Foto de Ray J

Curta "Sociedade dos heróis esquecidos", da CCXP.

Queria saber quem dirigiu e qual foi o diretor de fotografia. O curta presta uma homenagem a heróis do passado que vão participar de um painel da Comic Con. Ficou do caralho!

https://www.youtube.com/watch?v=fUU1RhJrNAU

Foto de Ray J

Ghost in Shell - Trailer e cena de abertura

Sim, o diretor é medíocre (Mesmo de Branca de Neve e o Caçador), mas o material original é bom e pelo menos na cena de abertura respeitaram a obra original.

Ghost In Shell, traduzido porcamente aqui como "Vigilante do Futuro" é baseado no animê "Ghost In Shell", de 1995. Se der certo, podemos esperar uma adaptação live action de Akira.

Trailer:

https://www.youtube.com/watch?v=G4VmJcZR0Yg

Abertura do animê:

https://www.youtube.com/watch?v=BsiepGvjjTM

Abertura do filme, com o mesmo visual e trilha sonora do desenho original. Me faltam palavrões para falar o quão bom ficou isso aqui:

https://www.youtube.com/watch?v=F5amv-vqUFo

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Foto de Ray J

The Red Turtle - Trailer

Descobri o trailer por acaso, ao saber que foi co-produzido pelos Estúdios Ghibli e ganhou a mostra "Um certo olhar" em Cannes.

Elogiadíssimo lá fora e participará do festival Anima Mundi aqui. Fica a dica aos amigos.

https://www.youtube.com/watch?v=Sw7BggqBpTk

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Foto de Ray J

Mulher Maravilha - Trailer oficial

Gostei. Está com aquele clima do primeiro Capitão America, que ainda considero o melhor filme dessa nova fase da Marvel nos cinemas.

https://www.youtube.com/watch?v=6wbkzegYjDY

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Foto de Charllie

T2: Trainspotting

https://www.youtube.com/watch?v=H-la_78eXPs

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Foto de Ray J

Enfim o trailer do novo Star Wars

Estou sem palavras. Assistam aí.

http://www.youtube.com/watch?v=sGbxmsDFVnE

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Foto de Odnanref

Perdido em Marte (ou Minha primeira experiência 3D)

Sim! Desde Avatar tenho ensaiado assistir a um filme em 3D, mas uma série de pré-conceitos sempre me afastou das versões 4 olhos dos filmes.

Mas, primeiro, vamos ao filme em questão.

COCÔ

Joinha. É o resumo do filme. Eu gostei, mas não vi nenhum conteúdo tão aprofundado que merecesse os debates que tenho lido na internet, incluindo os temas solidariedade, meritocracia e o escambau.

Não vi nada de solidariedade nem de meritocracia (detesto esse termo - soa muito aéciano) para buscar um astronauta que foi dado como morto. Enfim, tem muito blá´, blá, blá por aí sobre o filme - talvez por ser do Ridley Scott. O cara ficou esquecido e buscá-lo nada mais é do que a obrigação da NASA.

O que conta é que é um filme divertido e muito bem-humorado sobre o resgate de um sobrevivente em marte (chupa, Bear Grylls!). Não tem nada de original. Reconheci ali traços de Planeta Vermelho e Náufrago, por exemplo.

Tem também a questão de Relações Públicas (RP), como lidar com a opinião pública sobre o assunto. No final das contas, pareceu uma 'homenagem' o feito de 69 (no bom sentido - quando o homem chegou à Lua), ao mesmo tempo que não fez a diferença na decisão final sobre o resgate do Watney (Matt Damon).

Sobre a atuação do Matt Damon, acho que não houve dificuldades que justifiquem elogios à mesma. O que mais impressiona é o bom humor com que o personagem encara os fatos. Com tema semelhante, a atuação de Sandra Bullock em Gravidade é incomparável, sentimos tudo que a personagem sente. Já em Perdido em Marte, parece, no máximo, que ele está perdido no deserto de Las Vegas, logo ali. A distância absurda, o isolamento e os recursos escassoz não causam o devido impacto.

É um bom filme (recomendo), mas é do tipo pipoca. Você assiste, mas logo, logo já pensa na morte da bezerra.

CU

Agora, sobre o 3D, declaro minha rendição. Resultado muito acima do que imaginei. Deu vontade de comprar uma TV 3D só pra ver todos novamente os filmes recentes que vi em 2D.

O fato de parecer que estamos imersos na cena me convenceu. Os R$ 3,00 de diferença valeram a pena. Teve até uma cena em que, durante uma tempestade em Marte, via as partículas de areia (?) vindo na minha cara. Aproveitei pra dar um tapa no rosto da pessoa que tava do lado e gritei: "eu também senti!". Vantagens do 3D.

