Foto de agraciotti

Indicados ao Globo de Ouro 2009

Melhor filme dramático

  • Avatar
  • Guerra ao Terror
  • Bastardos Inglórios
  • Preciosa
  • Amor sem Escalas

Melhor diretor

  • Kathryn Bigelow, por Guerra ao Terror
  • James Cameron, por Avatar
  • Clint Eastwood, por Invictus
  • Jason Reitman, por Amor Sem Escalas
  • Quentin Tarantino, Bastardos Inglórios

Melhor atriz coadjuvante

  • Mo-Nique, por Preciosa
  • Julianne Moore, por A Single Man
  • Anna Kendrick, por Amor sem Escalas
  • Vera Farmiga, por Amor sem Escalas
  • Penelope Cruz, por Nine

Melhor ator coadjuvante

  • Matt Damon, por Invictus
  • Stanley Tucci, por Uma Olhar do Paraíso
  • Christopher Plummer, por The Last Station
  • Christopher Waltz, por Bastardos Inglórios
  • Woody Harrelson, por The Messenger

Melhor filme animado

Melhor filme estrangeiro

Melhor canção original

  • "I Will See You" (Avatar)
  • "The Weary Kind" (The Crazy Heart)
  • "Winter" (Entre Irmãos)
  • "Cinema Italiano" (Nine)
  • "I Want to Come Home" (Simplesmente Complicado)

Melhor trilha sonora

  • Michael Giacchino, por Up - Altas Aventuras
  • Marvin Hamlisch, por O Desinformante!
  • James Horner, por Avatar
  • Abel Krozeniowski, por A Single Man
  • Karen O. e Carter Burwell, por Onde Vivem os Monstros

Melhor ator em comédia ou musical

  • Matt Damon, por O Desinformante!
  • Daniel Day Lewis, por Nine
  • Robert Downey Jr., por Sherlock Holmes
  • Joseph Gordon Levitt, por 500 Dias com Ela
  • Michael Stuhlbar, por A Serious Man

Melhor atriz em comédia ou musical

Melhor ator em drama

  • Jeff Bridges, por A Crazy Heart
  • George Clooney, por Amor sem Escalas
  • Colin Firth, por A Single Man
  • Morgan Freeman, por Invictus
  • Tobey Maguire, por Entre Irmãos

Melhor atriz em drama

  • Emily Blunt, por The Young Victoria
  • Sandra Bullock, por The Blind Side
  • Helen Mirren, por The Last Station
  • Carey Mulligan, por Educação
  • Gabire Sadibe, por Preciosa

Melhor comédia ou musical

 

TV

Melhor série dramática

  • Amor Imenso
  • Dexter
  • House
  • Mad Men
  • True Blood

Melhor atriz em série dramática

  • Glenn Close, por Damages
  • January Jones, por Mad Men
  • Julianna Margulies, por The Good Wife
  • Anna Paquin, por True Blood
  • Kyra Sedgwick, por The Closer

Melhor ator em série dramática

  • Simon Baker, por The Mentalist
  • Michael C. Hall, por Dexter
  • Jon Hamm, por Mad Men
  • Hugh Laurie, por House
  • Bill Paxton, por Amor Imenso

Melhor série cômica ou musical

  • 30 Rock
  • Entourage
  • Glee
  • Modern Family
  • The Office

Melhor atriz em série cômica ou musical

  • Toni Collette, por United States of Tara
  • Courteney Cox, por Cougar Town
  • Edie Falco, por Nurse Jackie
  • Tina Fey, por 30 Rock
  • Lea Michele, por Glee

Melhor ator em série cômica ou musical

  • Alec Baldwin, por 30 Rock
  • Steve Carell, por The Office
  • David Duchovny, por Californication
  • Thomas Jane, por Hung
  • Matthew Morrison, por Glee

Melhor minissérie ou telefilme

  • Georgia O'Keeffe
  • Grey Gardens
  • Into the Storm
  • Little Dorrit
  • Taking Chance

Melhor atriz em minissérie ou telefilme

  • Joan Allen, por Georgia O'Keeffe
  • Drew Barrymore, por Grey Gardens
  • Jessica Lange, por Grey Gardens
  • Anna Paquin, por The Courageous Heart of Irena Sendler
  • Sigourney Weaver, por Prayers for Bobby

Melhor ator em minissérie ou telefilme

  • Kevin Bacon, por Taking Chance
  • Kenneth Branagh, por Wallander: One Step Behind
  • Chiwetel Ejiofor, por Endgame
  • Brendan Gleeson, por Into the Storm
  • Jeremy Irons, por Georgia O'Keeffe

Melhor atriz coadjuvante em série, minissérie ou telefilme

  • Jane Adams, por Hung
  • Rose Byrne, por Damages
  • Jane Lynch, por Glee
  • Janet McTeer, por Into the Storm
  • Chloë Sevigny, por Amor Imenso

Melhor ator coadjuvante em série, minissérie ou telefilme

  • Michael Emerson, por Lost
  • Neil Patrick Harris, por How I Met your Mother
  • William Hurt, por Damages
  • John Lithgow, por Dexter
  • Jeremy Piven, por Entourage


 

Resumindo.... Mais picareta impossivel.

