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Deborah Kalume, mulher de Fábio Barreto, faz homenagem ao cineasta: 'Lutou até o fim'

G1 - Cinema - 13 horas 2 minutos atrás

Ele morreu nesta quarta-feira (20), após ficar em coma por nove anos. Fábio Barreto com a família Reprodução/Instagram Deborah Kalume, mulher de Fábio Barreto, usou as redes sociais para fazer uma homenagem ao cineasta. Fábio morreu nesta quarta-feira (20), após ficar em coma por quase dez anos. O cineasta sofreu um grave acidente de carro em dezembro de 2009. A informação da morte foi confirmada pelo Hospital Samaritano, na Zona Sul do Rio, onde ele estava internado. A causa não foi informada. “Fábio é muito amado por todos que tiveram a chance de conhecê-lo. Em consideração a todas as mensagens de amor que venho recebendo, venho dizer que ele lutou até o fim! Guerreiro! Uma fortaleza! Viva, viva, viva Fábio! Aplausos!!! Muitos e muitos aplausos!! Foi uma honra e privilégio poder ter convivido esses anos todos. Aprendi e aprendo a cada dia. Vá em paz, pois enquanto houver sol, cachoeira, mar, flores... amor, gentileza e ternura, você estará lá... você é muito gigante nesse universo! Até breve nosso imenso amor! Minha mais profunda gratidão”, escreveu a atriz. Famosos lamentam morte de Fábio Barreto Initial plugin text Morre, aos 62 anos, o cineasta Fábio Barreto
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Filme de Polanski é sucesso na França apesar de pedidos de boicote

G1 - Cinema - 15 horas 11 minutos atrás

Estreia de 'J'accuse' teve mais de 501 mil de ingressos vendidos mesmo após protestos contra o diretor, que foi acusado de estupro. Poster de divulgação do filme "J'accuse" de Roman Polanski, em um cinema de Paris Martin BUREAU / AFP "J'accuse", o último filme de Roman Polanski, sobre o julgamento do militar judeu Alfred Dreyfus, lidera as bilheterias na França uma semana após sua estreia, apesar dos pedidos de boicote ao cineasta franco-polonês, acusado recentemente de um novo estupro. Com mais de 501 mil ingressos vendidos, é a "melhor estreia de sua carreira", segundo o site CBO Box Office, embora os dados não estejam disponíveis para os filmes que Polanski fez antes de 1995. Até então, sua melhor estreia na França tinha sido "O último portal" (499.344 ingressos na primeira semana em 1999), "Oliver Twist" (482.752 em 2005) e "O Pianista" (379.604 em 2002). "J'accuse", que narra a história de Alfred Dreyfus, acusado erroneamente de espionagem no final do século XIX na França, ganhou o prêmio do Grande Júri no Festival de Veneza. Sua estreia na França foi marcada por pedidos de boicote depois que uma fotógrafa francesa, Valentine Monnier, afirmou à imprensa que o diretor franco-polonês a estuprou em 1975, quando ela tinha 18 anos. Polanski negou a acusação por meio de seu advogado. O cineasta é um fugitivo da justiça dos Estados Unidos, onde em 1977 foi acusado de estuprar uma menor de 13 anos. Por ocasião do lançamento de "J'accuse", na internet circulou a hastag #BoycottPolanski, enquanto em alguns cinemas protestos foram organizados. A nova acusação contra o diretor também levou seus colegas franceses a tomar medidas. Assim, a Sociedade Civil de Diretores e Produtores (ARP) informou que, em sua assembleia geral, proporá suspender qualquer um de seus membros que tenha sido acusado pela justiça. Nos Estados Unidos, Polanski foi expulso em 2018 da Academia de Cinema.
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'A vida invisível' é drama de época para partir o coração e pensar no presente; G1 já viu