Acho que não se justifica em todo e qualquer tipo de filme, mas é um plus interessante quando se trata de paisagens exóticas e situações extremas vividas pelos personagens.

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Foto de agraciotti

Homem Formiga

Não entendo.

A Marvel tinha nas mãos uma chance de ouro de chutar o balde e fazer algo realmente corajoso e criativo. Mas não....fazem um filminho de ação de SEMPRE, usando o template de 9 entre cada 10 blockbusters dos últimos tempos. Sem contar q a trama e os personagens é quase um remake do primeiro Homem de Ferro, só q muito piores. A sorte é q, como sempre, o casting é muito bom e os atores salvam o texto horrivel (é dificil segurar a risada quando Michael Douglas tem a constrangedora fala "Ela ativou o regulador...e entrou no universo subatômico...e depois, morreu". E ainda num momento q tenta ser emotivo mas é simplesmente horrível. Q fase para os atores de hollywood hein! ). Sério, o carisma do Paul Rudd e Michael Douglas e o alívio cômico do Michael Peña seguram o filme nas costas. 

O filme até tem bons momentos, bons efeitos e garante algumas boas risadas, mas é inevitável não sentir a frustração de q poderia ter sido MUITO mais. Afinal, é um material totalmente D (nem B nem C) da Marvel, de um herói desconhecido e com premissa meio ridícula. Porque não investir na auto-paródia ao ridículo como em os Guardiões da Galáxia? Porque esse draminha familiar de sempre? Porque esse vilão caricato q só faltou gargalhar para o alto como o Esqueleto? (talvez o pior vilão da Marvel. Só perde pro Guy Pierce do Homem de Ferro 3. Mas aí nao conta pq HF3 ganha de qualquer filme na ruindade em qualquer quesito). Porque aquela sequência da invasão ao complexo do vilão TAAAAO chata? (meia hora dele voando nas costas de formigas e navegando por tubulações). Pra que essa conveniência boba do padrasto da filha do herói ser da polícia ?? (até Tropa de Elite 2 usou isso).   Porque esse clímax DE SEMPRE do vilao indo na casa do herói sequestrar filha/familia?? (só em Os Incriveis q foi legal). E por que forçam TANTO a barra pra ligar aos Vingadores, como essa luta desncessária contra o Falcão?? (já começo a achar q a Marvel só vai voltar a fazer algum filme realmente bom quando se livrar dos Vingadores 3 logo).

É tanta clichezada e falta de criatividade em um material com tanto potencial q não dá pra não ficar puto. Os melhores momentos são obviamente fruto da mente ou influência do Edgar Wright (o iphone tocando The Cure ou todas as cenas do Michael Peña são a CARA do Wright) e me dói só de imaginar o filme - certamente melhor - q ele teria feito...

Acho q a Marvel deveria dar o novo Homem Aranha nas mãos dele, só pra se redimir.

 

nota: 6,5

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O Exterminador do Futuro 5: Genisys

Desnecessário: não há definição melhor para descrever este filme.
 
E olha que posso estar sendo bonzinho, pois certeza que alguns vão ficar irados com as mudanças que este Genisys traz para a franquia Terminator.
 
Pra começar, pra que mudar toda a história da trilogia original ( nem tô contando aquele Terminator: Salvation, que ninguém lembra mesmo )? A trama central aqui gira em torno disso, inclusive com o tal Dia do Juízo Final – momento em que a Skynet toma conta das defesas do planeta e destrói geral – passando de 1997 para 2007. 
 
Contando a treta: o filme inicia com John Connor e sua trupe do futuro mais uma vez tentando derrubar a Skynet e mandando o seu soldado ( e eventual pai ) Kyle Reese para o passado, a fim de defender sua mãe Sarah Connor do Exterminador. Só que desta vez, Kyle acaba voltando para um passado alternativo, onde encontra uma Sarah mais jovem já se virando muito bem sozinha – e até contando com a ajuda de outro Exterminador.
 
Nem vou terminar de explicar porque não faz muito sentido mesmo. E pior que não fica nisso: Sarah e seu Exterminador de estimação ( que ela chama de “Pops”, traduzido como “Papi” aqui na terrinha... ) criam uma máquina do tempo para ir até 1997 evitar o Dia do Juízo Final – só que Kyle volta com lembranças de que o tal Dia ocorrerá em 2007, não mais causado pela Skynet, mas sim por conta de um programa chamado Genisys. E lá vão Sarah e Kyle pra 2007 – onde acabam encontrando ninguém menos que seu filho John Connor, em versão adulta, vindo do futuro com poderes muito peculiares – coisa que o trailer havia entregado de bandeja.
 