Créditos: Omelete

 

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Foto de Livia

The Hurt Locker

Alguém aqui já assistiu? anda ganhando praticamente todos os prémios pré oscar

pior que eu tenho em casa ja tem um bom tempo, mas nunca tive vontade de assistir

será que veremos uma mulher ganhando o oscar de melhor diretor?

 

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Foto de quase nada

A Princesa e o Sapo

Venho aqui repudiar a situação preconceituosa que presenciei. Esse review é um protesto contra a falta de tolerância infantil.

Na fila tinha duas garotinhas branquinhas, daquelas com carinha de que logo aos 15 vão querer conhecer a anatomia de uma mandioca suada, ai uma falou pra outra "vamu ver o Lua Nova?" ai a outra remediou "já vimo, vamu ver o filme da princesa 'nêga' ".

Fiquei chocado e quase metia o cascudo na moleira das duas, primeiro pq na África, segundo os livros de história, no reino dos Balalaicas (os príncipes guerreiros) existiam muitas princesas negras, princesa não é uma exclusividade européia, não há o menor problema em existir uma princesinha filha de ghandi.

É uma vergonha alguém ser racista desde novinho, eu até aceito o cara ir ficando racista com o tempo, mas nascer racista é cruel. Isso é de criação, acho que o povo mais racista é o paulista e o gaúcho, basta o cara chegar em São Paulo que já vira italiano. O cara pode ser pernambucano e se chamar João Raimundo, mas depois de um mês morando no Jardins (ou até mesmo em Heliópolis) o cara já vira Jonni Ray Mundi. O Lucci, por exemplo, tem mó cabeça chata, parece aqueles comediantes das casas de show na praia da Iracema, sem falar que o nome real dele é Luceano Çereja Silva (com "e" mesmo), agora fica nessa de "Lucci". Paulistas e sulistas se dizem os bons, mas comem churrasco cru e tomam suco de pinto o dia todo.

O desenho é bom, um típico nota 10, engraçado, emocionante, muito bem desenhado e tudo mais, epic win em tudo, mas falta aquele vento de hype vindo das entrelinhas da emoção, estreou em pouquíssimas salas. A Disney poderia reabrir permanentemente seu estúdio de animação canetal, pois a garotada mais nova tá muito acostumada com essas animações feitas por computador, sem falar que as vezes a pixar é xarope demais... Wall-e é hipócrita, não me conformo com uma animação falando mal do consumismo. Recomendo fortemente, pra mim ta pau a pau com os últimos grandes canetões da Disney, como o Lilo e Stinch, que tinha uma trilha cubana deliciosa, e Tarzan, com trilha daquele careca peroba do Phil Collins.

Nota 9,30

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Foto de Livia

Estréias da Semana (11/12)

- A Princesa e o Sapo

Animação que leva a Disney de volta ao seu estilo clássico de animação, em 2D. O longa se passa no bairro francês de Nova Orleans, na época do nascimento do jazz, reinventando o conto-de-fadas do príncipe que virou sapo.

(The Princess and the Frog) EUA, 2009. Direção: Ron Clements e John Musker. Vozes: Anika Noni Rose, Oprah Winfrey, John Goodman. Duração: 99 min.

 

- Aconteceu em Woodstock

É 1969. Quando o hotel dos pais de Elliot é ameaçado de despejo, ele oferece a área para promover um show de rock e arrecadar dinheiro. Ele só não imagina as enormes proporções que o festival de Woodstock terá. Baseado numa história real.

(Taking Woodstock) EUA, 2009. Direção: Ang Lee. Elenco: Demetri Martin, Liev Schreiber, Emile Hirsch. Duração: 120 min.

 

- O Amor pede Passagem

Uma vendedora de arte corporativa tenta a todo custo se livrar do gerente de um hotel que ficou apaixonado por ela, alguém em quem ela não tem o menor interesse.

(Management) EUA, 2008. Direção: Stephen Belber. Elenco: Jennifer Aniston, Woody Harrelson, Steve Zahn. Duração: 94 min.

 

- Uma Vida sem regras

Um jovem em crise convida um autor de auto-ajuda para uma terapia intensiva. Durante um período, o escritor será seu guru pessoal, vivendo em sua casa.

(How To Be) Inglaterra, 2008. Direção: Oliver Irving. Duração: 85 min.

 

- Embarque imediato

Um jovem sem esperança decide deixar o Brasil de forma clandestina. Em sua tentativa, ele conhece uma mulher que já viveu fora do país e continua sonhando com um futuro melhor.

Brasil, 2009. Direção: Allan Fiterman. Elenco: Marília Pêra, Jonathan Haagensen, José Wilker. Duração: 87 min.

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Foto de Livia

Os 10 melhores filmes da década (2000 a 2009)

Como vocês sabem, essa década praticamente acabou, então acho que está na hora de elegermos os 10 melhores filmes feitos nela

a minha lista sairia mais ou menos assim:

 

10 - Bastardos Inglorios

Melhor filme do tarantino. Melhor filme de guerra da década. Melhor final de guerra da história. Vale cada minuto.

