá ao Brasil seu primeiro prêmio principal da competição paralela do evento. Initial plugin text Dirigido pelo cearense Karim Aïnouz, narra a trajetória de duas irmãs cariocas nos anos de 1950, cujos sonhos são soterrados pelo peso de uma sociedade machista. Fernanda Montenegro e Carol Duarte dividem o papel de Eurídice. "É um grande prazer representar o Brasil", afirmou o diretor ao receber o prêmio, segundo o site da revista "The Hollywood Reporter". "Nós estamos passando por algo no Brasil agora que é muito muito difícil, e que tem algo a ver com intolerância." Assista ao trailer de 'A vida invisível de Eurídice Gusmão' A mostra Um Certo Olhar é uma competição paralela à oficial de Cannes, e tem o objetivo de exibir e celebrar obras com linguagem experimental. Este ano, seu júri é presidido pela atriz e diretora libanesa Nadine Labaki. O filme é baseado no romance homônimo de Martha Batalha. Júlia Stockler interpreta Guida, irmã de Eurídice. Gregório Duvivier, Marcio Vito e Nikolas Antunes também estão no elenco. Este é o terceiro longa do diretor brasileiro apresentado em Cannes. Sua primeira participação foi em 2002 com o filme "Madame Satã". Retornou ao festival em 2011 com "O abismo prateado". Fernanda Montenegro em cena do filme 'A vida invisível de Eurídice Gusmão', do diretor Karim Aïnouz Divulgação/Bruno Machado
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Com cena de sexo oral explícito, filme do diretor de 'Azul é a cor mais quente' vira polêmica em Cannes

G1 - Cinema - 24 Maio, 2019 - 13:53

Atriz que protagonizou a cena e outros espectadores não ficaram até o final da primeira exibição do longa do diretor Abdellatif Kechiche. Diretor Abdellatif Kechiche participa de coletiva de imprensa para promover o filme 'Mektoub, My Love: Intermezzo' no Festival de Cannes, na França Sébastien Berda/AFP Seis anos depois da Palma de Ouro por "Azul é a cor mais quente", o diretor franco-tunisiano Abdellatif Kechiche causou polêmica em Cannes com um filme produzido, em grande parte, em uma boate, e com imagens pornográficas "gratuitas", de acordo com muitos críticos. Em "Mektoub My Love: Intermezzo", na disputa pela Palma de Ouro, o diretor filma um grupo de jovens em uma cidade no litoral do sul da França. Após cenas na praia, o filme se concentra em uma discoteca, com uma profusão de imagens lascivas, incluindo uma cena de 13 minutos de sexo oral. À margem de uma série de diálogos banais, nas três horas e meia de filme, o cineasta se dedica aos corpos das mulheres, sobretudo nádegas, que se movem sem parar ao ritmo da música. Até chegar à cena explícita de sexo oral nos banheiros - imagens "pornográficas gratuitas", segundo The Hollywood Reporter. "Tentei mostrar o que me faz vibrar, os corpos, os ventres", justificou Kechiche, de 58 anos, na entrevista coletiva. O projeto do filme foi "celebrar a vida, o amor, a música, o corpo e buscar uma experiência cinematográfica", completou. Na quinta-feira (23), na primeira exibição do filme, vários espectadores deixaram a sala, entre eles a atriz que protagoniza a cena de sexo oral, Ophélie Bau. Nesta sexta-feira (24), na sessão de fotos e na entrevista coletiva de imprensa da equipe, ela também não esteve presente. As atrizes francesas Ophélie Bau e Hafsia Herzi (de vermelho) chegam ao tapete vermelho antes da primeira exibição do filme 'Marketable, My Love: Intermezzo' nesta quinta (23), em Cannes Loic Venance/AFP No final da projeção, Kechiche saiu literalmente correndo da sala, embora primeiro tenha pego o microfone para dizer: "Peço desculpas por manter vocês aqui sem adverti-los e agora vou embora!". "É a minha educação. Peço desculpas por manter as pessoas na sala e de atrair a atenção para mim", argumentou o diretor nesta sexta (24). O 'desastre' de Cannes "Mektoub My Love: Intermezzo" é a segunda parte de "Mektoub my Love: canto uno", um filme com imagens muito sensuais sobre alguns destes jovens na praia, apresentado na Mostra de Veneza em 2017, onde recebeu vaias, mas também elogios por sua estética. Em Cannes, a crítica não demorou a reagir ao filme que se tornou o mais polêmico de La Croisette. O "desastre" de Cannes, escreve Justin Chang, crítico do Los Angeles Times, que se pergunta se o Festival de Cannes está "trolando" os espectadores, ao incluir esta produção na competição oficial, onde concorrem grandes figuras da Sétima Arte, como o britânico Ken Loach, o americano Terrence Malick ou o espanhol Pedro Almodóvar. Elenco de 'Mektoub My Love: Intermezzo' se reúne para sessão de fotos nesta sexta (24), em Cannes, sem a atriz Ophélie Bau Christophe Simon/AFP O crítico do jornal espanhol El País, Carlos Boyero, admirador de "Azul é a cor mais quente", vai além em sua reação: "Que tipo de substâncias o diretor ingeriu e como afetaram seu cérebro para cometer tamanha e infinita estupidez?". Outros apreciaram o filme, como o crítico francês Philippe Rouyer, que considerou que Kechiche "radicaliza seu método para nos fazer compartilhar uma noite louca de desejos em uma discoteca. Parabéns a todos os intérpretes que se entregaram totalmente para recriar este transe magistralmente filmado". A forma de filmar os corpos femininos de Kechiche também incendiou as redes sociais. "Sem créditos, sem uma verdadeira narração. Uma introdução sobre um cu, planos sobre cus, e mais. Uma discussão sobre cus. Mais cus. E acaba com um cu. Praia. Discoteca. Cunni. Discoteca. Fim. Me agrada o cinema de Kechiche mas aí não acompanho...", lamentou o diretor francês Thibaut Buccellatto no Twitter. Cena do filme 'Mektoub, My Love: Intermezzo', do diretor Abdellatif Kechiche Divulgação "Para você público, contei todos os planos que mostram cus no #MektoubMyLoveIntermezzo: têm 178. Se tirarmos isso, acho que o filme dura 20 minutos", tuitou a jornalista Anaïs Bordages. Não é a primeira vez que Kechiche causa polêmica. As atrizes principais de "Azul é a cor mais quente", Léa Seydoux e Adèle Exarchopoulos, denunciaram duras condições de filmagem, pouco depois de ganharem a Palma de Ouro em 2013. Outro escândalo persegue o cineasta. Uma mulher de 29 anos o denunciou por agressão sexual no ano passado. No início de maio, uma fonte ligada ao caso afirmou que a investigação segue seu curso. Questionado hoje sobre o assunto, Kechiche considerou a pergunta "perversa" e garantiu ter a "consciência tranquila no que diz respeito às leis".
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'Achei que seria um filme pequeno', diz Sigourney Weaver no aniversário de 'Alien, O Oitavo passageiro'