G1 - Cinema - 16 horas 14 minutos atrás

Filme brasileiro escolhido para tentar vaga no Oscar mostra drama feminino nos anos 50. Trabalho cuidadoso de Karim Aïnouz tem dose extra de emoção com Fernanda Montenegro. Dá para chamar "A vida invisível" de "drama de época", mas com ênfase maior na primeira palavra dessa definição. É drama que não acaba mais, daqueles de ouvir soluços na sala de cinema. Mas retrata a época dos anos 1950 com liberdade: os diálogos parecem atuais e o tema feminino bate forte em 2019. O diretor Karim Aïnouz (de "O Céu de Suely" e "Praia do Futuro") faz um trabalho cuidadoso em um melodrama assumido. A história é do desencontro de duas irmãs: Carol Duarte e Fernanda Montenegro dividem o papel da talentosa e reprimida Eurídice; Julia Stockler vive a rebelde Guida. O filme levou o prêmio Um Certo Olhar em Cannes e foi escolhido para tentar a vaga do Brasil no Oscar. O apoio da Amazon, que comprou os direitos de distribuição, e o renome do produtor Rodrigo Teixeira são trunfos na campanha. A lista final de indicados sai no dia 10 de janeiro. Assista ao trailer de "A vida invisível" A direção de arte e as atuações podem te fazer esquecer que a história se passa há 60 anos. As cores são fortes, de um Rio de Janeiro vivo e cheio de verde, em contraste com as mulheres que lutam para continuar a ver alguma luz ali. As irmãs falam dentro de casa como se fossem millenials cheias de sonhos. Não chega a ser um "Maria Antonieta" de Sofia Coppola, em que a rainha tem tênis All Star. Mas também passa longe da pompa que um filme do tipo poderia ter. Não é um caso de falha de ambientação, mas de uma escolha por misturar os tempos - o que faz mais sentido quando a história chega à Eurídice dos dias atuais de Fernanda Montenegro. Karim Aïnouz e elenco falam sobre 'A vida invisível' Mas o período atual é curto - Fernanda tem presença importante, mas com pouco tempo de tela. Quase tudo se passa em um mundo antes da revolução cultural dos anos 1960. A afirmação feminista que viria anos depois ainda era um desejo difuso das irmãs. Gregório Duviver vai bem como Antenor, o marido que era ao mesmo tempo inseguro e controlador. Em resumo, as duas passam o tempo todo sofrendo por causa de homem - e não tem nada a ver com sofrimento romântico. A violência sexual e psicológica dentro de um casamento visto como normal é revelada com o teor de tragédia que o tema requer, ainda mais no Brasil. Karim Ainuz fala de campanha para vaga no Oscar A trama baseada em um romance de Martha Batalha, "A vida invisível de Eurídice Gusmão", é bem particular, cheia de lances de azar e sofrimentos interlaçados. É um grande melodrama, no bom sentido. Julia Stockler e Carol Duarte têm uma química notável para uma história de desencontros. A dupla já garantiria o suficiente para sair satisfeito - e chorando - da sala de cinema. Mas aí chega a parte de Fernanda Montenegro para turbinar o drama. Fernanda Montenegro em cena do filme 'A vida invisível de Eurídice Gusmão', do diretor Karim Aïnouz Divulgação/Bruno Machado São as cenas mais emocionantes envolvendo Fernanda Montenegro e cartas desde "Central do Brasil" (1998). A campanha pela indicação também tenta uma vaga para ela como atriz coadjuvante, o que corrigiria a injustiça de ter perdido para Gwyneth Paltrow há 20 anos. Pena que, apesar da chance de indicação, a estatueta na categoria de filme internacional é improvável. Ele sai no mesmo ano do sul-coreano "Parasita", cotado até na categoria principal - azar semelhante ao de "Central do Brasil" no ano de "A vida é bela". Premiado ou não, é um dos filmes do ano. Campanha do Brasil no Oscar com 'A vida invisível' Arte G1
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Kristen Bell e Idina Menzel ganham estrelas na Calçada da Fama de Hollywood