 

 

09 - Requiem for a Dream

Sensacional. Foi só o que me passou pela cabeça quando o filme acabou. Um dos filmes mais bem feitos de todos os tempos. As atuações são dignas de passar em faculdade de cinema pros alunos aprederem como se faz.

 

08 - A history of violence

David Cronemberg deu esse de presente pra gente, filme perfeito, marcante, bom demais. E tem o Viggo.

 

07 - The Dark knight

O filme é bom. Mas sem o coringa de heath ledger ele não seria nem 10% do que foi. A melhor atuação da década, transformou um bom filme de ação em uma grande filme.

 

06 - Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças

Sou suspeita pra falar, pois sempre fui fã de carteirinha do Michel Gondri. Mas esse filme não tem como negar que tem um toque de magia, tem algo que mexe com qualquer um. Uma história de amor das melhores.

 

05 - Piratas do Caribe - A Maldição do Pérola Negra

O filme mais divertido da década. Outro caso de filme que poderia ter sido meia boca se não fosse a atuação do johnny Deep. Alguém aqui não riu sem parar do jack Sparrow?

 

04 - Watchmen

Eu gostava muito do HQ. E acabei gostando mais ainda do filme. Uma prova que dá pra adaptar qualquer história sendo fiel, se a história for boa, não tem como errar. E tem a bela interpretação do jefrey dean morgan, merecia um oscar.

 

03 - A Viajem de Chihiro

Magia Pura. lindo, deslumbrante, só não é a melhor animação da década por causa do nosso segundo lugar.

 

02 - Wall-e

Tem como não se emocionar com a história do robozinho apaixonado? Melhor animação da década, e elevou a pixar a um patamar que eu já considero inalcançavel, ninguém nunca mais vai conseguir fazer animações com alma, como eles fazem.

 

01 - O senhor dos Anéis

Se fosse pra escolher um dos 3, eu apontaria o retorno do rei como o melhor, mas simplesmente não tem como, pois os 3 filmes formam uma grande história, um não funciona sem o outro, então faz de conta que é um filme só.

Impossivel alguém não gostar do senhor dos anéis. Marcou a historia da literatura, e agora marcou a historia do cinema, e com certeza marcou todo mundo que assistiu. Eu tenho um costume de, pelo menos uma vez por ano, ler o livro, e depois de 2004, pelo menos uma vez por ano assistir a trilogia. Cada vez que eu assisto parece que fica melhor.

E tem o Viggo

 

:)

 

 

Obviamente ninguém vai concordar com quase nada na minha lista, mas gosto é assim mesmo, por isso vocês estão intimados a colocarem os seus 10 melhores filmes aqui.

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Foto de Ray J

Muppets cantando Bohemian Rapsody

Mais de 1.500.000 de visualizações em dois dias, citação em vários portais ao redor do mundo e uma esposa empolgada que queria me mostrar o vídeo ANTES de eu tirar a gravata após um suado dia de trabalho.

Isso são os Muppets cantando Bohemian Rapsody. Divirtam-se. :)

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Foto de Ray J

Animação de cair o queixo!

Uma animação feita por um Internauta de nome Pantural está fazendo enorme sucesso na Internet. Ela mostra um "racha" entre um Ford Shelbi, um Camaro, um Jeep e um Lada, todos eles "possuídos" por um certo simbionte famoso.

O trabalho é profissonal e tem rendido comentários em diversos fóruns ao redor do mundo. Assistam e babem:

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Foto de Ray J

Comerciais de tv premiados

Tenho orgulho de fazer parte do círculo de amizades do Alex, publicitário veterano e premiadíssimo mundo afora. (Além de ser um dos caras mais boa praça que já conheci.)

Abaixo mostro uma compilação de comerciais que ele fez para a TV, que era o forte dele a uns anos atrás. Quem tiver mais de 30 anos vai lembrar de muita coisa nesse vídeo. O último comercial, da Blindex, ganhou o festival de Cannes, inclusive.

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Foto de Odnanref

Holmes, Sherlock Holmes

http://img38.imageshack.us/img38/7866/sherlockholmesdowneyjri.jpg

Mais ação, menos raciocínio. Assim se apresenta o Sherlock Holmes de Guy Ritchie, baseado na inédita HQ de Lionel Wigram intitulada Sherlock Holmes e nos primeiros textos de Arthur Conan Doyle, criador do personagem.

Desta forma, o detetive vivido por Robert Downey Jr. revela uma faceta menos explorada até o momento: um Sherlock não apenas sábio e inteligente, mas também fisicamente habilidoso. Quem conhece os textos de Doyle vai lembrar que Holmes era também habilidoso no Boxe e na Esgrima.

Guy Ritchie ainda amplifica tais habilidades e em alguns momentos (como pode ser observado no trailer abaixo - o terceiro) fica difícil conceber a idéia de que esse Sherlock Holmes é o mesmo que falaria "elementar, meu caro Watson".