G1 - Cinema - 24 Maio, 2019 - 08:21

Clássico de ficção científica do diretor Ridley Scott completa 40 anos desde seu lançamento. Sigourney Weaver durante Comic-Con em San Diego em julho de 2017 REUTERS/Mario Anzuoni Sigourney Weaver era uma desconhecida atriz de teatro de 28 anos quando conseguiu o papel de Ripley no hoje clássico de ficção científica e terror "Alien, O Oitavo Passageiro", do diretor Ridley Scott.  Ripley, a única sobrevivente de um ataque de um alienígena que se infiltra em uma nave espacial, se provou uma das mais poderosas e amadas protagonistas femininas na ficção científica, celebrada por seus fãs como uma heroína forte e complexa. Mas, originalmente, o papel havia sido escrito para um homem.  "Eu achei que era um filme pequeno", disse Weaver à Reuters antes do aniversário de 40 anos da estreia do filme. "Tínhamos um elenco pequeno e um jovem e brilhante diretor. Eu gostei do papel... Eu não achei que ia interpretar Henrique 5º, mas achei que podia interpretar Ripley".  O filme acompanha a tripulação da embarcação espacial Nostromo que acaba tendo que lutar por suas vidas após um alienígena tomar conta da nave.  "Eu acho que o roteiro original era só para homens. Quando eles começaram a reescrever o roteiro, eles conversaram sobre quem devia ser o sobrevivente. E eu acho que a razão que acabaram tornando Ripley uma mulher foi que, naquele momento, ninguém acharia que uma desconhecida acabaria interpretando a sobrevivente", disse Weaver.
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'Brightburn', 'Aladdin' e 'Hellboy' são destaques entre estreias; G1 comenta em VÍDEO

G1 - Cinema - 24 Maio, 2019 - 06:00
Cinemas recebem nesta semana dois filmes de super-heróis aterrorizantes e nova versão com atores de um clássico da Disney. Versão com atores da clássica animação "Aladdin" é o principal destaque nos cinemas Entre os destaques que chegaram aos cinemas nesta quinta-feira (23) estão uma nova versão com atores de um clássico animado da Disney, e dois filmes aterrorizantes de super-heróis um tanto fora do padrão. Assista ao vídeo acima. 'Aladdin' Assista ao novo trailer de Aladdin A regravação da animação de 1992 dá uma boa modernizada na história do rapaz que encontra uma lâmpada mágica, fica amigo do gênio e usa seus desejos para conquistar uma princesa. O filme é comandado por um trio de atores pouco conhecidos, mas que fazem um ótimo trabalho como personagens já conhecidos do público. E Will Smith ("Bright") não compromete como o novo gênio, substituindo a icônica atuação de Robin Williams no original. 'Brightburn: Filho das trevas' O filme de terror tenta responder à pergunta de o que aconteceria se o Superman fosse enviado à Terra com intenções menos nobres. Na produção de James Gunn ("Guardiões da Galáxia"), um alienígena chega ao planeta ainda bebê e é adotado por fazendeiros no interior dos Estados Unidos, assim como o herói da DC. No entanto, o casal logo descobre que a incrível força de seu filho pode ser usada para algo além do bem. 'Hellboy' Assista ao trailer de "Hellboy" O novo filme do super-herói dos quadrinhos criados por Mike Mignola dá um novo começo ao personagem nos cinemas, sem a participação do cineasta Guillermo Del Toro ou do ator Ron Perlman. Quem assume agora é o diretor de terror Neil Marshall ("Abismo do medo"), acompanhado de David Harbour ("Stranger things"). Dessa vez, o demônio recrutado para lutar contra forças sobrenaturais malignas deve enfrentar uma bruxa milenar, interpretada por Milla Jovovich (da franquia "Resident Evil").
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Geoffrey Rush recebe indenização de US$ 1,9 milhão por difamação

