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Correção: filme de Tarantino

G1 - Cinema - 22 Maio, 2019 - 13:55
O G1 errou ao informar na reportagem “Quentin Tarantino empolga Cannes com 'Era uma vez em...Hollywood'", publicada às 8h16 do dia 22 de maio, que os atores Bruce Lee e Steve McQueen estão no elenco do filme. Na verdade, os dois atores estão mortos e são personagens do filme. Lee (1940-1973) será interpretado pelo ator americano Mike Moh. McQueen (1930-1980) será vivido pelo inglês Damian Lewis. A informação foi corrigida às 12h17 do dia 22 de maio.
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'Aladdin' moderniza animação da Disney com ótimo elenco pouco conhecido e Will Smith; G1 já viu

G1 - Cinema - 22 Maio, 2019 - 13:00

Trio de novos protagonistas brilha e Smith supera desafio como novo gênio, em versão com atores de desenho de 1992. Desde que começou, em 2014, uma franquia não-oficial com adaptações de seus clássicos animados em filmes de atores, a Disney tem conseguido níveis variados de sucesso. Com "Aladdin", nova versão do desenho de 1992, o estúdio pode ter conseguido seu melhor resultado. A produção, que estreia no Brasil nesta quinta-feira (21), moderniza bem a história através de um jovem e talentoso elenco, composto em sua maioria por relativos desconhecidos. Até Will Smith e o diretor Guy Ritchie ("Sherlock Holmes"), ao mesmo tempo os maiores nomes do filme e seus maiores riscos, conseguem se recuperar de trabalhos recentes criticados com performances sólidas no geral. O resultado positivo faz com que o novo "Aladdin" rivalize muito bem com "Mogli - O menino lobo" (2016), a melhor das adaptações do estúdio. Mas, enquanto o filme de Jon Favreau apresentava um lado mais sombrio do original, o lançamento de agora consegue manter seu espírito festivo e infantil. Assista ao novo trailer de Aladdin Troca de gênios A história é basicamente a mesma. Em uma época de sultões e de magia, o jovem Aladdin (Mena Massoud) vive de pequenos roubos até encontrar um gênio (Will Smith) dentro de uma lâmpada. Com direito a três desejos, ele precisará de ajuda para conquistar a princesa Jasmine (Naomi Scott) e deter os planos do maligno conselheiro real Jafar (Marwan Kenzari). A boa notícia é que Smith não compromete. Um grande feito, considerando que ele tinha a difícil missão de substituir a icônica atuação de Robin Williams no papel do gênio. Até aqueles que assistiram a vida toda a versão dublada sabem o que o ator, morto em 2014, fez com o papel. Mena Massoud e Will Smith em cena de 'Aladdin' Divulgação A produção perde um pouco a mão ao tentar colocar Smith em situações nas quais Williams era mestre, como as mudanças constantes de personalidades. Mesmo assim, o antigo rapper dá toques pessoais ao personagem e não decepciona. Mesmo que sua cabeça continue esquisita no corpo azul flutuante. Já Massoud ("Jack Ryan") apresenta uma atuação leve e despreocupada, e convence como o malandro de bom coração que dá nome ao filme. O canadense de 27 anos nascido no Egito merece crescer em Hollywood após o papel. Do outro lado, Kenzari ("Assassinato no Expresso do Oriente") até passa certa insegurança no começo com um Jafar um tanto diferente do original, mas mostra tanta personalidade que domina o personagem e o transforma em seu. Marwan Kenzari em cena de 'Aladdin' Divulgação Fechando o trio de "novatos", Scott já tinha sobressaído em "Power Rangers" (2017). A atriz revelada pela Disney na adolescência confirma sua ascensão a um dos nomes mais promissores de sua geração, ajudada por um roteiro que fortalece Jasmine. Adeus, donzela indefesa Ao comparar a animação com sua nova versão, é possível ver que ela envelheceu mal em certos aspectos. Os fãs podem dar adeus àquela princesa que precisa ser resgatada pelo herói no final. Na adaptação, Jasmine assume a liderança em diversos momentos e ganha um final digno. Muito mais do que rechaçar candidatos à sua mão por acreditar no amor verdadeiro, a personagem agora se rebela contra um sistema que a impede de ser a rainha que ela merece. Naomi Scott e Mena Massoud em cena de 'Aladdin' Divulgação A mudança é simbolizada por uma nova canção, ausente no desenho. Ela é escrita pelo compositor das músicas originais, Alan Menken, ganhador de oito estatuetas do Oscar. Ela destoa no começo, mas com o tempo se encaixa e mostra seu propósito. A participação do compositor ajuda a explicar a qualidade da modernização da trilha como um todo. O filme é tão musical quanto a animação, mas canções como "One jump ahead" ("Correr para viver", na versão nacional) ganham batida pop bem atual. "Prince Ali" ("Príncipe Ali") é a única exceção entre as melhorias, já que a voz de Smith não combina com as brincadeiras da letra. Ele parece desafinar em alguns momentos. Mena Massoud e Will Smith em cena de 'Aladdin' Divulgação De volta ao básico Ao segurar seus impulsos – logo no começo, uma cena em câmera lenta desnecessária chega a dar arrepio, mas é a única no filme – e cacoetes considerados sua marca registrada, Guy Ritchie mostra que pode sim construir um grande espetáculo visual. Com isso, o cineasta britânico se recupera do fracasso de "Rei Arthur: A Lenda da Espada" (2017). Às vezes, a melhor forma de se levantar é fazer o básico bem feito. Tudo isso constrói um novo "Aladdin" além de um simples caça-níquel e justifica sua existência e sua apresentação a todo um mundo novo. Navid Negahban e Naomi Scott em cena de 'Aladdin' Divulgação
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Quentin Tarantino empolga Cannes com 'Era uma vez em...Hollywood'