Por falar em Watson, Jude Law ficou muito bem no papel do ajudante do detetive. O filme, que tem Londres como pano de fundo, traz ainda Rachel McAdams como Irene Adler, a única mulher a superar Holmes e que também manteve um tempestuoso relacionamento com o detetive, Mark Strong como Blackwood, um misterioso novo adversário, e Kelly Reilly na pele de Mary, o interesse romântico de Watson.

TRAILER LEGENDADO

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Foto de agraciotti

Resident Evil 5

A Capcom sempre fez bons jogos estilo arcade, aquela ação meio repetitiva q vc tem um tanto de comandos disponíveis pra metralhar o povo no caminho (ou encher de porrada) e avançar, nada muito mais elaborado q isso (apesar de achar q a Konami, na era de ouro dos 16 bits, fez os melhores jogos nesse estilo).

Mas depois q eles inventaram essa coisa de combos, TODO jogo q eles faziam vc tinha q martelar os botões pra fazer combinações de golpes. Eu nunca esqueço a experiência sofrida (mas ainda divertida) q foi jogar Devil May Cry 4 no PC. Quando um inimigo vinha pra cima dava vontade de chorar pq eu sabia q teria q usar quase TODAS as teclas do alfabeto no teclado pra alternar modos de combates, armas, golpes e combinações diferentes. Era desesperador pra se habituar (tanto q nem imagino como é possível jogar aquilo num joystick).

Por isso q, por um lado, Resident Evil 5 é bacana por trazer a Capcom de volta ao básico: atirar e avançar. Até tem um ou outro puzzle, mas bem bobinhos e não agarram a ação por mais de 5 minutos. Por outro lado, eles tinham um baita desafio que era fazer um jogo de survival horror que chegasse perto de Dead Space (sejamos sinceros...com Dead Space a EA botou toda a série Resident Evil no chinelo) mesmo sabendo q essa coisa de vírus que transforma pessoas em zumbis anda meio saturada.

A novidade agora é q vc joga em parceria - mesmo no single player – tendo q administrar armas em conjunto , trocar munições, combates participativos e pensar estratégias de ataque em dupla. E QUE parceira! Sheva é uma mistura de Rihanna com Halle Barry e Jessica Biel, sendo mais gostosa q as 3 juntas. Aliás, a versão de PC tem a opção de select costumes, tendo umas roupas bem ridículas e outras bem...interessantes. Olha aí uma roupa bônus da Sheva pra estimular a gente a terminar o jogo:

http://games-magazine.net/wp-content/uploads/2009/03/shevasec_2.jpg

http://games-magazine.net/wp-content/uploads/2009/03/shevasec_3.jpg

http://games-magazine.net/wp-content/uploads/2009/03/shevasec_4.jpg

E ando achando q essas produtoras de games querem transformar a juventude em um bando de tarados. Como se não bastassem as vilãs do recente Batman Arkham Asylum serem um abuso de gostosas, Resident Evil 5 tem, além da espetacular Sheva, uma vilã bem à altura:

http://planetmedia.gamespy.com/images/00/22/2226_RE5_Concept_Art_Excella_Gionne_normal.jpg

É realmente difícil jogar concentrado. Mas enfim...

Outra coisa q me impressionou foram os gráficos. Simplesmente sensacionais. Os melhores q vi esse ano. Cenários e iluminação variados valorizam bastante as texturas e os detalhes dos ambientes e dos personagens (o efeito de fogo é o melhor renderizado ever. Não por acaso q a batalha final ocorre num vulcão). Inclusive esse jogo tem – vou arriscar – as melhores expressões faciais q já vi num game. É serio. Os rostos dos personagens enquanto falam e “atuam” são perfeitamente críveis. Isso, aliado aos ótimos cutscenes brilhantemente dirigidos deixam o jogo empolgante e aumentam a sensação de se jogar realmente um filme de ação.

A história é a bobagem de sempre e os diálogos clichês de sempre (do tipo “a Umbrella está por trás disso”....ou “cut the crap, me diga onde está Jill!”... ou “não vou partir sem você” e por aí vai), mas não comprometem muito.

O q incomoda mesmo é a jogabilidade excessivamente “dura”. Não é possível movimentar-se enquanto mira e qualquer outra ação q não seja andar pra frente e para trás aparece uma mensagem na tela avisando pra vc apertar um botão (“pressione F para subir escada”...“pressione F para pular”) o q é bem sacal e deixa a ação muito travada. Sem contar os irritantes muros invisíveis. É um pouco no esquema de Gears of War, q eu sempre achei meio durão também, mas ao menos vc ainda se esquivava e virava cambalhota.

Como de costume nos jogos da Capcom, o grande barato são as lutas com os bichos gigantes, que exigem sempre um estudo de padrão de ataque antes de qualquer coisa, caso contrário vc fica sem munição facilmente e sem poder fazer nada. O complicado é lidar com problemas sérios de movimentação de personagem, principalmente quando vc enfrenta inimigos q exigem respostas rápidas).