G1 - Cinema - 23 Maio, 2019 - 15:46

Atriz Yael Stone disse a tabloide que ator dançou nu diante dela quando os dois atuaram juntos em peça. Ele negou e disse que jornal só queria criar um #MeToo australiano. Yael Stone diz a jornal que Geoffrey Rush dançou nu diante dela quando os dois atuaram juntos em peça Reprodução Geoffrey Rush, ator australiano de 67 anos, recebeu do tabloide "Daily Telegraph" uma indenização por difamação equivalente a US$ 1,9 milhão. De acordo com a BBC, essa foi a maior indenização já paga a uma só pessoa na Austrália. O jornal de Sydney o acusou de comportamento indevido em suas reportagens. O Tribunal Federal da Austrália ordenou que o jornal do grupo News Corp pagasse o valor ao ator por danos passados e futuros. Uma porta-voz da empresa não respondeu de imediato a pedidos de comentário e o advogado de Rush não quis comentar. #MeToo australiano? Rush disse que os artigos publicados no "Daily Telegraph" foram feitos às pressas, porque o jornal queria inserir a Austrália no contexto do movimento #MeToo. A publicação dos textos foi na mesma época do início das acusações de agressão sexual feitas contra o produtor de cinema norte-americano Harvey Weinstein. O jornal havia dito que o ator foi acusado de conduta imprópria não especificada por uma colega de elenco da peça "Rei Lear", encenada pela Sydney Theatre Company em 2015. O ator, que recebeu um Oscar em 1997 por "Shine – Brilhante" e atuou na franquia "Piratas do Caribe", disse que as reportagens insinuavam que ele era um "grande pervertido". Ao apresentar sua decisão, em abril, o juiz Michael Wigney classificou as reportagens como "temerariamente irresponsáveis" e "jornalismo sensacionalista do pior tipo". Neste mês, o jornal disse que existem 16 justificativas para apelação e que a conduta de Wigney "deu motivo para uma suspeita".
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'Assistimos ao funeral do macho infalível', diz Gael García Bernal em Cannes

G1 - Cinema - 23 Maio, 2019 - 14:35

Diretor mergulha nas raízes da violência juvenil do México em 'Chicuarotes'. Gael García Bernal, diretor de 'Chicuarotes', posa para fotos no Festival de Cannes, no sul da França Christophe Simon/AFP A carreira de Gael García Bernal sempre foi ao encontro do Festival de Cannes, onde estreou como ator em "Amores Brutos". Este ano ele retorna como único diretor mexicano selecionado no concurso, com seu segundo filme "Chicuarotes". Seu primeiro papel em 2000 também coincidiu com a estreia em Cannes do diretor Alejandro González Iñárritu, que se tornou um gigante do cinema e presidente este ano do júri do Festival. Iñárritu assistiu, na segunda-feira (20), ao filme que não concorre na competição, junto com o ator Diego Luna, sócio de García Bernal em sua nova produtora, "La corriente del Golfo". Em "Chicuarotes", García Bernal, de 40 anos, mergulha nas raízes da violência juvenil do México. Cagalera e Moloteco, dois adolescentes de San Gregorio Atlapulco, ao sul da capital, vivem desesperados para sair da pobreza e se agarrar a uma esperança de futuro, o que para eles significa dar um golpe e fugir do povoado onde que vivem. Leia, abaixo, a entrevista da France Presse com o diretor. De onde vem o nome do seu filme? Gael García Bernal: "Chicuarotes é um gentílico. É a forma como se chamam as pessoas de San Gregorio de Atlapulco. Vem de uma pimenta endêmica do local que é muito resiliente, muito dura e muito picante. São chamadas assim porque reflete seu caráter". "Chicuarotes" começa com uma fatalidade: os protagonistas vestidos de palhaços tentam ganhar dinheiro a bordo de um ônibus. Como eles não arrecadam nada, eles sacam uma arma. Gael García Bernal: "A primeira cena resume o filme. O Cagalera é este personagem com uma falta de perspectiva na vida. Como não pode conseguir as coisas por bem, faz por mal. É uma lógica gerada por crescer em um ambiente conflitivo. Esses garotos vão crescer e cometer coisas terríveis. Há muita gente que se salva disso, mas o grande problema é a espiral de violência. Por mais que o governo, que a sociedade aja para deter essa violência, se na família não há um núcleo amoroso, é pouco provável que todo o resto possa fazer que se vá em frente". Cagalera é um anti-héroi? Gael García Bernal: "É interessante ver esses personagens que te traem. Você está do lado deles na história, mas por uma ação impulsiva, onde seu diabinho ganha força, estão destinados a cometer algo terrível. Acho eles fascinantes porque mudam o gênero do filme. Gosto dos filmes que são pouco definidos em torno de um gênero e realmente para que haja um bom drama tem que haver muito humor". Diante da violência, as mulheres são as únicas que mantêm o sangue frio. Gael García Bernal: "As mulheres são a esperança no filme. Há uma derrota de um tipo de masculinidade arcaica que está fazendo suas últimas manifestações, e isso é completamente fiel à época em que vivemos. Aquilo que existia do macho infalível é algo a que por sorte a minha geração e a de agora já não apela. Apelamos a uma vulnerabilidade, a reconhecer os erros". Sua carreira completa agora duas décadas. Gael García Bernal: Sim, já tem gente com quem trabalhei que me disse frases estupendas como: "Cresci vendo seus filmes!". Eu sempre era o mais jovem nas filmagens. Agora já sou o de meia idade. É bonito e ao mesmo dá calafrios. "Amores brutos" foi lançado há 19 anos em Cannes. Na época havia gente no ensino médio e esse era seu primeiro filme de adulto. Você trabalhou com atores muito jovens em "Chicuarotes". O que significa para eles seu exemplo, assim como o de Iñárritu e de Alfonso Cuarón? Gael García Bernal: "Muita gente quer fazer cinema no México e toma como exemplo a liberdade que nós exercemos e pela qual lutamos. Por exemplo, em "Chicuarotes" fizemos o filme que queríamos, é uma vitória imensa. Há poucos países onde se podem fazer filmes dessa forma".
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Alice Furtado mostra em Cannes a intensidade do primeiro amor com filme 'Sem seu sangue'