G1 - Cinema - 22 Maio, 2019 - 08:16

Brad Pitt e Leonardo DiCaprio participaram de promoção do filme durante festival de cinema. Longa compete ao prêmio Palma de Ouro. Os atores Brad Pitt e Leonardo DiCaprio acompanham o diretor Quentin Tarantino durante chegada ao tapete vermelho do Festival de Cannes, onde foi apresentado o longa “Era uma vez em... Hollywood” Alberto PIZZOLI / AFP Quentin Tarantino não decepcionou: seu aguardado filme, "Era uma vez em... Hollywood", com um elenco estrelado encabeçado por Brad Pitt e Leonardo DiCaprio, foi recebido nesta terça-feira (21) com uma longa ovação e críticas entusiasmadas no Festival de Cannes. Era o momento mais aguardado da mostra iniciada há uma semana: Tarantino, Pitt e DiCaprio pisaram no tapete vermelho da La Croisette recebidos como heróis, aclamados pelo público que os aguardava desde as primeiras horas da manhã. O cineasta e os dois atores, pela primeira vez juntos em um filme, posaram, elegantes em seus smokings, ao lado da colega de elenco, a atriz Margot Robbie, vestindo um conjunto de lantejoulas com calça preta e top branco, arrematado por uma flor rosa. O filme, que compete pela Palma de Ouro, é "feito de lembranças, um pouco como 'Roma', que foi um filme de memórias para (Alfonso) Cuarón", disse no tapete vermelho Tarantino, ao lado da esposa, a cantora israelense Daniella Pick. Margot Robbie, Quentin Tarantino, Leo DiCaprio, Brad Pitt chegam ao Festival de Cannes A película de 2h45, rodada em 35 mm, é ambientada na Los Angeles de 1969. Conta a história de Rick Dalton (DiCaprio), astro de westerns da televisão, seu dublê nas cenas de ação (Pitt) e a vizinha dele, a atriz Sharon Tate (Robbie). Al Pacino, Dakota Fanning, Bruce Lee e Steve McQueen também integram o elenco. Ao final da projeção, o público ficou de pé e aplaudiu Tarantino por vários minutos, 25 anos depois dele ter recebido a Palma de Ouro por "Pulp Fiction - Tempo de Violência". Pitt estava visivelmente emocionado, enquanto a atriz britânica Tilda Swinton, que não atua no filme, tampouco pôde conter as lágrimas. "Nos vemos na La Croisette!", disse Tarantino ao público, após agradecer o apoio dos espectadores. "Brilhante" Parte da crítica internacional fez suas primeiras avaliações de que este é um dos melhores filmes de Tarantino em anos. Um crítico do jornal britânico The Guardian o qualificou como "uma brilhante comédia de humor negro". O site especializado Deadline avaliou que Tarantino "nasceu para fazer este filme", "glorioso" e "divertidíssimo". Assista ao trailer de 'Era uma Vez em...Hollywood' Cannes "mudou a vida" do diretor americano, de 56 anos. "Vim primeiro com 'Cães de Aluguel', como pequeno cineasta independente, e depois dei a volta ao mundo". Também no tapete vermelho, Pitt se desmanchou em elogios a Tarantino. "É um prazer trabalhar com ele, não pode ser comparado a ninguém (...) Conhece de forma exaustiva o cinema" e o filme para ele é "uma carta de amor a Hollywood, a Los Angeles". No filme, "interpretamos dois atores que tentam encontrar seu lugar em um mundo que está mudando", afirmou DiCaprio, cuja namorada, a atriz argentina Camila Morrone, também assistiu à projeção. Tarantino pediu na véspera que os espectadores não revelassem o conteúdo do filme. "Gosto do cinema. Vocês gostam do cinema. Uma história está a ponto de ser descoberta pela primeira vez (...) Os atores e a equipe trabalharam duro para criar algo original, e só peço que cada um evite revelar qualquer coisa que impeça futuros espectadores de viver a mesma experiência com o filme", escreveu em uma carta publicada em sua conta no Twitter. Palma dupla? A história de Tarantino em Cannes é repleta de cenas memoráveis, a começar pela Palma de Ouro entregue por Clint Eastwood há 25 anos por "Pulp Fiction". Ao receber o prêmio, entre aplausos e assobios, o cineasta americano levantou o dedo médio para uma mulher que gritou, "Que merda! Não, mas que merda!". Dez anos depois, o cineasta voltou à La Croisette para apresentar "Kill Bill vol.2" fora da competição. Com "Bastardos Inglórios", voltou a disputar a Palma de Ouro em 2009, mas desta vez o prêmio ficou com o austríaco Michael Haneke por "A Fita Branca". No entanto, ele aprontou uma das suas no tapete vermelho, ao dançar com a atriz francesa Mélanie Laurent. Em 2014, também arriscou uns passos com Uma Thurman pelos 20 anos de "Pulp Fiction". No próximo sábado (25), o diretor pode passar a fazer parte do seleto grupo de cineastas com duas Palmas de Ouro, somando-se a Bille August, Francis Ford Coppola, Luc e Jean-Pierre Dardenne, Michael Haneke, Shohei Imamura, Emir Kusturica e Ken Loach. Pedro Almodóvar e Terrence Malick, entre outros cineastas, também disputam o prêmio máximo do festival.
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'Toy Story 4' ganha novo trailer; ASSISTA