A ação meio repetitiva acaba cansando um pouco lá pro final. As fases nas cavernas, como sempre em toda a história dos videogames, são um pé no saco. E a falta de originalidade também é meio vergonhosa (por ex., os pontos fracos dos chefes são idênticos aos dos chefes de Dead Space).

Mas os bons gráficos, uma parceira gostosa e a jogabilidade co-op bem elaborada (sendo tudo o que o novo Prince of Persia poderia ser e não foi) fazem Resident Evil 5 valer a pena. Mesmo que tudo o q a gente pense durante o jogo é:

http://games-magazine.net/wp-content/uploads/2009/03/shevasec_6.jpg

 

Nota: 8,0

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Foto de Pringles

A Favela de Modern Warfare 2 (Resenha do Jogo)

Vcs tem reparado que MW vai ter uma fase numa favela do Rio? Trata-se da Pavão-Pavãozinho tbm conhecida como Morro do Cantagalo.

Numa das fases multiplayers do game, se lê um nome de uma rua em uma placa: Rua DJALMA ULRICH. Essa rua existe e fica justamente ao lado do morro do Cantagalo e é um dos principais acessos a favela.

Outro detalhe é um nome de um Hotel. "HOTEL RIO". Esse hotel existe também, fica em Copacabana e é ao lado da favela.

No final da fase no single player, na parte direita se vê um morro. É o Pão de açúcar.

O que vai ser visto no game que se vê diariamente na favela:

Suporte aéreo

Traficantes se exibindo

Becos estreitos e perigosos, paredes de tijolão

A favela Pavão-Pavãozinho é hoje dominada pela facção criminosa Comando Vermelho. Esse ano os traficantes tiveram uma baixa monstruosa tanto em equipamentos e drogas, como também em número de vagabundos presos ou mortos. O principal causador disso se chama BOPE. O batalhão de Operações Especiais tem feito a limpa naquela localidade. E recentemente a favela foi escolhida para ser mais uma "unidade pacificadora" pelo governo do estado. Veja mais fotos da favela:

Nas favelas do Rio a vida é parecida com um videogame, só que não há respawn nem checkpoint.

 

Créditos: Mataleone

 

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Foto de Plague Rages

Bastardos Inglorivs

 

Pois é meus queridos, foi aqui no ODEON de Canada Water que eu assisti a essa última peraltice ANIMADERRIMA do Tarantino.

Fui com grandes expectativas pois já tinha lido muito sobre o filme, e sabia que não seria pouca merda.

Muitos anos atrás, quando comprei alguma revista de cinema americana (que ainda tenho no Brasil) no qual Quentin Babaquino citava o fodoso "Where Eagles Dare" (que voces, paus no cu, nunca viram) ele dizia: "sempre quis fazer um guys in a mission movie! Where eagles dare é um dos melhores filmes do mundo!". Na epoca só existia VHS, e alugay tudo que pude da lista dele, foi logo depois de Pulp Fiction sair. Lembro que essa lista me revelou ROLLING THUNDER, que me entreteu bastante lá por 93 ou 94.

Inglorious Basterds é, provavelmente, o melhor filme que o PANACA do Tarantino já fez. Só não é melhor do que Pulp Fiction por que este é importante demais, históricamente. Marcou o mundo de panacas estilosos, hipsters e frequentadores da galeria ouro-fino em termos de citações, cineminha cult, intertextualidade, surf music e poseragem meio heroin chic. É um marco, já entrou para a história do cinema como fundador do cinema poser, cheiro de referencinhas, meio anos 70, mas ainda no seu tempo, boca suja, violentinho, babaquinha, todo mundo blasê, cheio de poses, inafetado por sangue e desgraceira...
Celebra valores panacas, mas marcou... Não podemos negar, não podemos negar, meninos! E criou uma geração de seguidores panacas, estes que fazem filmes medíocres com gangsters supostamente fodões que fazem piadas e depois mergulham em violenssa.

Ou seja, Tarantino, de maneira geral, celebra valores de gente egoísta e excessivamente preocupada com estetica, filhos da puta, basicamente.

Voltando....

No BASTERDS, ele resolveu botar a cabeça pra funcionar. Não que o filme escape de seus cacoetes, mas algo mudou. Filmes de caras numa missão tem uma tendência ao fodismo e ao heterossexualismo. Basicamente IB é uma campanha de RPG, na qual os jogadores são os Basterds e a missão deles é matar porradas de nazistas, com bônus points se eles pegarem nazis do alto escalão, claro.

QUALQUER campanha de RPG que eu já tenha jogado é melhor do que 90%, empiricamente, dos filmes de ação que eu assistí.

Voltando, a premissa já ajuda o filme a ser uma esfiha chic, garboso, elegante. Filme que se passa nos anos 40, né gente? Não vai dar, tanto assim, para o Tarantino fazer citações grosseiras, encher o saco com referencias a filmes asiaticos idiotas.... Tem até uma cena na qual um nazista apaga um cigarro num crepe, ou torta. E se isso nao é ser cool, desencanado e estiloso, eu nao sei o que é.