G1 - Cinema - 23 Maio, 2019 - 13:34

Diretora brasileira estreou filme nesta quinta-feira (23), em seção paralela do festival que busca revelar cineastas. Longa mistura romance com elementos de terror. Cena do filme 'Sem seu sangue', de Alice Furtado Divulgação A primeira relação amorosa pode ser tão intensa como prejudicial, de acordo com a cineasta brasileira Alice Furtado, que nesta quinta-feira (23) estreou o filme "Sem Seu Sangue" na Quinzena dos Realizadores, seção paralela do Festival de Cannes. A protagonista Silvia (Luiza Kosovski) é uma jovem introvertida e desinteressada pelo mundo à sua volta até que Artur (Juan Paiva) começa a estudar na mesma escola. Um adolescente feliz, mas doente, cuja morte afunda Silvia em um transe físico e mental para tentar ressuscitá-lo. O filme trata da evolução da protagonista desde a descoberta do sexo e do amor à dor psicossomática pela perda do jovem e, por último, a obsessão, em um giro que incorpora elementos do cinema de terror. "Acredito que os filmes de medo frequentemente são muito sensuais. O desejo e o medo são sentimentos que andam de mãos dadas", explicou em entrevista à Agência Efe a diretora. A diretora já tem experiência no festival: seu curta-metragem "Duelo Antes da Meia Noite" (2011) fez parte da Cinéfondation, uma seção dedicada a projetos surgidos de escolas de cinema. "Foi uma introdução neste universo de Cannes, mas voltar com um longa-metragem me tranquiliza para afirmar que estou no caminho certo. A Quinzena acredito que seja um lugar magnífico para a descoberta de novas vozes e propostas", declarou Alice. A diretora brasileira se baseou para este filme em sua própria experiência, no dano provocado pela ruptura de uma relação amorosa. Teve que ir ao médico. Notou a dor em seu corpo, "mas era o luto", disse. A Quinzena de Realizadores, na qual a brasileira concorre em Cannes, foi lançada pela Société dês Réalisateurs de Films (SRF) para "descobrir filmes de jovens autores e valorizar as obras de diretores reconhecidos". A lista de novos talentos revelados inclui Michael Haneke e Sofia Coppola. "Sem seu sangue" ainda não divulgou oficialmente uma data de estreia no circuito comercial brasileiro.
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Em 'Ice on Fire', Leonardo DiCaprio propõe soluções contra mudança climática

G1 - Cinema - 23 Maio, 2019 - 13:20

Entre as iniciativas propostas, estão as macroalgas, grandes algas que se encontram ao longo dos litorais. Assista ao trailer. Os atores Leonardo DiCaprio e Brad Pitt posam para fotógrafos na estreia do filme 'Once Upon a Time in Hollywood' no Festival Internacional de Cinema de Cannes, no sul da França Eric Gaillard/Reuters Leonardo DiCaprio propõe uma série de soluções para lutar contra a mudança climática no filme apresentado em Cannes "Ice on Fire", do qual é produtor e ao qual empresta sua voz. O documentário sugere conter a crise climática usando meios "muito concretos", resume a diretora americana Leila Conners, que já havia trabalhado com o ator no "A última hora", também sobre o clima. Entre as iniciativas propostas, estão as macroalgas, grandes algas que se encontram ao longo dos litorais. Além de absorver cinco vezes mais carbono do que as plantas que crescem na superfície, são um dos organismos que crescem mais rápido no mundo. "Se se propuser um regime alimentar à base de algas para o gado, se consegue uma redução de 90% da produção de metano", diz no filme o produtor de macroalgas Ben Smith. Novos combustíveis, técnicas inovadoras para expulsar o dióxido de carbono... O documentário mostra vários avanços científicos e pede que sejam postos em prática com urgência. "A mudança climática pode se inverter se agirmos agora", garante DiCaprio no filme. "Não é um problema distante. Vamos ver os resultados ao longo da nossa vida", insiste Leila Conners. "É um problema humano, moral. Estamos matando as gerações futuras, devido à nossa inação e à nossa incapacidade absoluta de abordá-lo corretamente", completou.
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'Fênix Negra' encerra ciclo de quase duas décadas de filmes dos X-Men