Ou seja: é uma bagunça só. Também não ajuda que diversas cenas ( principalmente na primeira parte do filme ) são basicamente remakes de cenas da trilogia anterior – até o Exterminador de metal líquido reaparece aqui, claro que sem o impacto que seus efeitos tiveram em 1992. Aliás, tecnicamente, algumas sequências de ação até são legais ( a exceção gritante é uma patética perseguição de helicóptero ), com os efeitos sonoros sendo o destaque absoluto. 
 
O Scharwza salva o pouco que consegue, muito a vontade no papel da sua vida – e aqui, em algumas variações do próprio Exterminador. Tirando ele, o resto do elenco tá todo errado: o John Connor é um canastrão de quinta coberto por uma maquiagem tosca; o Kyle Reese consegue ser menos natural que o Schwarza e a Daenerys chega a irritar na sua versão teen de Sarah Connor. Salva-se a participação muito pontual do oscarizado JK Simmons, que entra e sai sem mais nem menos, mas poderia acrescentar bem mais a trama. 
 
Enfim, é uma grande perda de tempo e triste constatar que estão tentando iniciar uma nova trilogia com base no que é mostrado aqui. Pelo menos, a bilheteria está deixando a desejar e, quem sabe, isso faça o estúdio desistir do quase sacrilégio que estão fazendo com o Exterminador do Futuro. 
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Foto de Dré

Minions

 
Quem não ama os Minions tem sérios problemas. Aponto o dedo e confesso, porque eu era alguém assim. Quando assisti o primeiro Meu Malvado Favorito, achei que os ajudantes amarelos do Gru eram apenas uma desculpa para atrair as crianças a um filme onde o vilão era o centro das atenções – e pra vender brinquedos, claro. Quando assisti o segundo filme, eles já me conquistaram um pouco mais, mas também tiveram bem mais tempo de tela.
 
E agora chega a dominação mundial, o filme que vai te fazer comprar aquele Mclanche Feliz pra ganhar um boneco que fala PO-KA! Resistir é inútil, porque eles são fofos, falam sua própria língua, tem um leve conteúdo ambíguo ( lembre que eles são vilões ) e SÃO MUITO FOFOS!
 
Mas também só isso, algo que o raso filme deixa bem claro: a graça aqui são os Minions, ponto. O restante é perfumaria. 
 
Uma pena porque tudo começa muito bem, contando a origem dos seres amarelados e unicelulares desde a época da pré-história, onde começaram a perseguir um T-Rex e o homem das cavernas em busca de alguém muito mau para liderá-los – e, a exemplo de todos os que vieram depois, acabam ferrando com seu líder de forma inocente e hilária. Em certo momento, sem mais ninguém para seguir, resolvem se isolar na Antártida. Felizmente, Kevin, Stuart e Bob resolvem sair da comunidade esquecida no gelo e vão atrás de um vilão pra chamar de seu. Depois de um segmento meio road-movie nos EUA, os Minions chegam na Londres dos anos 60, onde acham sua potencial nova líder: Scarlett Overkill.
 
E depois disso, o filme desanda que dá dó. Correria pra lá e pra cá, explosões sem muito sentido e desenvolvimento de personagens zero, quase um desenho qualquer de televisão – se não fosse a graça dos personagens-título, dava pra levantar e ir embora. Pelo menos, uma surpresa não tão surpresa aparece no finalzinho e resgata a conclusão e as cenas durante os créditos.
 
Enfim, é uma pena que o filme não brinque bem mais com as aparições dos Minions pela história da humanidade – a interação deles com diversos ícones é o ponto alto da primeira meia hora e poderia ser muito mais aproveitada.
 
Mas paciência: tem Meu Malvado Favorito 3 em 2017. E o Mclanche Feliz, claro.
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Foto de Dré

DivertidaMente

 
O que chama atenção aqui é que talvez este seja o primeiro filme da Pixar onde o conceito é maior que os personagens que estão nele. Claro que é um desenho, naquele sentido bem amplo da palavra que o estúdio ajudou a ampliar, mas ao final fica a impressão que DivertidaMente é mais um estudo de caso em forma de animação. E quem dera todo estudo tivesse uma adaptação tão fantástica como esta.
 
A história tem premissa simples: acompanhamos uma simpática menina de 11 anos, Riley, que está se mudando com sua família de uma cidadezinha no meio dos EUA para São Francisco – e por mudar, entenda-se nova casa, escola, amigos e etc. A diferença é que vemos Riley por dentro, acompanhando as cinco emoções que a comandam ( Alegria, Tristeza, Raiva, Nojo e Medo ) se adaptarem a todas estas novidades, cada uma de um jeito muito específico e comandando a menina em um certo ponto. Alegria deixa Riley animada com as possibilidades; Raiva faz Riley ficar irritada que as coisas não são mais como eram; Nojo deixa a menina com pé atrás tanto quanto a casa nova como com os pais; Medo está sempre presente, ainda que não seja o sentimento dominante; e Tristeza vai aos poucos dominando a situação. E isso acontece com cada coisinha que acontece na vida de Riley: dependendo do momento, uma das emoções toma conta e a reação pode ser totalmente inesperada.
 