Enfim, ele meio que esgotou esse lance de parodiar cinema dos outros nos Kill Bill, que são sim bons, mas convenhamos, olhem pro seus corações; são eles melhores do que assitir LOST? Não, não são. São muito melhores do que alguns episódios de Dexter? Também não. Não são nem melhores do que episódios antigos de Além da Imaginação. Com certeza não são melhor do que NADA que esta passando agora no canal Playboy, mesmo que seja alguma reprise de "A casa das coelhinhas: o episódio no qual Jenny perde uma meia".

E quando voce faz um filme-citação violentinho que é divertido, mas não é melhor do que episódios de Star Trek, você tem problemas,  meus miguxos. Voce esta em apuros. Mesmo que você seja um sucesso. Não quero saber. Só não percebem isso os deslumbrados. Filme do Bruce Lee e alguns animes que eu já vi são melhores, mais divertidos, corpulentos e vitaminados do que Kill Bill. Por exemplo, "Vampire Hunter D" ou "NINJA Scrool". E isso é um problema, por que eles não foram tão celebrados quanto, e mereciam muito mais.

O que nao faz um investimento em MARKETING, nao é meu povo?

Voltando aos Basterds...

Tenho um VHS ai no planeta dos macacos do original, O Maldito Trem Blindado, e trata-se de um filme de ação do gênero foda, com cenas gigantescas e épicas, no qual um grupo de soldados Norte-Americanos tem que explodir um trem... Maldito. Fodido o filme, um "Dirty Dozen" espaguete, com baixo orçamento e bastante ação. Não tem NADA a ver com esse. Ou seja, ele comprou os direitos para ter o nome, já que nao é uma refilmagem.

O filme ja se inicia com uma cena foda, numa fazenda francesa, onde o malvado Nazi HANS LANDA interroga de forma inteligente, chiquérrima e genial um fazendeiro leiteiro e suas filhas sensacionais. Nesse momento Tarantino faz valer sua fama de fazer diálogos fodões e a coisa atinge um clímax/conflito que irá levar de forma épica a próxima cena. Chega as raias da genialidade no CRESCENDO das falas. O dialogo é uma inquisição satânica do NONCHALANTE Landa sobre o bondoso fazendeiro, sobre ratos e Judeus, enquanto uma familia de Judeus esta escondida debaixo do chão de madeira. ISSO, meus amigos, é saber fazer CONFLITO no cinema. Me mostrem cinco filmes nacionais dos últimos 30 anos que tenham uma cena assim. Não tem. Macacolândia é foda.

Em outra LONGUÍSSIMA cena, de 20 minutos, ele faz um inocente jogo de bêbados virar uma disputa por informações e percepções sutis em um diálogo em ALEMAO que são coisa de louco, rapaz, brincadeira! Escrever aquela merda é para quem pode, ele leva, leva e leva a tensão com o diálogo e finalmente ESTOURA tudo em uma erupção catartica de tiros e sangue que precisa ser vista para ser compreendida em sua totalidade total.

E depois desse clímax, OUTRO.

Em uma nota, o diretor do que (dizem, nunca vi) é o bostengo HOSTEL, Eli Roth, faz um judeu forte com taco de baseball, que passeia cometendo atrocidades. Diz a lenda que ele ganhou uns 13 kg de músculo para fazer o papel, e deve ser verdade. Quão ruim é Hostel, afinal?

Simplesmente sen-sa-cio-nal a atriz Diane Kruger que faz a Alemãnazi Bridget Von Hammersmark. E a Shosanna Dreyfuss tambem nao fica atrás. Meio Natassja Kinsky ela. Faz uma DONA DE UM CINEMA, vejam só. E é obrigada a exibir um filme nazi de epoca, um filme dentro do filme, que ficou SENSACIONAL, sobre um franco atirador alemão que mandou desta para melhor umas duas centenas de aliados, em uma liberdade criativa do Tarantino que convence, entretem e enriquece tudo. Um dos Basterds inclusive é um teórico de cinema! Vive disso! Como eu! Me senti CÚMPLICE desse personagem! Eu seria ele na campanha de Basterds D20.

De qualquer forma, o Atirador Alemao é ao menos parcialmente inspirado no ator Audie Murphy, que, diz a lenda, mandou dessa para melhor dezenas de soldados Alemães e virou herói nacional na decada de 40. Vi em DVD o filme que ele fez sobre si mesmo, TO HELL AND BACK, e é o mesmo principio do filme dentro do filme do Basterds. Murphy foi o soldado Norte Americano mais condecorado eczistente. Outro bom (e curto) filme com ele é A GLORIA DE UM COVARDE, tambem baseado nas confissões, no caso literárias, de um soldado, desta vez um veterano da guerra da secessão. Vejam, saiam das trevas, deixem de ser tapados, tenho que fazer tudo? Ensinar tudo? Tem em DVD aí na selva.

Portanto, o filme é uma campanha de RPG com você e seus amigos torturando nazis pela Europa, e paralelamente a historia de Shosanna e seu admiranazi chato pra caralho, que cola nela como fungo em quiabo, exigindo que ela faça a premiére de seu filme em Paris. Belas cenas de Paris, ah, Paris... Sob ocupação Nacional-Socialista.