G1 - Cinema - 20 Novembro, 2019 - 09:00

Protagonistas de 'Frozen 2' participaram de evento de inauguração nesta terça, em Los Angeles. Filme estreia na sexta nos Estados Unidos. Kristen Bell e Idina Menzel receberam estrelas na calçada da fama em Hollywood nesta terça (19) Jerod Harris/Getty Images North America/AFP A atriz Kristen Bell foi homenageada nesta terça-feira (19) com uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood, e brincou que um assaltante em breve exigiria a bolsa de uma mulher no mesmo local com as palavras "Let it go!" , uma referência à trilha sonora do filme "Frozen", no qual ela participou. Bell chegou à fama no programa de TV para adolescentes "Veronica Mars" e é a protagonista de "The Good Place", da NBC. A atriz e cantora Idina Menzel, que se destacou por papéis em musicais da Broadway como "Rent" e "Wicked" e ficou mundialmente conhecida por ser a voz de Elsa, em ""Frozen - Uma Aventura Congelante" (2013), também ganhou uma estrela na famosa rua de Los Angeles. A homenagem acontece na semana em que "Frozen 2", filme protagonizado pelas atrizes, estreia nos Estados Unidos. Bell e Menzel continuam como as vozes originais das irmãs Anna e Elsa no novo filme. A animação estreia nos Estados Unidos na sexta-feira (22), mas só chega ao Brasil em 2 de janeiro. Idina Menzel e Kristen Bell posam com suas estrelas na Calçada da Fama em Hollywood, Los Angeles Jerod Harris/Getty Images North America/AFP "Estou muito grata por aceitar esta homenagem hoje nessas ruas sagradas onde 'Uma Linda Mulher' vendeu seu corpo por dinheiro - é realmente um sonho", brincou Bell. 'Frozen 2' troca neve por floresta, tem Elsa madura e nova 'Let it go'; G1 antecipa novidades Animação ganha nova trilha sonora; escute 'Into the Unknown' A cerimônia foi realizada no extremo leste da Calçada da Fama, no Hollywood Boulevard, e contou com a presença do prefeito de Los Angeles, Eric Garcetti, e do copresidente do Walt Disney Studios Alan Horn. "Por mais maravilhoso que seja esse reconhecimento no momento, sei que é apenas temporário", disse Bell. "Essa estrela realmente só saberá seu verdadeiro valor quando, inevitavelmente, alguém for assaltado naquele mesmo local e, enquanto agarra a própria bolsa, o assaltante grita: "Solte!" ("Let it go!", em inglês, que é também o nome da canção mais famosa do filme Frozen). "E a vítima vai olhar para cima e dizer: 'Essa nem é a música dela!'". A canção vencedora do Oscar "Let It Go", do primeiro filme "Frozen", foi cantada por Menzel. Bell também prestou homenagem à Menzel, que tem um papel ampliado na sequência. "Não vou dizer que é melhor que a primeira, porque todas as músicas são boas", disse à AFP. "Mas vou lhe dizer que eles fizeram a coisa mais inteligente com o segundo filme porque decidiram, com razão, dobrar a aposta em Idina". "'Let It Go' foi um sucesso, e os gênios da Disney ficaram tipo: 'E se nós déssemos duas músicas para ela? Isso não seria duas vezes melhor?' E adivinhe - isso é", acrescentou Bell.
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'A vida invisível': diretor explica por que baniu conversas e fez elenco aprender a bordar no set