Mas isso do lado externo, onde a menina interage com os pais e o mundo – só que boa parte do filme e da aventura acontece dentro da cabeça de Riley, quando Alegria e Tristeza se veem separadas dos outros sentimentos e precisam dar um jeito de voltar ao comando das emoções, para que evitar que Raiva, Nojo e Medo dominem Riley e deixem sua vida uma zona.
 
É um pouco complicado e ao mesmo tempo simples ( e estraga-prazeres, acima de tudo ) explicar como a Pixar criou esta interação entre as emoções e a menina, principalmente colocar em palavras o mundo em que as emoções existem – e como tudo o que vemos nele não apenas faz um sentido absurdo, apresentando como se dá o desenvolvimento de cada pessoa, mas também criando metáforas geniais para a vida humana. Como os milhões de esferas que guardam cada pensamento de Riley, cada uma com uma cor identificada pela emoção predominante – que na verdade, são pequenas pérolas da memória. Eu falei, não é um mero desenho. 
 
Em paralelo, tudo é muito colorido, engraçado e tocante, como um desenho deve ser, e vale assistir uma segunda vez para ver o outro lado da moeda – se você viu com olhos mais adultos, captando todo o conteúdo mais profundo, com a história curiosa de como Riley vai deixando de ser criança; ou vice-versa, se apenas focou na ágil trama que faz jus aos clássicos da Pixar. E certeza que vai ficar pensando em uma eventual continuação, pra ver Riley lidar com suas emoções quando adolescente, adulta, mais velha ( algo que as cenas durante os créditos dão uma pista ).
 
DivertidaMente é tão criativo e interessante até o último minuto de projeção que nem as dublagens nada inspiradas chegam a atrapalhar, no máximo deixam com muita curiosidade pra ver como deve ser a versão original – infelizmente, todas as versões no cinema aqui em SP eram dubladas.
 
Juro que não queria usar o chavão com que muitos críticos têm se referido ao filme, mas realmente não dá pra fugir, porque talvez seja a recomendação máxima e ideal: DivertidaMente é a Pixar de volta ao seu lugar!

 

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Foto de Charllie

Mad Max: Fury Road

Estreando muito bem com Ótimos Reviews no Metacritic e Rotten Tomatoes

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Foto de Leão da Barra

Daytripper

 

Daytripper Cópia 194x300 Daytripper   Resenha

Por mais que a tal campanha do “sou brasileiro e não desisto nunca” tenha virado bordão, a verdade é que, por essas bandas, nós ainda sofremos muito com a “síndrome do vira-lata tupiniquim”: temos mania de não valorizar o que é nosso e de diminuir os feitos realizados por conterrâneos, não importando o quão grandiosos eles sejam.

Quem capturou bem esse vira-latismo foi o falecido cartunista Henfil, que durante a Copa de 70 publicou na Revista Placar uma tirinha na qual o protagonista cornetava impiedosamente aquela que até hoje é considerada uma das maiores seleções de todos os tempos.

Ao final da Copa, mesmo tendo o time canarinho se sagrado vencedor com sobras, o inconformado corneteiro ainda conseguiu arrumar uma forma de criticar e diminuir a conquista, recriminando o capitão do time no momento da premiação: “SEGURA ESSA TAÇA DIREITO, CARLOS ALBERTO MOLOIDE!”

94 torcedor Cópia 300x212 Daytripper   Resenha

 

“Ai meu Deus, eu clico aqui para ler sobre quadrinhos e você me vem com futebol?”, questiona o angustiado leitor. “Quem deu status de editor do Joio pra esse desinfeliz?”

Calma, tenha paciência que eu já chego lá.

Onde é que eu estava mesmo? Ah, sim, complexo de vira-lata.

É por essas e outras que hoje eu compreendo quando meu saudoso professor de História do ensino médio contava que a Orquestra de Berlim apontou Luiz Gonzaga como um gênio da música, ou que Frank Sinatra considerava Nelson Gonçalves a melhor voz do mundo – e ameaçava dar zero para os alunos que não acreditavam nele.

O que o meu mestre estava tentando fazer era, desde cedo, incutir na cabeça dos seus alunos um orgulho pelos feitos dos seus conterrâneos; mostrar que nós brasileiros podemos, sim, criar obras de arte respeitadas e prestigiadas internacionalmente.

Toda essa (extensa, eu sei) introdução foi só para mostrar o quanto eu lamento que dois GÊNIOS como Gabriel Bá e Fábio Moon, autores dessa obra-prima chamada Daytripper, não sejam muito conhecidos no Brasil – embora lá fora eles sejam respeitados e laureados, já tendo inclusive ganhado o prêmio Eisner duas vezes.