Percebe-se, aliás, que ele escreveu e reescreveu o roteiro. Existem várias TANGENTES (aí, adoro essa palavra!) narrativas que Tarantino poderia ter seguido para a história, os cortes foram, de certa forma, meio aleatórios, e duvido, na verdade (e isso é só achismo) que o clímax do filme fosse originalmente onde é. Todos os personagens tem uma sólida historia anterior, mas ele teve que se conter, ou faria uma minissérie. TODAVIA, toda essa informação dá solidez ao roteiro e aos personagens. Você mal ve alguns dos Basterds, mas sabe que eles tem todo um passado que poderia perfeitamente ser explorado em uma série de TV. O cinema Alemão tambem é explorado, em amplas citacões. Muito nerdismo e fanboyzismo, nesse sentido, para agradar pessoas mais informadas do que vocês. Como eu, por exemplo.

Sempre me esqueco como Tarantino despreza qualquer morte. Nenhum dos personagens se importa com gente morrendo em seus filmes, colegas massacrados e moscas são a mesma coisa, cenas de violência extrema entram e saem como se nada tivesse acontecido, e isso é irreal, imaturo, inseguro e desrespeitoso com o tema (violência)... Apesar da violenssa gratuita e do poserismo de fanboy alucinadinho, apesar de tudo isso, o filme tem guys in a fucking mission na Segunda Guerra Mundial, objetivo claro, mulheres bonitas, Nazistas sendo escalpelados, final APOCALIPTICO com gargalhadas fantasmagoricas e, finalmente, uma cena de morte bonita e LÍRICA, emocionante, épica! Com trilha do Ennio Morriconne! Isso foi incrivel, Brasil!

Tarantino mostra que não é apenas um californiano de merda, cinicuzinho, panaca, comedor de cheetos, que ficou vendo filme de kung fu em locadora. Mostra que tem um coração! E que entende amor, dor, traição e perdão.

PUTA cena de morte, mew! Assistam, sao 3 horas que passam rápido. É uma mistura de WHERE EAGLES DARE, que vocês, mongóis, não viram, com filme do Ettore Scola e pinceladas de CINEMA PARADISO. O clímax é glorioso, épico, apocaliptico e é a coisa mais anti-alemã que ja vi na vida.

Preencheu minhas expectativas, e me supreendeu. Sejam fanboys, paguem um pau e vejam. E tentem fazer comentários decentes.

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Foto de Pringles

Max Payne 3: São Paulo

Uma edição recente da Game Informer revelou que a história se passa 12 anos após o último jogo, nos guetos de São Paulo. Payne foi demitido da NYPD, e se mudou para São Paulo, onde foi empregado no setor de segurança, trabalhando para uma rica família local.

A família deve morar no Morumbi e Payne fará o serviço sujo em Heliopólis..

 

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Foto de Ray J

Novo do John Woo - Será que ele voltou a velha forma?

Acaba de ser divulgado o trailer em inglês de Red Cliff, filme de John Woo contando um período dos "Três reinos" chineses.

O filme, separado em duas partes, coletou elogios e críticas com a mesma força quando estreiou na China, e pra complicar mais ainda, parece que a versão americana terá os dois filmes condensados em um.

Mas fiquei curioso em ver os filmes, principalmente pela bela fotografia. Abaixo o trailer, com legendas em portugues.

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Foto de agraciotti

Batman - Arkham Asylum

Batman

 

Jogos baseados em filmes, quadrinhos ou personagens famosos costumam ser, se não um desastre, no máximo razoáveis, perfeitamente esquecíveis diante de tantos lançamentos marcantes com idéias originais. Por isso, esse game do Batman acerta ao apresentar uma história inédita, e com visual dos personagens mais próximo dos quadrinhos, ao invés de ir pelo caminho mais óbvio e certeiro q seria fazer uma versão do filme The Dark Knight.

O jogo impressiona desde o começo, com gráficos ultradetalhistas, ambientação bastante imersiva e oferece quase todos os recursos possíveis do Batman à disposição do jogador, desde os vários tipos de "bat-bumerangue" até spray bombas e dispositivos de investigação. O ambiente me lembrou até Bioshock, com os corredores sinistros e a voz do vilão presente o tempo todo (sem contar outras semelhanças cara-de-pau, como coletar fitas que contam a história do lugar).

Mas o melhor mesmo é a atenção com detalhes. A degradação da roupa - com rasgos e cortes - à medida q vc vai avançando no jogo é impressionante. Aliás, as texturas e a iluminação deixam o personagem com aparência tão impressionante q é irresistível ficar girando a câmera durante o jogo para ver o Batman de frente (o último jogo q eu lembro q nos instigava a rotacionar a câmera para admirar os gráficos era o bullet-time no Max Payne). A dinâmica da ação é bem interessante também, já que, dependendo do lugar onde vc está, a missão exige q vc movimente-se à surdina ou desça o cacete em vários inimigos ao mesmo tempo (e isso influi até mesmo nas animações "automáticas", sendo diferente, por exemplo, na maneira que Batman abre as grades de tubulações).