G1 - Cinema - 20 Novembro, 2019 - 06:00

Karïn Ainouz, diretor do filme que tenta vaga do Brasil no Oscar, fala sobre métodos de bastidores durante filmagem de drama elogiado que estreia nesta quinta-feira (21); veja VÍDEO. Karim Aïnouz e elenco falam sobre 'A vida invisível' "Prendadinha", escreveu a atriz Maria Manoella, a Zélia do filme "A vida invisível", ao mostrar sua nova obra no Instagram. Não era o filme ainda, que era finalizado no fim de 2018. A foto era de um complexo bordado de caveiras se beijando. Em outra foto de bordado da atriz, de uma caveira com um coração na mão, seu colega Gregório Duvivier, que interpreta Antenor, comentou: "Uau, você tá muito craque. Quero um pra mim". Nada disso está no filme, mas também não aconteceria sem ele. Nos bastidores do longa que tenta uma vaga para o Brasil no Oscar, uma rotina de concentração total foi imposta pelo diretor Karïm Ainouz. WhatsApp nem pensar. Conversa só era permitida com o diretor no ponto. O elenco e a equipe técnica não podiam nem comer juntos. VEJA VÍDEO ACIMA. "A Vida Invisível" mostra os conflitos e dificuldades enfrentadas por duas irmãs num ambiente patriarcal Divulgação No silêncio, o que dava para fazer entre as cenas? "A gente aprendeu a bordar", conta Julia Stockler, que viveu Guida Gusmão "Ele queria que a gente ficasse no set bordando, em ação de concentração." "Acho um ato tão delicado. Eu me lembrava muito do Leonilson", diz Karim, fã do falecido artista conterrâneo do Ceará, cujas obras incluíam bordados. "Parece que são medidas meio arbitrárias e autoritárias, mas não. É por um amor incondicional que tenho pelo trabalho do ator", ele justifica. Initial plugin text "Para atuar tem que ter uma concentração que não é pequena. Você pede para alguém chorar numa cena no mínimo 12 vezes. São três vezes com quatro posições de cena (...) De um tempo para cá tenho umas regras para proteger o ator", diz Karim. Entre as poucas atividades permitidas no set estava ler revistas dos anos 1950, época em que se passa o drama. A trama de desencontros de duas irmãs cariocas foi baseada no romance de Martha Batalha "A vida invisível de Eurídice Gusmão". A história é de isolamento feminino. As regras no set eram especialmente rigorosas para a personagem da irmã de Eurídice, Guida. "Ninguém podia falar comigo. É muito solitário", descreve Julia Stockler. Fernanda Montenegro em cena do filme 'A vida invisível', do diretor Karim Aïnouz Divulgação/Bruno Machado Nesse cenário, notificações de celular seriam coisa de filme de terror. "O último filme que fiz não tinha WhatApp", diz o diretor. "Eu acho que é muito importante mantê-los concentrados, protegido", ele completa. "O ator está num estado de vulnerabilidade muito grande." Saiba mais: Brasil no Oscar? Diretor de 'A vida invisível' sai em 'campanha política' por indicação Parece difícil, mas deu bons resultados. O filme e as atuações intensas foram muito elogiados. Vide o prêmio Um Certo Olhar em Cannes e as ótimas notas de grandes revistas especializadas como "The Hollywood Reporter" e a "Variety". E, agora, a chance no Oscar. Mas não é só isso. Maria Manoella ganhou um segundo ofício. "Eu fiz bordados incríveis, lembra?", ela diz para Gregório "Outro dia até me inscrevi num curso, fiz dois dias. O Karim é o responsável por essa relação". Initial plugin text
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'Malévola – Dona do Mal' domina bilheteria nacional pela 5ª semana e acumula mais de R$ 75 milhões

G1 - Cinema - 18 Novembro, 2019 - 13:33

'Coringa' segue mais uma semana em segundo lugar e 'As Panteras' estreia em quinto. ‘Malévola 2’ ganha trailer e mostra embate entre Angelina Jolie e Michelle Pfeiffer "Malévola – Dona do Mal" continua pela 5ª semana no topo da bilheteria nacional. Desde que estreou, no dia 17 de outubro, o filme lidera o ranking. No período de quinta (14) a domingo (17), mais de 339 mil pessoas foram aos cinemas ver a sequência sobre a vilã da Disney. A renda no final de semana foi de R$ 5,9 milhões e o acumulado já chega a R$ 75,1 milhões. "Coringa", outro filme que está em cartaz há bastante tempo, mais precisamente sete semanas, segue em segundo lugar. A renda acumulada já chegou ao valor de R$ 149,7 milhões. Kristen Stewart, Ella Balinska e Naomi Scott são "As Panteras" versão 2019 Divulgação As estreias "Dora e a Cidade Perdida", "As Panteras", "Invasão ao Serviço Secreto", "Ford vs. Ferrari" ficaram em 4º, 5º, 6º e 7º lugares, respectivamente. Embora apareça em sétimo lugar no Brasil, o drama histórico de automobilismo da Disney estreou no topo da bilheteria americana. Já o novo "As Panteras" com Kristen Stewart, Ella Balinska e Naomi Scott decepcionou e ficou em 3º lugar nos Estados Unidos. Veja o ranking da bilheteria nacional: "Malévola - Dona do mal" - R$ 5,9 milhões "Coringa" - R$ 3,8 milhões "A Família Addams" - R$ 3,6 milhões "Dora e a Cidade Perdida" - R$ 3,2 milhões "As Panteras" - R$ 3 milhões "Invasão ao Serviço Secreto" - R$ 2,8 milhões "Ford vs. Ferrari" - R$ 2,2 milhões "O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio" - R$ 1,4 milhões "Doutor Sono" - R$ 1 milhão "Parasita" - R$ 522 mil
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Yamaha faz parceria com Marvel e mostra motos customizadas inspiradas nos heróis