G1 - Cinema - 21 Maio, 2019 - 14:50
Animação tem lançamento previsto para 21 de junho e conta com direção de Josh Cooley. 'Toy Story 4' ganha novo trailer; ASSISTA "Toy Story 4" ganhou seu segundo trailer nesta terça-feira (21). A animação tem data de lançamento mundial prevista para 21 de junho. O novo trailer resume um pouquinho da nova história, contando que "Woody sempre foi confiante sobre seu lugar no mundo e que sua prioridade é o cuidado de suas crianças, seja Andy ou Bonnie. Mas quando Bonnie um relutante novo brinquedo chamado 'Forky' no quarto, uma aventura pela longa estrada junto com novos amigos vai mostrar a Woody quão grade o mundo pode ser para um brinquedo". As imagens mostram os brinquedos em apuros em busca de "Forky". “Toy Story 4” tem direção de Josh Cooley e produção de Jonas Rivera e Mark Nielsen. O primeiro trailer da animação foi divulgado em março. O vídeo trouxe a primeira aparição do novo brinquedo ao grupo.
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Elle Fanning desmaia durante jantar no Festival de Cannes

G1 - Cinema - 21 Maio, 2019 - 13:59

Atriz chegou a cair da cadeira e foi ajudada pela irmã, Dakota Fanning. No Instagram, ela explicou que o vestido estava apertado demais. Elle Fanning durante jantar do Chopard Trophee no festival de Cannes Vianney Le Caer/Invision/AP Elle Fanning levou um susto durante o jantar do Trophée Chopard, um dos prêmios do Festival de Cannes, na noite desta segunda-feira (20). A atriz, que integra o júri do festival este ano, caiu da cadeira após desmaiar. Segundo a revista Variety, no momento em que o diretor Thierry Fremaux convidava o ator Francois Civil para subir ao palco, Elle passou mal e caiu. A atriz estava bem perto da irmã, Dakota Fanning, que a ajudou antes da chegada da equipe de segurança. De acordo com relatos de testemunhas, a cerimônia foi pausada e o silêncio tomou conta do local. Em seu Instagram, Elle explicou através de uma hashtag que o motivo do desmaio foi o vestido apertado demais. Initial plugin text “Ops, tive um desmaio hoje com meu vestido Prada da década de 50, mas está tudo bem! Vestido apertado demais”. Nesta terça-feira (21), Elle retornou ao tapete vermelho do Festival de Cannes e posou para os fotógrafos durante o lançamento do filme de Tarantino “Era uma vez em... Hollywood”. Elle Fanning retorna ao tapete vermelho de Cannes após desmaiar em jantar de premiação do evento Joel C Ryan/Invision/AP
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Maradona critica documentário sobre própria vida e pede que fãs não assistam

G1 - Cinema - 21 Maio, 2019 - 12:03

Campeão mundial ficou incomodado com o uso da palavra 'vigarista' no cartaz do filme. Aguardado no Festival de Cannes, ex-jogador não apareceu. Diego Maradona em novembro de 2018 Reprodução/Reuters Diego Maradona criticou o novo documentário sobre sua vida e recomendou às pessoas que não o vejam quando estrear no mês que vem. Os cartazes do filme de duas horas sobre o polêmico ex-atacante argentino dizem: "Diego Maradona - Rebelde, Herói, Vigarista e Deus", e o campeão mundial ficou