 

MAS...acho q o jogo tem alguns defeitos significativos:

- O começo tem cutscenes demais (eu sempre gosto de cutscenes para guiar a narrativa, mas quando em cada esquina q vc vira entra um filminho pra assistir, aí é um problema).

- As "fases-delírio" do Scarecrow se repetem demais. É muito bacana na primeira vez, legalzinha na segunda, chatinha na terceira e irritante na quarta.

- 2 veículos do Batman aparecem na história mas vc NUNCA chega a interagir de verdade com eles (o batmóvel aparece parado na sua frente e APOSTO q todo mundo perdeu uns 15 minutos socando o carro tentando entrar).

- Quando rola a animação q encerra as lutas, os vilões caem de maneira incompreensivelmente esquisita.

- E por último mas não menos importante: Os chefes são muito mal distribuídos.  Dos "super-vilões", vc só chega a enfrentar mesmo 3 (e enfrentar digo cair na porrada com eles, q é o que interessa), sendo q 2 estão bem no finalzinho. O que é decepcionante, já que a história tinha potencial para mais. Lá pela metade do jogo a coisa fica meio monótona, já que a mecânica das lutas em grupo se repetem inúmeras vezes e acaba fazendo falta um chefão de fase mais bacana. Isso acaba denunciando também outro problema: ainda que seja interessante, a ação é repetitiva e acaba tornando o jogo bem facinho (mas ok, isso dá pra entender, provavelmente por ser um jogo de super-herói e q crianças melequentas desavisadas fã de Wii Sports vão ser atraídas também).

No final das contas, se não fosse pelos upgrades de movimentos e armas, o jogo enjoaria na metade. Mas como ele é absurdamente bem-feito e de jogabilidade muito intuitiva, acaba valendo a pena ir até o final.

Melhor jogo de super-herói pode até ser (o q não quer dizer nada, já q a concorrência é fraca), mas está longe de ser jogo do ano como todo mundo diz (título q pertence a Assassins Creed 2, antes mesmo de ser lançado. :P)

nota final: 8,5

 

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Foto de Odnanref

Black Gives Way To Blue

http://www.roadrunnerrecords.com/blabbermouth.net/reviewpics/aic_black.jpg

 

Este é o novo álbum de estúdio de Alice in Chains, a ser lançado no dia 29 de setembro, mais de 13 anos após Tripod. Black Gives Way To Blue é uma grata surpresa, uma âncora segura para um barco que, há anos, estava à deriva.

 

As comparações são e sempre serão inveitáveis. Mas William DuVall, que entrou na banda em 2006, sabe disso. Nesse período, novos shows e preparação para o novo desafio. Expectativas superadas. Layne Staley sempre será Layne Staley. Mas ele morreu e o Alice in Chains, ao contrário do que muitos imaginaram, e até desejaram, não.

 

Alice in Chains tem algo que poucas bandas conseguiram: identidade. Já nos primeiros acordes de A Looking In View, que já tem vídeo oficial, ou Check My Brain, uma certeza é universal: isso é Alice in Chains.

 

Com a guitarra forte e imponente, Jerry Cantrell nos presenteia o clima melancólico e sombrio que só Alice in Chains poderia proporcionar. Mas, ele sozinho seria Jerry Cantrell solo. Nesse aspecto, William DuVall caiu como uma luva para a banda. Com o timbre semelhante, mas sem a rouquidão de Staley, DuVall completa o ambiente que não seria o mesmo sem essas duas vozes juntas.

 

Num primeiro momento, o baixo de Mike Inez não parece tão criativo quanto em Jar of Flies, mas acredito que isso muda com a audição das músicas em equipamente de maior qualidade. E Sean Kinney permanece eficiente na bateria.

 

Ao final do álbum, a música Black Gives Way To Blue homenageia o falecido vocalista que cantou e sofreu por 15 anos a frente do Alice in Chains. Black Gives Way To Blue, o álbum, é a nostalgia ampla, completa, que nos faz lembrar do Alice Chains com Staley, mas também nos avisa que a banda permanece viva e continua fazendo um som de muita qualidade.

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Foto de Ray J

Patrick Swayze - 1952 - 2009

Patrick Swayze

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Brasil X Argentina - O que aconteceu com nossos hermanos?

Esse cara perdeu a noção do perigo

Jogo encerrado, Brasil classificado e o Maradona com cara de poucos amigos.

Mesmo com as limitações técnicas do Dunga, concordo que nossa seleção tem unidade, marca bem e no geral é um time vencedor. Mas partida contra a Argentina é sempre uma guerra, com perdas dos dois lados. Mas o que vi hoje me deixou assustado. A Argentina parecia um time de várzea. Defesa lerda e confusa, ataque tímido e nada de catimba ou aquelas faltas que tiram lasca da canela.

O que está acontecendo com nossos hermanos? Eles possuem como técnico o maior símbolo de seu futebol e possuem craques como Messi e Tevez, que seriam titulares em qualquer time do mundo. E simplesmente não estão conseguindo jogar bola.

Uma pena. E parabéns ao Brasil. Rumo ao Hexa!

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