G1 - Cinema - 18 Novembro, 2019 - 11:38

Moto suspensa em 'teia' do Homem-Aranha rouba cena em estande da marca no Salão Duas Rodas. Modelos serão vendidos como série limitada no ano que vem. Yamaha NMax 160 inspirada no Homem Aranha Guilherme Fontana/G1 O Homem-Aranha já deixou sua marca no Salão Duas Rodas 2019... uma moto suspensa por uma "teia" é o destaque do estande da Yamaha no evento que começou nesta segunda-feira (18) em São Paulo. A marca japonesa anunciou uma parceria com a Marvel e apresentou motos customizadas inspiradas nos heróis do universo geek. Algumas delas deverão chegar às lojas no ano que vem, como séries limitadas. A marca não revelou quais entre os diversos conceitos que estão no salão, de fato, estarão à venda. Os preços também não foram divulgados. Uma das primeiras que deverão ser oferecidas será a do Capitão América, que "veste" a Lander 250. Nessa mesma leva serão lançadas a Fazer 250 da Capitã Marvel e do Pantera Negra. Yamaha Lander 250 inspirada no Capitão América Guilherme Fontana/G1 Yamaha Fazer 250 inspirada no Pantera Negra Guilherme Fontana/G1 Depois virão a MT-03 com "roupa" do Homem de Ferro, a MT-07 do Thor, a Neo 125 do Homem Formiga, NMAx 160 do Homem Aranha e a Crosser ABS do Groot, entre outras. Todas as motos foram customizadas pela Bendita Macchina, empresa especialista nesse tipo de serviço. Elas foram criadas especialmente para o Salão Duas Rodas. Yamaha Fazer 250 inspirada na heroína Capitã Marvel Guilherme Fontana/G1 Yamaha apresenta a MT-03 inspirada no Homem de Ferro, da Marvel Guilherme Fontana/G1 Yamaha MT-07 inspirada no herói da Marvel Thor Guilherme Fontana/G1 Yamaha Crosser inspirada em Groot, do filme Guardiões da Galáxia Guilherme Fontana/G1 Initial plugin text
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'Ford vs Ferrari' estreia em 1º nas bilheterias dos EUA e 'As Panteras' decepciona

G1 - Cinema - 17 Novembro, 2019 - 19:12
Filme de corrida com Matt Damon e Christian Bale arrecadou US$ 31 milhões em seu fim de semana de estreia na América do Norte. 'Ford vs Ferrari': Assista ao trailer Drama histórico de automobilismo da Disney, "Ford vs Ferrari" deixou os adversários comendo poeira e acelerou a US$ 31 milhões de bilheteria na América do Norte. Dirigido por James Mangold ("Logan") e estrelando Christian Bale ("Vice") e Matt Damon ("Perdido em Marte"), "Ford vs. Ferrari" estreou além das expectativas, graças a um forte boca a boca de espectadores. No entanto, essa venda de ingressos não foi suficiente para compensar estreias decepcionantes de outros novos filmes notórios, "As Panteras" e "A Grande Mentira", fazendo com que a bilheteria doméstica ficasse 6% abaixo em relação ao ano passado, segundo o Comscore. A comédia de ação da Sony, "As Panteras", saiu com desanimadores US$ 8,6 milhões, ficando em terceiro lugar, atrás do drama de guerra da Lionsgate, "Midway - Batalha em Alto Mar" (US$ 8,75 milhões) e pouco à frente do filme de família da Paramount, "Brincando com Fogo" (US$ 8,5 milhões). Enquanto isso, o thriller da Warner, "A Grande Mentira", mal ficou entre os dez primeiros, com apenas US$ 5,6 milhões de dólares em 2.439 cinemas. "Ford vs. Ferrari" seduziu o público masculino mais velho: homens representaram 62% da venda de ingressos, com quase 80% acima de 25 anos. O público deu uma rara nota A+ no CinemaScore, sinal de que o drama de corrida deve ter vida longa nos cinemas.
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'Frozen 2' ganha trilha sonora original; escute 'Into the Unknown', nova música de Elsa