Isso mesmo: apesar de ter nome de música dos Beatles e de ter saído primeiro no exterior e só depois traduzida para o português, Daytripper é tão brasileira quanto um mico-leão dourado tocando pandeiro e tomando cachaça.

Notem que por “brasileira” eu não quero dizer apenas “escrita por brasileiros”. Daytripper se passa no Brasil, seus personagens são brasileiros e o nome do protagonista é uma clara referência a um dos mais clássicos personagens de Machado de Assis.

Mesmo assim, é uma obra que transcende as fronteiras tupiniquins e alcança leitores de todas as nacionalidades, ao tratar de temas universais como paternidade, relacionamentos, amor, amizade, família e sonhos.

Pelô Cópia 300x202 Daytripper   Resenha

 

Daytripper é sobre a morte — ou melhor, sobre as mortes de Brás de Oliva Domingos — mas por meio dessas mortes nós aprendemos mais sobre a vida e sobre o quão efêmera ela pode ser.

Em nosso primeiro contato com o protagonista, vemos um homem frustrado, vivendo à sombra do pai e preso em um trabalho que não lhe estimula nem realiza: ele sonha em ser escritor, mas é apenas o responsável pela coluna de obituários de um jornal na cidade de São Paulo.

A partir daí, passamos a acompanhar, de forma não linear, várias etapas de sua vida. Vemos Brás como pai, como filho, como amigo e como esposo, em capítulos que sempre terminam com a sua morte — mas nos dizem muito sobre aqueles pequenos instantes dos quais a vida se constitui.

morte Cópia Daytripper   Resenha

 

Sim, todos os capítulos terminam com a morte do protagonista, como um lembrete de que nossa presença neste mundo pode acabar a qualquer instante – até mesmo nos momentos mais importantes, como o nascimento do seu filho ou a realização de um sonho.

Através desses pequenos vislumbres, nós montamos aos poucos o quebra-cabeça da existência de Brás: vamos conhecendo-o melhor por meio das suas amizades, namoros, sonhos, casamento e do seu relacionamento com seu pai, sempre com desenhos magistrais da dupla Bá & Moon.

Daytripper nos leva a refletir sobre esses pequenos eventos; sobre as realizações nas nossas vidas e o que deixamos para trás quando o inevitável ocorre. É uma reflexão brilhante, uma obra literária carregada de emoção que entra facilmente para o rol do que de melhor a nona arte tem a oferecer — mas cujos autores infelizmente não têm o devido reconhecimento em sua terra natal.

Não é exagero. Essa espetacular graphic novel de Gabriel Bá e Fábio Moon nada deve a algumas das obras clássicas da literatura nacional e, ouso afirmar, merece ser colocada junto ao panteão dos grandes livros brasileiros de todos os tempos.

E eu dou zero para quem não acreditar em mim.

 

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Foto de quase nada

Fast and furious 7 - Novo Milagre de Beato Paul Waker

Falta muito pouco pra ele ser o primeiro santo do cinema. Após isso aqui, aconteceu outra graça: Velozes e Furiosos 7 é muito bom, não to falando que é apenas "bom", to falando que é bom nível 007 do Sam Mendes ou o Bourne do Greengrass.

Cenas de ação excelentes, som fenomenal, tiroteio apocalíptico, final bonito pacas, sensível, mas sem ser brega. A cena da perseguição ao ônibus é a melhor cena de carro desde Ronin. O close no cu da maria gasolina foi um dos mais bonitos da série, deu pra ver a trompa do falópio daquela japonesinha tatuada.

Paguem pra ver no cinema, a franquia foi pra outro nível. James Wan transcendeu.

Nota: 10

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Foto de Livia

Oscar 2015

Melhor filme
 
Sniper Americano
Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)
Boyhood - Da Infância à Juventude
O Grande Hotel Budapeste
O Jogo da Imitação
Selma
A Teoria de Tudo
Whiplash: Em Busca da Perfeição
 
Melhor diretor
 
Alejandro González Inárritu - Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)
Richard Linklater - Boyhood - Da Infância à Juventude
Bennett Miller - Foxcatcher: Uma História que Chocou o Mundo
Wes Anderson - O Grande Hotel Budapeste
Morten Tyldum - O Jogo da Imitação
 
Melhor atriz
 
Marion Cotillard - Dois Dias, Uma Noite
Felicity Jones - A Teoria de Tudo
Julianne Moore - Para Sempre Alice
Rosamund Pike - Garota Exemplar
Reese Witherspoon - Livre
 
Melhor ator
 
Steve Carell - Foxcatcher: Uma História que Chocou o Mundo
Benedict Cumberbatch - O Jogo da Imitação
Michael Keaton - Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)
Eddie Redmayne - A Teoria de Tudo
Bradley Cooper - Sniper Americano
 