G1 - Cinema - 23 Maio, 2019 - 13:17

Diretor participou de todos os filmes desde 2006 como produtor ou roteirista. Ele explica por que foco no lado obscuro de Jean Grey (Sophie Turner) foi tão importante para desfecho. 'X-Men: Fênix Negra’ Reprodução/Twitter O diretor e roteirista do novo filme da saga dos X-Men nos cinemas, Simon Kinberg, afirmou em que "Fênix Negra" fará com que o grupo de mutantes se enfrente como nunca fez antes: "Os amigos se transformarão em inimigos e vice-versa". O filme estreia em 6 de junho no Brasil. "Quem é realmente Jean Grey?". Esta foi a pergunta que Kinberg se fez antes de filmar sua história favorita de super-herói, uma trama que considerava necessária para encerrar um ciclo de filmes iniciado há quase duas décadas com "X-Men" (2000). Para o diretor - que participou de todos os filmes desde 2006 como produtor ou roteirista -, há muitas razões para trazer novamente à aventura a entidade cósmica que já foi apresentada em "X-Men: O Confronto Final" (2006), nesta ocasião interpretada por Famke Janssen. Longe de estender a personalidade de Jean Grey (Sophie Turner) mostrada então, o diretor queria concentrar-se nesta nova produção na parte mais "obscura, crua e real" da mutante. "A história da Fênix é a mais icônica e amada de toda a saga dos X-Men e acredito que era o momento perfeito para lançar nos cinemas um roteiro que ainda não tinha sido contado corretamente", comentou Kinberg, um dos roteiristas do filme de 2006. Assista ao trailer de X-Men: Fênix Negra O ator que dá vida ao jovem Charles Xavier, James McAvoy, destacou como neste filme o personagem de Jean está muito mais trabalhado que no de 2006, dirigido por Brett Ratner. "Não só fala dela como protagonista, mas também como antagonista em si mesma", ressaltou. Nesta nova aventura, a ação remonta ao ano de 1992, quando os X-Men, vistos como heróis pela sociedade, são enviados a uma missão para resgatar astronautas em uma situação de perigo após uma missão fracassada. Já no espaço, uma misteriosa força cósmica invade o corpo de Jean Grey, que quando aterrissa na Terra começa a se dar conta que adquiriu poderes que não pode compreender ou controlar. Nesta trama, o diretor explicou que o final de "X-Men: Apocalipse" (2016) exerce um papel importante no sentido que ajuda a introduzir os personagens de Jean e Scott (Tye Sheridan) e permite entender a situação dos mutantes depois de salvar o mundo há nove anos. James McAvoy como Professor Xavier de 'X-Men' Divulgação Da mesma forma que então, em "X-Men: Fênix Negra" os super-heróis deverão enfrentar um mal maior, que neste caso é reencarnado em um dos seus: uma Jean Grey cujos olhos alternam entre o vermelho do fogo e o azul angelical. Esta dualidade do personagem se reflete também nos demais X-Men, divididos por "um verdadeiro trauma", nas palavras do diretor. Este é a morte pelas mãos de Jean de uma das mutantes mais famosas da franquia: a Mística, interpretada por Jennifer Lawrence. "Quando estava escrevendo o filme, senti que tinha que lidar com um verdadeiro trauma para dividir esta família. Mística era o personagem central na maioria dos filmes e a mais querida por quase todos, por isso pensei que sua morte tornaria esta rivalidade mais real e dramática", relatou Kinberg. Após este acontecimento, alguns farão o impossível para salvar sua amiga, enquanto outros X-Men não descansarão enquanto não acabar com a força obscura que habita nela. Esta hostilidade entre os protagonistas oferecerá aos fãs uma "experiência nova" e, para aqueles que não tenham acompanhado a saga, "será um filme surpreendente pela sua grande carga dramática e emocional", destacou o diretor. Para Kinberg, McAvoy e Michael Fassbender (Magneto), a atuação que Turner faz de Jean é brilhante. "Sophie é fantástica, verdadeiramente encarna o papel. Quando estava gravando algumas cenas com ela, pensava: 'Que tipo de atriz é capaz de dar esse tom emocional várias vezes?'. O tempo todo ela teve muito claro como devia ser seu personagem", relatou Fassbender. Por sua parte, Kinberg destacou o grande trabalho anterior e a pesquisa feita pela atriz - conhecida por interpretar Sansa Stark em "Game of Thrones" - sobre várias doenças mentais antes de rodar o filme. "Sophie estudou livros, artigos e vídeos de YouTube que lhe mandava sobre a esquizofrenia e outros transtornos mentais para que construísse o personagem partindo de algo real", contou o diretor. "X-Men: Fênix Negra" será o primeiro filme distribuído pela Walt Disney Pictures depois de ter fechado a compra da Fox junto com todas suas licenças. Por isso, este filme é um ponto de inflexão dos X-Men como conhecemos até agora, uma vez que a expectativa é que sejam integrados ao atual Universo Cinematográfico Marvel.
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'O Exterminador Do Futuro: Destino Sombrio' ganha primeiro trailer; assista