incomodado com o uso da palavra "vigarista". "Joguei futebol e ganhei meu dinheiro correndo atrás da bola. Não extorqui ninguém", disse Maradona em uma entrevista à rede Univisión, na terça-feira. "Se eles querem atrair o público assim, estão equivocados... O título não me agrada, e se o título não me agrada, o filme não me agradará. Não vão vê-lo", acrescentou. Maradona não gostou de cartaz de filme Reprodução/Instagram O diretor Asif Kapadia, que realizou os documentários premiados "Amy" e "Senna", já havia dito que Maradona não havia visto o filme e reconheceu que estava interessado na reação do astro quando o visse. "Estamos lidando com arquivos muito antigos, haverá muitas imagens que ele mesmo não viu de si mesmo, de sua família, de seus filhos", disse Kapadia à Reuters em uma entrevista. "Então acho que será muito comovente para ele". Maradona, que atualmente é técnico do Dorados, do México, perdeu a pré-estreia da produção no Festival Internacional de Cinema de Cannes no domingo. Na ocasião, a produção do filme informou que o motivo da ausência foi "uma lesão no ombro que requer atenção médica". As críticas iniciais foram mistas. Alguns disseram que o filme se baseia em uma coleção de vídeos pessoais de Maradona e que traz cenas coloridas, mas que carece de impacto. "Não importa a quantidade de noticiários que nos mostrem ou o quão fascinantes sejam, toda essa realidade fragmentada não consegue ajudar a revelar o que há dentro do homem em seu centro", disse a revista Variety. O documentário estreará nos cinemas em 14 de junho.
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'Downton Abbey': filme baseado na série ganha trailer com visita da família real; assista

G1 - Cinema - 21 Maio, 2019 - 10:26
Trama acompanha as tribulações de uma família de aristocratas. Lançamento está previsto para 13 de setembro. Trailer de 'Downton Abbey' "Downton Abbey", filme baseado na série de mesmo nome, ganhou novo trailer nesta terça-feira (21). Ele mostra a chegada da família real britânica em Downton e os dilemas para a organização dos eventos de recepção. O filme terá parte do elenco original da série: Maggie Smith, a matriarca da família Crawley e Michelle Dockery, a protagonista Mary, estão no longa, além de Hugh Bonneville e Allen Leech. O criador da série Julian Fellowes escreveu o roteiro. Ele produz ao lado de Gareth Neame e Liz Trubridge. Brian Percival (de "A Menina que Roubava Livros"), vai dirigir o filme. Ele já havia sido o diretor de seis episódios da série, incluindo o primeiro. O lançamento está previsto para 13 de setembro. A última temporada de "Downton Abbey" foi exibida em 2015. Os episódios finais eram ambientados no final dos anos 1920, pouco antes da Grande Depressão. A trama acompanha as tribulações dos Crawley, uma família de aristocratas e seus empregados em uma magnífica mansão no campo inglês perto de York (norte), forçados a lidar com a evolução da sociedade britânica.
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Niki Lauda, piloto morto aos 70, teve história de acidentes e luta por segurança contada em filmes