G1 - Cinema - 15 Novembro, 2019 - 17:21

Música é dos mesmos compositores de 'Let It Go'. Panic! At The Disco e Weezer fizeram versões de faixas cantadas pelos atores no filme, que estreia nos EUA na próxima sexta (22). A Disney divulgou a trilha sonora de "Frozen 2" nesta sexta-feira (15). Na versão original do novo filme, as atrizes Idina Menzel e Kristen Bell cantam as músicas de suas personagens, Elsa e Anna. "Into the Unknown", a nova música-tema de Elsa, ganhou duas versões, uma interpretada por Idina e outra na voz de Brendon Urie, do Panic! At the Disco. O sucesso de "Let it Go", música da personagem no filme "Frozen – Uma Aventura Congelante" (2013), rendeu o Oscar de Melhor Canção Original no ano seguinte. Tanto que os compositores Kristen Anderson-Lopez e Robert Lopez foram novamente escalados e assinam sete músicas na nova trilha, inclusive "Into the Unknown". 'Frozen 2' troca neve por floresta, tem Elsa madura e nova 'Let it go'; G1 antecipa novidades FOTOS: Idina Menzel, Kristen Bell e Josh Gad estiveram na première em Los Angeles "Lost in the Woods", música do personagem Olaf, também ganhou duas versões. Uma na voz do ator Jonathan Groff e outra da banda Weezer. Na versão em português, quem canta a música é o ator e humorista Fábio Porchat, que dubla o simpático boneco de gelo. Em "Frozen 2", Elsa vai em busca da origem de seus poderes, depois de que vozes misteriosas começam a chamá-la. Anna, Olaf, Kristoff e Sven acompanham a Rainha na aventura em uma floresta encantada. O filme estreia nos Estados Unidos na próxima sexta (22), mas no Brasil só chega em 2 de janeiro de 2020. Olaf em cena de "Frozen 2" Divulgação/Disney
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'O Irlandês', 'Ford vs Ferrari' e 'As Panteras' são estreias da semana nos cinemas; VÍDEO

G1 - Cinema - 15 Novembro, 2019 - 06:00
Dois possíveis indicados a Oscar são destaque entre lançamentos, que ainda contam com nova versão das espiãs nesta quinta-feira (14). 'As Panteras' e 'O Irlandês' estreiam nos cinemas As estreias nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (14) marcam um começo não-oficial da corrida pelo Oscar 2020. Afinal, entre os destaques lançados estão dois filmes que devem receber indicações da Academia. Mas quem prefere só uma pipoquinha com muita ação também tem sua opção. Assista ao vídeo acima. 'O Irlandês' 'O irlandês': assista ao trailer O diretor Martin Scorsese retorna ao gênero que o consagrou neste filme sobre um capanga da máfia que se envolve em um dos desaparecimentos mais conhecidos dos Estados Unidos, o do líder sindical Jimmy Hoffa. Com Robert De Niro e Joe Pesci, que se reúnem mais uma vez depois de "Os Bons Companheiros" (1990) e "Cassino" (1995), recebem a companhia de Al Pacino na produção, que deve receber indicações a melhor filme, melhor ator e atores coadjuvantes e diretor. Leia a resenha. 'Ford vs. Ferrari' 'Ford vs Ferrari': Assista ao trailer O nome já dá a dica. O filme estrelado por Matt Damon ("Perdido em Marte") e Christian Bale ("Vice") conta a história real de quando a Ford decidiu vencer a Ferrari na corrida de 24 horas de Le Mans, uma das mais tradicionais do automobilismo. Dirigida por James Mangold, a produção deve conseguir indicações aos dois atores, mas corre por fora na corrida para ser lembrada na categoria principal. Leia a resenha. 'As Panteras' Assista ao trailer de "As Panteras" As super-espiãs que recebem missões de um empregador misterioso estão de volta em um filme que serve como uma espécie de continuação da série dos anos 1970 e dos longas dos anos 2000. Dessa vez, elas são interpretadas por Kristen Stewart ("Crepúsculo"), Naomi Scott ("Aladdin") e Ella Balinska, que estreia como protagonista de uma grande produção de Hollywood. Leia a resenha.
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