Melhor ator coadjuvante
 
Robert Duvall - O Juiz
Ethan Hawke - Boyhood - Da Infância à Juventude
Edward Norton - Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)
Mark Ruffalo - Foxcatcher: Uma História que Chocou o Mundo
J.K. Simmons - Whiplash: Em Busca da Perfeição
 
Melhor atriz coadjuvante
 
Patricia Arquette - Boyhood - Da Infância à Juventude
Laura Dern - Livre
Keira Knightley - O Jogo da Imitação
Meryl Streep - Caminhos da Floresta
Emma Stone - Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)
 
Melhor canção original
 
"Everything is Awesome", por Shawn Patterson, Joshua Bartholomew, Lisa Harriton, The Lonely Island - Uma Aventura LEGO
"Glory", por John Legend, Common - Selma
"Grateful", por Diane Warren - Beyond the Lights
"I'm Not Going to Miss You", por Glen Campbell - Glen Campbell: I'll Be Me
"Lost Stars", por Gregg Alexander, Danielle Brisebois, Nick Lashley, Nick Southwood - Mesmo Se Nada Der Certo
 
Melhor roteiro adaptado
 
Jason Hall - Sniper Americano
Graham Moore - O Jogo da Imitação
Paul Thomas Anderson - Vício Inerente
Anthony McCarten - A Teoria de Tudo
Damien Chazelle - Whiplash: Em Busca da Perfeição
 
Melhor roteiro original
 
Alejandro González Iñárritu, Nicolás Giacobone, Alexander Dinelaris, Armando Bo - Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)
Richard Linklater - Boyhood - Da Infância à Juventude
Dan Futterman, E. Max Frye - Foxcatcher: Uma História que Chocou o Mundo
Wes Anderson, Hugo Guinness - O Grande Hotel Budapeste
Dan Gilroy - O Abutre
 
Melhor longa de animação
 
Operação Big Hero
Os Boxtrolls
Como Treinar o Seu Dragão 2
Song of the Sea
O Conto da Princesa Kaguya
 
Melhor documentário em longa-metragem
 
Citizenfour
Vietnã: Batendo em Retirada
Virunga
A Fotografia Oculta de Vivian Maier
O Sal da Terra
 
Melhor longa estrangeiro
 
Ida (Polônia)
Leviatã (Rússia)
Tangerines (Estônia)
Timbuktu (Mauritânia)
Relatos Selvagens (Argentina)
 
Melhor fotografia
 
Emmanuel Lubezki - Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)
Robert D. Yeoman - O Grande Hotel Budapeste
Ryszard Lenczewski, Łukasz Żal - Ida
Dick Pope - Mr. Turner
Roger Deakins - Invencível
 
Melhor figurino
 
Milena Canonero - O Grande Hotel Budapeste
Mark Bridges - Vício Inerente
Colleen Atwood - Caminhos da Floresta
Anna B. Sheppard, Jane Clive - Malévola
Jacqueline Durran - Mr. Turner
 
Melhor documentário em curta-metragem
 
Crisis Hotline: Veterans Press 1
Joanna
Our Curse
The Reaper (La Parka)
White Earth
 
Melhor montagem
 
Sniper Americano
Boyhood - Da Infância à Juventude
O Grande Hotel Budapeste
O Jogo da Imitação
Whiplash: Em Busca da Perfeição
 
Melhor maquiagem e cabelo
 
Bill Corso, Dennis Liddiard - Foxcatcher: Uma História que Chocou o Mundo
Frances Hannon, Mark Coulier - O Grande Hotel Budapeste
Elizabeth Yianni-Georgiou, David White - Guardiões da Galáxia
 
Melhor trilha sonora
 
Alexandre Desplat - O Grande Hotel Budapeste
Alexandre Desplat - O Jogo da Imitação
Hans Zimmer - Interestelar
Gary Yershon - Mr. Turner
Johann Johannsson - A Teoria de Tudo
 
Melhor design de produção
 
Adam Stockhausen, Anna Pinnock - O Grande Hotel Budapeste
Maria Djurkovic, Tatiana Macdonald - O Jogo da Imitação
Nathan Crowley, Gary Fettis, Paul Healy - Interestelar
Dennis Gassner, Anna Pinnock - Caminhos da Floresta
Suzie Davies, Charlotte Watts - Mr. Turner
 
Melhor animação em curta-metragem
 
The Bigger Picture
The Dam Keeper
Feast
Me and My Moulton
A Single Life
 
Melhor curta-metragem
 
Aya
Boogaloo and Graham
Butter Lamp
Parvaneh
The Phone Call
 
Melhor edição de som
 
Alan Robert Murray, Bub Asman - Sniper Americano
Martín Hernández, Aaron Glascock - Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)
Brent Burge, Jason Canovas - O Hobbit - A Batalha dos Cinco Exércitos
Richard King - Interestelar
Becky Sullivan, Andrew DeCristofaro - Invencível
 