G1 - Cinema - 21 Maio, 2019 - 10:07

'O homem mais corajoso que já conheci', escreveu ator Daniel Brühl, que interpretou o tricampeão mundial em 'Rush: No limite da emoção'. Lauda também foi tema de documentário. Niki Lauda em 2016 Reuters/Uli Deck/Pool/File Photo Niki Lauda, ex-piloto tricampeão da Fórmula 1 morto nesta segunda (20), teve sua história contada em um filme de ficção e em um documentário. Lançado em 2013, "Rush: No limite da emoção" partia da rivalidade entre o austríaco e o inglês James Hunt, nos anos 70. O filme dirigido por Ron Howard, ganhador do Oscar por "Uma Mente Brilhante", teve duas indicações ao Globo de Ouro: Melhor Filme - Drama e Ator Coadjuvante. O indicado era Daniel Brühl, que interpretou Lauda. Em seu perfil no Instagram, ele lamentou a morte do ex-piloto: "O homem mais corajoso que já conheci, não apenas porque ele era um campeão mundial de Fórmula 1 nos loucos anos 70 e teve o retorno mais incrível da história do esporte, mas também por causa de como ele tratava as pessoas. Era sempre honesto, direto." "Niki sempre contava a verdade na sua cara, não importa o quão desconfortável ela fosse. Ele era totalmente despretensioso e incrivelmente engraçado. Aprendi muito com ele e o admirei profundamente. Eu sei o quanto você gostava de voar. Corra pelo céu em paz imortal 'Champ', vamos sentir sua falta." Daniel Brühl como Niki Lauda, no filme 'Rush', de 2013 Divulgação Além de Rush, que mostrava a luta de Lauda em tornar a Fórmula 1 mais segura para pilotos, a história dele foi contada em um documentário. "Lauda: The Untold Story" (Lauda: A História não contada) foi lançado em 2014. O filme tinha filmagens nunca antes divulgadas do acidente quase fatal que ele sofreu em 1976, um dos mais comentados da história da Fórmula 1. O documentário também retrata a volta improvável do piloto, em Monza, na Itália, apenas algumas semanas após a batida. O roteiro do austríaco Hannes Michael Schalle também mostra como as atitudes de Lauda foram importantes para que a segurança dos pilotos entrasse na pauta das discussões da Fórmula 1. "Lauda" tem depoimentos de Jackie Stewart, Lewis Hamilton, Nico Rosberg, entre outros. Veja o trailer de 'Rush': 'Rush - No Limite da Emoção': veja o trailer do filme
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Karim Ainouz homenageia as brasileiras invisíveis em Cannes com 'A vida invisível de Eurídice Gusmão'