G1 - Cinema - 23 Maio, 2019 - 11:50

Filme que traz Linda Hamilton de volta ao papel de Sarah Connor após 28 anos tem previsão de estreia para o segundo semestre de 2019. “O Exterminador Do Futuro: Destino Sombrio” ganha trailer "O Exterminador Do Futuro: Destino Sombrio" ganhou seu primeiro trailer nesta quinta-feira (23). Junto com o vídeo, foi divulgado também o pôster nacional do filme. A imagem mostra a atriz Linda Hamilton de volta ao papel de Sarah Connor 28 anos após “O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final” (1991). O primeiro trailer do filme traz Sarah retornando para resolver algumas pendências do passado com velhos amigos. Arnold Schwarzenegger (T-800) também retoma seu papel icônico na saga. Linda Hamilton em cena de “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” Divulgação Tim Miller (Deadpool) é responsável pela direção e não escondeu seus sentimentos ao ver Arnold Schwarzenegger e Linda Hamilton em cena. “Assistir nos monitores é uma emoção para o nerd que habita em mim. Foi difícil acreditar no que estava acontecendo. Eu me perdia assistindo as tomadas, e então, a cada trinta segundos eu era atingido novamente: 'Estou fazendo um filme do Exterminador do Futuro!". A estreia de “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” está prevista para o segundo semestre de 2019. Pôster de "O exterminador do futuro: Destino Sombrio" Divulgação Arnold Schwarzenegger em cena de "O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio" Divulgação Gabriel Luna em cena de “O Exterminador do Futuro – Destino Sombrio” Divulgação
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Daniel Craig vai passar por cirurgia no tornozelo após sofrer lesão durante gravação de '007'

G1 - Cinema - 23 Maio, 2019 - 07:59

Apesar do incidente, estreia do próximo filme do agente secreto James Bond segue prevista para abril de 2020. Daniel Craig durante anúncio do "Bond 25" em Montego Bay, na Jamaica, em abril de 2019 Slaven Vlasic / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / AFP O ator Daniel Craig, que interpreta o agente secreto James Bond no cinema, passará por uma cirurgia no tornozelo após ter se machucado enquanto filmava o próximo filme da série. Apesar do incidente, o filme continua no cronograma e com estreia prevista para abril de 2020, conforme informaram os produtores do longa nesta quarta-feira (22). Uma publicação na conta oficial de James Bond no Twitter disse que a cirurgia era pequena e que Craig havia se machucado durante as filmagens na Jamaica.  "A produção continuará enquanto Craig se recupera por duas semanas após a cirurgia. O filme continua previsto para lançamento em abril de 2020", dizia a publicação.  Initial plugin text Segundo a imprensa britânica, Craig, de 51 anos, escorregou e se machucou no set de filmagens na semana passada enquanto filmava uma cena de ação. O filme que ainda não teve seu título apresentado -- mas é conhecido pelo nome de trabalho "Bond 25" --, será o quinto de Craig no papel do mais famoso agente secreto britânico da ficção.  A franquia cinematográfica da MGM é uma das mais lucrativas do mundo, com o filme "007 contra Spectre", de 2015, dirigido por Sam Mendes, tendo arrecadado US$ 880 milhões (cerca de R$ 3,5 bilhões) nas bilheterias do mundo todo, enquanto "007: Operação Skyfall" de 2012, também dirigido por Mendes, levantou mais de US$ 1 bilhão (cerca de 4 bilhões) mundialmente.  "Bond 25" está sendo dirigido pelo norte-americano Cary Joji Fukunaga. 
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'Aladdin, 'Tolkien' e 'Hellboy' estão entre as estreias da semana nos cinemas; veja trailers