Melhor mixagem de som
 
Sniper Americano
Interestelar
Invencível
O Hobbit - A Batalha dos Cinco Exércitos
Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)
 
Melhores efeitos visuais
 
Capitão América 2 - O Soldado Invernal
Guardiões da Galáxia
Planeta dos Macacos 2 - O Confronto
Interestelar
X-Men - Dias de Um Futuro Esquecid
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Jogos Vorazes: A Esperança - Parte 1

Por mais que em 2014 já estejamos acostumados com a prática de Hollywood em dividir seus filmes em longas e intermináveis sagas, sabendo que só veremos a conclusão da história daqui a um ou mais anos, você encara a sessão na esperança de que ao menos algo interessante aconteça, nem que seja uma grande cena de ação ou um aperitivo pra algo maior que vai rolar na sequência.
 
Pena que não é o que acontece com este novo capítulo de Jogos Vorazes.
 
São quase duas horas que alternam-se entre Katniss Everdeen chorando e a Presidente Coin ( personagem nova, feita com discrição por Julianne Moore ) fazendo discursos e tentando convencer a heroína a se tornar um símbolo dos rebeldes que lutam contra o governo do Presidente Snow.  E só.
 
Buscando se aprofundar na trama política e, mais ainda, nos traumas de Katniss, desta vez passamos longe, muito longe dos curiosos costumes de Panem e dos próprios Jogos Vorazes dos títulos anteriores, com duas cenas de ação fraquinhas ( a última, aliás, só bem no final do filme ) e muito falatório e cenas introspectivas.
 
Ao menos, o elenco assegura que a tensão e consequências dos atos dos filmes anteriores esteja sempre presente na tela, ainda com óbvio e merecido destaque pra Jennifer Lawrence. Mas Woody Harrelson, Donald Sutherland, Elizabeth Banks e o saudoso Philip Seymour Hoffman tem menos tempo de tela do que seus personagens mereciam.
 
Acho que em nenhuma outra saga a decisão de dividir um livro em dois filmes tenha resultado em algo tão ( literalmente ) infeliz, pois este primeiro fica muito aquém dos anteriores e, termina justamente quando começa ficar interessante - e notem bem: só COMEÇA, mas não chega a engatar algo que realmente faça o espectador imergir na trama.
 
Uma triste derrapada em uma série de potencial.
 
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"Motherfucker": a nova do Faith No More

Faith No More and friend

Já está online a música nova do Faith No More, depois de 17 anos sem gravar nada: ouçam "Motherfucker".

É a primeira inédita do novo disco, ainda sem título, que sai em maio de 2015.

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Gone Girl / Garota Exemplar

O homem acertou de novo. Chupa Terenzi.

www.youtube.com/watch?v=dGF35_g2N60

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Lucy

 

Luc Besson é um diretor de respeito. Tudo bem que já se enfiou em muita merda ( geralmente como produtor ), como Táxi ou Joana D’Arc, mas a gente ignora e lembra apenas de coisas bacanas e distantes como Nikita e O Quinto Elemento. Este Lucy tem sido chamado pela imprensa estrangeira como um potencial renascimento na carreira dele, que voltou aos holofotes graças a bilheteria do filme - que mais merece destaque pela presença da Scarlett Johansson. O que não deixa de ser um bom recomeço.

Scarlett é uma mula de contrabando, que acaba contaminada por uma droga experimental que carregava no corpo - droga esta que amplia sua capacidade mental, saindo dos supostos 10% que os seres humanos costumam utilizar. E ao passo que seu cérebro se torna mais poderoso, fazendo com que ela se torne mais inteligente e ganhe poderes como velocidade de metabolismo e telecinese, ela tem que correr contra o tempo pra entender o que está acontecendo, se vingar dos traficantes e passar adiante o conhecimento que adquire, já que seu corpo parece estar rejeitando a droga.

Misto de ficção científica e aula de ciência teórica, Lucy é um competente filme de ação, que acaba se perdendo ao ser explicativo demais - tanto no personagem do Morgan Freeman, um estudioso do cérebro que serve basicamente para narrar em paralelo o que está acontecendo com a biologia da personagem, quanto com cenas do reino animal que ilustram cada "poder" da Lucy pro espectador vendo o Instagram na sala de cinema.

Tirando esta parte teórica ( já que isso dos 10% ainda não foi comprovado ) que deixa o roteiro beirar o absurdo, Luc Besson mostra que ainda está afiado na ação, com poucas e boas cenas de combate, além de uma excelente e também muito rápida cena de perseguição pelas ruas de Paris.