G1 - Cinema - 21 Maio, 2019 - 07:57

Longa marca a estreia das protagonistas, Carol Duarte e Julia Stockler no cinema. Atrizes estiveram no festival junto ao diretor. As atrizes Flavia Gusmao, Barbara Santos, Carol Duarte e Julia Stockler com o diretor Karim Ainouz e o ator Gregorio Duvivier durante Joel C Ryan/Invision/AP "Dei à luz um varão". "Melhor para ele". Este eloquente diálogo entre uma mãe e sua vizinha faz parte do melodrama "A vida invisível de Eurídice Gusmão", em que Karim Ainouz denuncia o patriarcado no Brasil. Em seu terceiro longa-metragem apresentado em Cannes, Ainouz volta à temática que mais o emociona: as mulheres, uma forma de homenagear sua mãe, que o educou sozinha, e a sua avó que viveu 108 anos e a quem consagrou seu primeiro trabalho. Baseado no romance homônimo de Martha Batalha, "A vida invisível de Eurídice Gusmão" narra a trajetória de duas irmãs cariocas nos anos de 1950, cujos sonhos são soterrados pelo peso de uma sociedade machista. O destino traça caminhos muito distintos para Eurídice e Guida, mas as duas almas gêmeas compartilham a frustração de não poderem se realizar e a dor incomensurável de viverem separadas no Rio. Eurídice, determinada a ser pianista, lutará durante anos para ser aprovada em um conservatório, embora seu pai e seu marido não sejam capazes de entender por que uma mulher não quer ficar em casa para cuidar da família. Guida é atingida pela desgraça ainda muito jovem, precisando formar uma família menos convencional. O filme marca a estreia das protagonistas, Carol Duarte e Julia Stockler, no cinema. Dar esperanças "O livro de Batalha me marcou", explicou à AFP Karim Ainouz após a projeção nesta segunda-feira (20) de seu filme na competição na seção "Um certo olhar". "Minha mãe era solteira e, jovem, eu me dei conta de como foi duro para ela. Eu tinha a impressão de que as coisas haviam mudado nos últimos 30 anos para as mulheres, mas com tudo que está acontecendo agora politicamente no mundo e no Brasil vejo que regredimos", acrescentou. No Rio de Ainouz nos anos 1950, uma mãe solteira não pode sair do país com seu filho pequeno porque a autorização do pai é indispensável. Uma jovem esposa que não quer se precipitar em ter filhos vive constantemente com medo que seu marido a engravide. Uma esposa já mais velha se cala quando o patriarca da família humilha sua filha. O filme se trata de uma "denúncia do patriarcado e do dano que pode causar", resume Ainouz. "Mas quero evitar apresentar as personagens como vítimas e explorar suas possibilidades de resistência", afirma. "Isso é o mais importante do cinema de hoje em dia: mostrar que é preciso resistir e dar esperanças". Potente em sentimentos, o filme reforça visualmente seu caráter melodramático com uma grande densidade de cores e uma atuação mais característica do teatro. Sua inspiração: as primeiras telenovelas dos anos 1970. "Tenho recordações maravilhosas daquelas séries, de seus atores que vinham em sua maioria do teatro. Mas até agora eu sentia um certo pudor na hora de retomar seu estilo: tem que ser muito cuidadoso para não fazer um filme sem graça". Ainouz diz ter perdido o medo a deixar os sentimentos aflorarem. "As telenovelas têm a força de chegar a um grande público e não é coincidência que se goste tanto delas no Brasil", conclui.
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Tarantino pede que ninguém revele informações sobre novo filme 'Era uma vez em Hollywood'

G1 - Cinema - 20 Maio, 2019 - 17:08

'Só peço que as pessoas evitem revelar algo que possa impedir outros espectadores de ter a experiência de ver o filme da mesma forma', diz diretor em mensagem antes de pre-estreia. Brad Pitt e Leonardo DiCaprio estrelam novo filme de Quentin Tarantino, 'Era uma vez em Hollywood' Divulgação Antes da estreia de "Era uma vez em Hollywood" no Festival de Cannes, o diretor Quentin Tarantino pediu em carta publicada nesta segunda-feira (20) que ninguém revelasse informações que pudessem impedir os espectadores de desfrutar plenamente de seu novo filme. Com pré-estreia em sessão marcada para esta terça, ele será apresentado à imprensa um dia depois. E hoje, no Instagram, o festival divulgou uma carta de Tarantino destinada a todas as pessoas que estão em Cannes. "Adoro cinema. Vocês adoram cinema, É uma viagem para descobrir uma história pela primeira vez. Desejo compartilhar 'Era uma vez em Hollywood' com a audiência do festival", afirmou Tarantino. Ele lembrou também que sua equipe trabalhou duro para criar "algo original". Assista ao trailer de 'Era uma Vez em...Hollywood' "Só peço que as pessoas evitem revelar algo que possa impedir outros espectadores de ter a experiência de ver o filme da mesma forma", diz a mensagem. O filme, que retrata Hollywood em 1969, é protagonizado por um astro de televisão, Rick Dalton (Leonardo DiCaprio) e seu dublê, Cliff Booth (Brad Pitt), com os aterrorizantes assassinatos de Charles Manson como pano de fundo. Margot Robbie, James Marsden, Dakota Fanning, Al Pacino, Kurt Russell e o recentemente morto Luke Perry completam o estrelado elenco.
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'Vingadores: Ultimato' segue na liderança da bilheteria nacional pela quarta semana consecutiva