G1 - Cinema - 23 Maio, 2019 - 06:01
Remake de animação, cinebiografia e longa com personagem de história em quadrinhos estão entre as novidades. Remake de animação com o gênio da lâmpada, cinebiografia de autor britânico e longa com personagem de história em quadrinhos vindo das profundezas do inferno estão entre as novidades da semana nos cinemas. Veja trailers abaixo. Aladdin ganha novo trailer com Will Smith aparecendo como Gênio da Lâmpada 'Aladdin' A história você já deve conhecer: um jovem humilde que se apaixona pela filha do sultão e que tem a chance de realizar três desejos ao encontrar o gênio da lâmpada. Mas agora, em vez de desenhos animados, como no premiado filme de 1992, os personagens ganham vida e são interpretados pelos atores Mena Massoud, Naomi Scott e Will Smith. Durante as entrevistas que acontecem antes do lançamento dos filmes, Will Smith contou que quem o convenceu a aceitar o papel do famoso gênio foi seu filho, o ator Jaden Smith. Will resumiu para o filho todos os roteiros que tinha stava em mãos para decidir qual seria seu próximo trabalho. E, ao ouvir que o pai poderia ser o icônico gênio, Jaden se empolgou e jogou todos os outros roteiros no chão e disse: “Papai, o gênio... você tem a chance de fazer o gênio!'". Assista ao trailer de 'Tolkien', sobre autor de 'O Senhor dos Anéis' 'Tolkien' Depois de encantar o público com suas obras de fantasia, como “O Hobbit” e “O Senhor dos Anéis”, J. R. R. Tolkien se torna tema de um filme que narra sua trajetória. O roteiro da cinebiografia foca na juventude do famoso autor britânico e em tudo o que se tornou inspiração para seus trabalhos. As cenas do filme acompanham Tolkien já órfão e entre as amizades na escola, os estudos na universidade de Oxford e seu ingresso na batalha da Segunda Guerra Mundial. Apesar de o diretor Dome Karukoski garantir que fez o filme com a maior admiração e respeito a Tolkien, a família do autor disse não autorizou nem aprovou a produção. Assista ao trailer de "Hellboy" 'Hellboy' Essa é a terceira produção para os cinemas inspirada na história em quadrinhos. E desta vez, quem interpreta o personagem nascido nas profundezas do inferno é o ator David Harbour ("Stranger Things"). No filme, Hellboy, que é aliado dos humanos na batalha contra monstros de qualquer espécie, recebe a missão de derrotar uma feiticeira que nenhum mortal, até então, conseguiu deter. Entre as armas pra essa batalha, está a famosa manopla que Hellboy tem na mão direita.
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'Star Wars: A ascensão Skywalker' terá confronto final entre Jedi e Sith, diz revista; veja FOTOS

G1 - Cinema - 22 Maio, 2019 - 20:29

Filme foi assunto da reportagem de capa da 'Vanity Fair' de maio, que trouxe novidades e imagens do nono episódio da franquia espacial. Adam Driver e Daisy Ridley em foto da 'Vanity Fair' Annie Leibovitz/Vanity Fair Ainda faltam alguns meses para a estreia de "Star Wars: A ascensão de Skywalker", mas um dos filmes mais misteriosos dos últimos anos ganhou algumas novas pistas. O nono episódio da saga espacial criada por George Lucas foi o assunto da reportagem de capa do mês de maio da revista "Vanity Fair", que trouxe alguns pontos desconhecidos da trama, além de novas imagens. De acordo com a publicação, o filme dirigido por J. J. Abrams ("O despertar da Força") trará um fim definitivo ao longo confronto entre Jedi e seus inimigos, os Sith. A história se passará cerca de um ano e meio depois do fim de "Os últimos Jedi" (2017). Isso permitirá que a protagonista, Rey (Daisy Ridley), comece o capítulo já perto do fim de seu treinamento para controlar a Força. Mark Hamill em foto da 'Vanity Fair' Annie Leibovitz/Vanity Fair Assim, ela poderá se dedicar à reconstrução da Ordem Jedi, já que em teoria ela é seu último membro. A passagem de tempo também esconderá algumas transformações e missões que unirão os personagens. Poe Dameron (Oscar Isaac), por exemplo, estará mais à vontade no papel de liderança, e Finn (John Boyega) terá mais confiança em sua dedicação à Resistência. O filme também trará uma participação maior dos Cavaleiros de Ren, que apareceram rapidamente em "O despertar da Força" (2015), mas que foram esquecidos no oitavo capítulo (mesmo que suas armas já estivessem presentes na produção, como o G1 testemunhou ao visitar os estúdios). O diretor J. J. Abrams (ao centro) comanda gravação com os Cavaleiros de Ren em foto da 'Vanity Fair' Annie Leibovitz/Vanity Fair A reportagem também detalhou um pouco mais a participação de Carrie Fisher, intérprete da General Leia, que morreu em 2016. Abrams conta que escreveu as cenas da atriz pensando em momentos gravados por ela para o filme de 2015, mas nunca utilizados. Segundo ele, haverá até encontros dela com a personagem interpretada por sua filha, Billie Lourd, que pediu a ele que não excluísse essas cenas. Além da revelação de que o robô C-3PO fará algo surpreendente na trama, a revista ainda traz imagens inéditas dos personagens interpretados pelos novos membros do elenco, Naomi Ackie ("Lady Macbeth"), Keri Russell ("The americans") e Richard E. Grant ("Poderia me perdoar?"), tiradas pelas fotógrafa Annie Leibovitz. Keri Russell interpreta Zorri Bliss em foto da 'Vanity Fair' Annie Leibovitz/Vanity Fair John Boyega e Naomi Ackie em foto da 'Vanity Fair' Annie Leibovitz/Vanity Fair Domhnall Gleeson e Richard E. Grant em foto da 'Vanity Fair' Annie Leibovitz/Vanity Fair Oscar Isaac, BB-8, Joonas Suotamo e Billy Dee Williams em foto da 'Vanity Fair' Annie Leibovitz/Vanity Fair
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'Parasite': Bong Joon-ho retorna a Cannes com drama familiar