Pena que toda a teoria volte com força na parte final, desacelerando o ágil roteiro pra mostrar o ápice cerebral da personagem. A própria Scarlett, que se mostra impecável como estrela de ação, fica um pouco apagada na resolução, que nem chega a ser um final, já que deixa uma potencial continuação em aberto - coisa que o diretor está negando veementemente, mas, tudo indica que veremos Lucy 2 daqui a alguns aninhos.

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Foto de Dré

Guardiões da Galáxia

A cena mais emblemática de Guardiões da Galáxia quebra a fórmula da Marvel no cinema até agora: quando o herói, Peter Quill, vai entregar a Orbe ( o Tesseract da vez ) para outro personagem, com aquela música de suspense de fundo, e... derruba o troço no chão. Dali em diante, é certeza que nada aqui deve ser levado a sério. E tai o trunfo de um dos filmes mais legais do ano.

Tudo tem gostinho de já vi isso antes, mas é uma aventura tão bem costurada que você entra de cabeça e se diverte com as várias referências em homenagem ( e justiça ) aos grandes momentos da Sessão da Tarde – Alf, Footloose, Star Wars, Indiana Jones, Goonies, O Último Guerreiro das Estrelas, ET, e outras tantas que talvez valha mesmo a pena ver de novo pra captar. Tive até a impressão que a direção perde um pouco o foco de vez em quando pra poder colocar essas referências aqui e ali ( os conhecedores de HQ vão encontrar muito mais, óbvio ) e o filme perde certo ritmo. Ou seja: o aspecto reprise é intencional.

A história gira em torno da tal Orbe mesmo: Peter Quill ( ou Senhor das Estrelas, como ele prefere ser chamado, por favor ), um caçador de artefatos raros, a encontra logo no comecinho do filme. O vilão Ronan, parceiro do deus Thanos, envia seus soldados atrás do item – mas, com a falha destes, Gamorra se oferece para recuperar o negócio. Peter chega a outro planeta para vender a Orbe e lá é caçado por Gamorra e também por Groot e Rocket, ambos atrás de uma recompensa oferecida pela cabeça do tal Senhor das Estrelas. Os quatro são capturados e enviados para uma prisão espacial, onde se encontram com Drax, o Destruidor, e será questão de tempo antes destes cinco se juntarem para uma grande fuga, com direito a perna mecânica roubada, para tentarem vender a tal Orbe – que é infinitamente mais perigosa do que imaginam.

E segue-se aí um belíssimo filme pipoca que, se pede que o espectador não o leve a sério, trata a diversão como fator de primeira linha.

E o cerne de tudo aqui são os personagens sensacionais. Peter é o cara: aventureiro nato, pegador, engraçado, tem bom gosto musical e faz dancinhas. Drax é o fortão que se junta ao grupo com o singelo propósito de matar o deus Thanos, assassino de sua família. Gamorra, a personagem menos desenvolvida, também tem sua agenda contra o mesmo vilão – seu pai adotivo, aliás. Mas o destaque absoluto é a dupla Groot e Rocket: o primeiro é uma árvore ambulante que diz apenas “Eu Sou Groot” e tem muito mais profundidade que isso. Seu parceiro é um diminuto guaxinim inventor, que fala sem parar e geralmente porta uma arma maior que ele mesmo.

E nessa hora você percebe que um dos grandes filmes da Marvel – que tem dezenas de personagens conhecidíssimos do povão nas páginas de suas histórias em quadrinhos, muitos deles já com suas histórias de domínio público – acaba sendo de um bando de figuras que nunca ouvimos falar, mas que conseguem, com um básico de introdução e muita personalidade, conquistar uma simpatia imediata. Duvido que alguém aqui não se apaixone pelo Groot até o final da sessão – que tem direito a última cena antes dos créditos finais ( tem outra cena após os créditos, rapidíssima e inútil pra não iniciados em HQ ).

Vale dividir o mérito aqui com a escalação dos atores e com o figurino: todos muito a vontade e se divertindo tanto quanto o público, seja nas piadas rápidas de Chris Pratt e Zoe Saldana aproveitando-se muito bem de sua presença física – mesmo pintada de verde. E claro, os efeitos que tornam Groot e Rocket ( com excelente dublagem do Bradley Cooper ) críveis e com aquele visual que dá vontade de ter o bonequinho na estante. Efeitos que não se limitam a isso: as sequências de batalha no espaço, principalmente a parte onde um esquadrão de naves se junta para impedir o avanço da nave de Ronan, tornam obrigatória a dica: assista num IMAX.

Sabe tudo que tinha de errado com a segunda trilogia do Star Wars? Trama arrastada, atores aparecendo mais que os personagens chatos, efeitos exagerados, direção capenga e toda aquela megalomania? Guardiões da Galáxia é o total inverso de tudo isso.

Chupa, George Lucas!

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