G1 - Cinema - 20 Maio, 2019 - 13:12

Renda acumulada do filme da Marvel já ultrapassou R$ 312 milhões. Ranking tem 'John Wick 3 - Parabellum' em segundo lugar e 'Pókemon: Detetive Pikachu' em terceiro. Cena do filme 'Vingadores: Ultimato' Divulgação/Marvel Na quarta semana de exibição, "Vingadores: Ultimato" continua no topo do ranking da bilheteria nacional. O filme foi visto por 901 mil pessoas, gerando uma arrecadação de R$ 17,1 milhões no período de quinta (16) a domingo (19). A renda acumulada da produção já chega a R$ 312 milhões. O segundo lugar é ocupado por "John Wick 3 - Parabellum", que estreou na quinta (16). Com público de 290 mil pessoas, o terceiro capítulo da saga estrelada por Keanu Reeves arrecadou R$ 5,1 milhões. LEIA: 'John Wick 3: Parabellum' tem melhores cenas de ação da série e história que não evolui Na segunda semana em cartaz, o filme "Pokémon: Detetive Pikachu" ocupa a terceira posição, com público de 266 mil espectadores e renda de R$ 4,5 milhões no último final de semana. Confira o ranking completo da semana: "Vingadores: Ultimato" (R$ 17,1 milhões) "John Wick 3 - Parabellum" (R$ 5,1 milhões) "Pokémon: Detetive Pikachu" (R$ 4,5 milhões) "Kardec" (R$ 4,4 milhões) "Cemitério Maldito" (R$ 2 milhões) "UglyDolls" (R$ 877 mil) "De Pernas pro Ar 3" (R$ 701 mil) "Superação - O Milagre da Fé" (R$ 375 mil) "A Espiã Vermelha" (R$ 262 mil) "O Sol também é uma estrela" (R$ 174 mil)
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'John Wick 3' tira 'Vingadores: Ultimato' do 1º lugar, com estreia de US$ 57 milhões

G1 - Cinema - 20 Maio, 2019 - 10:28

Impulsionado por críticas positivas, 'John Wick 3: Parabellum' superou as expectativas. Keanu Reeves, Halle Berry e Laurence Fishburne estrelam longa. Keanu Reeves, Halle Berry e dois cachorros em cena de 'John Wick 3: Parabellum' Divulgação Os super-heróis mais poderosos da Terra fizeram uma boa luta, mas John Wick pôs um ponto final no reinado de três semanas de "Vingadores: Ultimato" nas bilheterias. Impulsionado por críticas positivas, "John Wick 3: Parabellum" superou as expectativas com uma estreia de US$ 57 milhões em 3.850 cinemas na América do Norte. Isso foi suficiente para acabar com o reinado de "Vingadores: Ultimato" no primeiro lugar das bilheterias. O mais novo lançamento da Marvel arrecadou US$ 29,4 milhões durante seu quarto fim de semana em cartaz. "Parabellum", o terceiro capítulo da franquia de ação, estreou com números bem melhores do que os anteriores "John Wick", de 2014, ( US$ 14,4 milhões) e "John Wick 2", lançado em 2017 (US$ 30,4 milhões). Assista ao trailer de 'John Wick 3: Parabellum' Em Parabellum, Keanu Reeves volta como o ex-matador de aluguel que se encontra fugindo de assassinos. O ex-dublê e agora diretor Chad Stahelski comandou o filme, escrito pelo criador das séries, Derek Kolstad. Halle Berry e Laurence Fishburne também estão no longa. "John Wick 3" foi uma muito necessitada vitória para o Lionsgate. O estúdio sofreu uma série de fracassos com o reboot de alto orçamento de "Robin Hood", com Taron Egerton, um remake de "Hellboy" e o thriller "Vingança a Sangue Frio", estrelando Liam Neeson. "Vingadores: Ultimato", que caiu para o segundo lugar nas bilheterias nacionais, agora arrecadou US$ 771 milhões na América do Norte, superando "Avatar" e sua renda de US$ 761 milhões para se tornar o segundo filme de maior arrecadação nos cinemas norte-americanos, atrás apenas de "Star Wars: o Despertar da Força", que levantou US$ 937 milhões. O filme da saga de heróis ainda é o segundo de maior arrecadação mundial, atrás somente de "Avatar", com 2,78 bilhões de dólares.
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