G1 - Cinema - 22 Maio, 2019 - 14:40

Diretor da Coreia do Sul volta ao festival com filme elogiado após 'Okja', que gerou críticas em 2017 pelo fato de o festival dar espaço na mostra oficial a uma produção da Netflix. Woo-sik Choi em 'Parasite' Divulgação Após a polêmica provocada por "Okja", filme da Netflix selecionado em 2017, o diretor sul-coreano Bong Joon-ho volta a Cannes como sério candidato à Palma de Ouro com "Parasite". É um drama familiar tingido de thriller, que retrata a violência das desigualdades sociais com domínio formal. Apresentado na terça-feira (21) à noite - e calorosamente aplaudido - "Parasite" conta a história de uma família de desempregados, a de Ki-taek (interpretado por Song Kang-ho), que vivem em um escuro e sórdido apartamento no subsolo, onde convivem com baratas. O filme ainda não tem título em português ou data confirmada de estreia no Brasil. A vida de Ki-taek, de sua esposa e dois filhos muda quando o seu filho Ki-Woo consegue um emprego como professor particular de inglês de uma jovem de família rica, os Park. Eles vivem em uma casa suntuosa com jardim, grandes janelas e decoração de bom gosto. A família de Ki-taek rapidamente se aproveita da situação: por meio de subterfúgios, Ki-Woo faz sua irmã ser contratada para dar aulas de desenho ao filho mais novo, depois seus pais como motorista e governanta. Mas, se tudo parece correr bem para a família de golpistas, a chegada dos "parasitas" à família Park marcará o início de um movimento incontrolável. Com a história, Bong Joon-ho, de 49 anos, deixa para trás o universo fantástico e os grandes orçamentos internacionais de seus dois últimos filmes, "Expresso do Amanhã" e "Okja"- filme que gerou polêmica sobre a possibilidade ou não de títulos da Netflix competirem na mostra oficial. O diretor opta por um enfoque muito mais íntimo, com uma alta dose de suspense. Por sinal, ele escreveu uma carta implorando aos críticos que não revelassem uma parte importante da história de seu filme. Conhecido por suas sátiras da sociedade sul-coreana, de "Memórias de um Assassino" a "O Hospedeiro", Bong Joon-ho aumenta sua propensão a retratar a violência das relações sociais em um mundo onde as desigualdades se amplificam, apoiando-se novamente no filme de gênero para melhor transmitir sua mensagem.
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Equipe de 'Rocketman', sobre Elton John, agradece comparações com 'Bohemian Rhapsody'

G1 - Cinema - 22 Maio, 2019 - 14:08

'Espero que isso mostre que existe um apetite para filmes desta natureza', disse Taron Egerton, que vive cantor. Taron Egerton vive Elton John no filme 'Rocketman' Divulgação Contando com muitos sucessos, um enredo sobre um dos artistas mais famosos do mundo e figurinos extravagantes, "Rocketman" leva a história de Elton John às telas. É a cinebiografia mais recente a oferecer uma experiência digna de um show nos cinemas. A estreia no Brasil será em 30 de maio. Taron Egerton, de "Kingsman", interpreta o cantor de "Your Song" e "Tiny Dancer", entoando suas canções enquanto revisita sua jornada ao estrelato e também seus dramas pessoais. Assista ao trailer do filme 'Rocketman' O filme estreou no Festival Internacional de Cinema de Cannes com a presença de Elton John. Ele rendeu comparações com "Bohemian Rhapsody", produção de 2018 sobre a ascensão dos roqueiros do Queen à fama. O musical recebeu críticas variadas, rendeu um Oscar de melhor ator a Rami Malek e arrecadou US$ 903 milhões em todo o mundo – um sinal do interesse das plateias em ver a história e a música de seus ícones nos telões. "Estou muito agradecido por as pessoas nos compararem, e espero que isso mostre que existe um apetite para filmes desta natureza", disse Egerton a respeito dos dois filmes em Cannes. Elton John mostra seu blazer com o nome do filme e canção 'Rocketman', em Cannes Reuters/Stephane Mahe As cinebiografias são um gênero popular há tempos, mas o que distingue essa "nova onda" é o envolvimento do artista e o catálogo musical para criar cenas semelhantes a apresentações, disse Scott Roxborough, chefe da redação europeia da revista The Hollywood Reporter. "O que muitos destes filmes estão vendendo é a ideia de que você pode ter uma experiência parecida a ir a um show... ir aos bastidores e conhecê-los", opinou Roxborough. Ele disse que esta "não era a ideia das cinebiografias anteriores, que muitas vezes revelavam o lado obscuro destes heróis musicais". Como "Bohemian Rhapsody", sobre o falecido vocalista Freddie Mercury, "Rocketman" acompanha as lutas internas de Elton à medida que seu sucesso cresce. "Eu diria que 'Bohemian Rhapsody' não é uma pressão, serviu mais para abrir partas para nós", disse Matthew Vaughn, produtor de "Rocketman". Em março, a Netflix lançou "The Dirt", cinebiografia baseada na autobiografia da banda de heavy metal Mötley Crüe. Outras histórias baseadas em celebridades estão em produção.
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